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domingo, 17 de maio de 2015

Dia da cidade

Para comemorar o Dia da Cidade trago para o Blog um cartaz de 1955 da autoria do pintor António Duarte.
Neste panfleto de promoção, ficamos a saber que neste ano, Caldas da Rainha tinha 37.248 habitantes, que a estação de correios era de “1º Classe” e a energia eléctrica era fornecida pela SEOL.
Chamava a atenção para as Termas Sulfurosas do Hospital Dona Leonor e Águas Santas (a 2Km), e recomendava uma visita à praia da Foz do Arelho bem como às margens da Lagoa de Óbidos.
A animação não faltava com os Ranchos Folclóricos “Os Pelicanos” da Foz do Arelho e os “Flores do Campo” e os “Corações Unidos” e a história das Caldas, era descrita em pormenor.

domingo, 8 de junho de 2014

Dia de Portugal

Se há desenhos que falam mais do que as palavras este é um deles.
Isto é PORTUGAL.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Lá como cá

Este Outdoor que fotografei em Santa Maria da Feira assentava que nem uma luva aqui nas Caldas da Rainha.

Eu bem sei que a oposição não é grande coisa mas alguém diga ao Costa que ele já não é a solução mas sim o problema.

Já passei por várias Associações e tive sempre o cuidado de “não criar raízes”, pois entendo que a mudança é a única arma contra o “deixa andar”.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Exposição de 1940

Trago para o topo do Blog de novo a fotografia do Poster das Comemorações Centenárias na Província da Estremadura de 1940 que teve lugar em Caldas da Rainha, porque na passada Quarta-feira tive o prazer de assistir no Centro Cultural ao colóquio de Prof. João Serra, sobre o assunto.
Confesso que não sabia muito bem a que se referia esta peça da minha colecção das “coisas” das Caldas, apenas tinha algumas informações de pessoas mais velhas que se lembravam do acontecimento e que o rotulavam de “muito importante, mais ou menos como A EXPO 98”.Pois bem o Professor meteu mãos à obra e fiquei a perceber a importância do certame organizado com a supervisão de António Montês, e fez-se alguma luz do “porquê” da rivalidade com Leiria.


terça-feira, 29 de abril de 2008

De "Abril" a "Maio"

Falar do 1º de Maio, é falar de Abril, e este autocolante da Festa da Amizade com o Zeca Afonso, ilustra na perfeição estas comemorações que já tiveram melhores dias.

É interessante recordar as manifestações do 1º de Maio de 1886, promovidas por um grupo de operários de Chicago, que tinham como luta principal o estabelecimento do regime de 8 horas de trabalho diário. Numa fase de grande pujança a “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhadores a condições desumanas de laboração. A necessidade de se produzir o máximo ao mais baixo custo não respeitava idades nem sexos. As organizações sindicais eram incipientes e perseguidas pelas autoridades policiais.
Mais de 100 anos depois parece que voltou tudo à estaca zero.

...É assim o poder do dinheiro.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Um cartaz de 1940

Este cartaz, de grande formato, sobre as comemorações centenárias na província da Estremadura, que tiveram lugar em Caldas da Rainha nos meses de Agosto e Setembro de 1940, é uma das peças da minha colecção, que eu ainda não consegui entender muito bem que tipo de comemorações publicitava e que tipo de festejos é que envolveu.
Este evento decorre numa altura em que chegam às Caldas refugiados da Guerra.

Com o titulo "Ecos da Guerra - Os emigrados em Caldas da Rainha", A Gazeta das Caldas noticiava que, "Inesperadamente automóveis estrangeiros começaram aparar nas ruas da cidade, enquanto muitos outros, atulhados de bagagens, se dirigiam para o sul. (...) Os hotéis ficaram cheios de estrangeiros: austríacos, ingleses, franceses, americanos, Belgas e Holandeses.(...) Gente estranha, de todos os credos políticos e de todas as religiões recolheram-se ao bom abrigo dum Portugal tranquilo graças ao Estado Novo, a Carmona e Salazar"Segundo uma descrição cronológica do Historiador João Serra, ficamos ainda a saber que em 1940 era inaugurado o novo edifício dos Correios e a cidade tinha 9632 habitantes. António Montez era nomeado director do Museu Malhoa e Júlio Lopes presidia aos destinos da Cidade.
Quanto à exposição, nas minhas pesquisas sobre o assunto, não fui muito bem sucedido.

domingo, 13 de maio de 2007

O Dia da Cidade

No dia 15 de Maio a Cidade de Caldas da Rainha, veste o seu melhor fato para comemorar o seu dia.
Este ano para não fugir à tradição, lá temos umas quantas inaugurações bem ao estilo do Alberto João, umas condecorações dadas com um critério duvidoso, e o concerto, que este ano conta com a participação do Paulo Gonzo, porque o orçamento é curto.
No dia 15, terá lugar o desfile até ao Hospital Termal, que marca a sua reabertura, mesmo que este continue fechado, a Fanfarra dos Bombeiros dará uma volta pela cidade, mostrando os seus capacetes devidamente “ariados”
Longe vão os tempos do grande afluxo de visitantes, devido às Termas e de outros pontos de interesse. Noutra época a cidade tinha uma perspectiva de futuro, e não esta falta de planeamento que causa um vazio preocupante.
E assim vai o meu burgo que foi elevado a cidade em 11 de Agosto de 1927, que com todos os defeitos, continua a ser a minha cidade.

domingo, 5 de novembro de 2006

Caldas de outros tempos – O Casino do Parque

Vai longe o tempo em que se podia visitar o casino, cuja sala de entrada apresentava um tecto de vidro, que lhe dava um ar esplendoroso.
Este Salão teve períodos de glória no primeiro quarto do século XX, quando as Caldas, por via das Termas, era ponto de paragem da classe mais bem instalada na vida.
Com os anos, o edifício, que se situa no interior do Parque D. Carlos I, foi-se degradando. Depois de 1975, sofreu algumas obras de remodelação e passou a denominar-se Casa da Cultura. Nos anos noventa, iniciou-se um projecto de remodelação “megalómano” que teve como resultado a morte do edifício, que hoje se encontra abandonado e em ruínas.
Fica aqui como recordação um cartaz, datado dos anos sessenta, de um espectáculo que era abrilhantado por um dos maiores “Entertainers” do panorama Nacional: Max, um Madeirense de gema.