Pois é, tal como na Escola depois da matéria dada é tempo de
fazer o sumário, e como diz a canção “Meu querido mês de Agosto”
Ele foi uma almoçarada no Manuel Vina, para comemorar os
anos da Beta, um Encontro na Lareira para celebrar os 90 anos do “Meu Primeiro
Sargento”, uma tradicional sardinhada que se faz há várias décadas e uma volta
pelo Algarve que acabou com uma almoçarada em casa de gente boa.
São estas pequenas coisas que fazem bem à alma e sentir como
é bom ter amigos com quem partilhar a vida.
domingo, 15 de setembro de 2019
Vamos lá fazer o sumário
sábado, 15 de junho de 2019
Hoje foi dia do 1º Sargento Roque fazer a prova de vida
O nosso “Primeiro” continua de pedra e cal e fazer ver aos
mais novos que continua para as curvas…bem já são umas curvas mais apertadas,
mas lá vai andando.
Hoje aproveitando uma passagem pelas Caldas dos meus amigos
Mota e Carlos Silva, fomos fazer uma almoçarada e claro que o Roque lá estava,
já agora envia um grande abraço para todos os companheiros do Batalhão de Cavalaria
8322-74.
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
Os meus amigos na Gala Empresarial da ACCCRO
Este Encontro, transformado em Gala Empresarial desde 2013,
além da pompa do nome é um pretexto para
estar com os amigos e assim aconteceu, no meu último ano na direcção da ACCCRO,
convidei estes amigos para partilharem comigo este momento que assinala também
os 116 anos desta Associação. que teve na sua origem Rafael Bordalo Pinheiro,
uma figura incontornável na história da cidade.
Esta foi a mesa Saurimo, para a maioria dos meus amigos o
nome não diz nada para nós teve um significado especial.
domingo, 30 de julho de 2017
Uma volta por Amarante
Por força de uma amizade de longa data, vou com alguma
frequência a Amarante.
A cidade a que chamam a “Princesa do Tâmega” contínua
encantadora e carregadinha de história e desta vez até deu para me sentar à mesa
com Teixeira de Pascoaes, não que eu seja um grande apreciador da sua poesia
mas ele estava ali no Café à minha espera.
domingo, 23 de julho de 2017
42 Anos depois
“Temos falta de cabelo
sofremos de inquietação.
Muitas vezes nos disseram
como é rápido o deslize
mesmo assim nunca deixámos
de dar corda ao coração.
…Mas o que está cada vez melhor é a amizade que nos liga, porque “Os Amigos não têm prazo de validade.”
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Uma volta por Amarante
domingo, 29 de agosto de 2010
O Poeta do Marão
Num recente encontro de Amigos em Amarante, tive oportunidade de visitar a casa de Teixeira de Pascoais ou o Poeta do Marão como alguém o chamou.
A visita só foi possível graças à boa vontade de uma familiar do poeta, pois tanto quanto me apercebi todo o espólio ainda se encontra na posse da família e não está aberto ao público, o que por outro lado não permite uma conservação adequada devido aos elevados custos de manutenção.
Teixeira de Pascoaes (Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos) nasceu em Amarante, a 2 de Novembro de 1877, e faleceu a 14 de Dezembro de 1952. Estudou no Liceu Nacional de Amarante, tendo partido para Coimbra em 1896, onde conclui o seu curso de direito.
Nunca se adaptou à vida normal coimbrã seguida pelos estudantes de então, confinando-se ao seu quarto, aos seus livros, aos seus papéis e às suas ruminações de homem que "não fora feito para este mundo".
O verdadeiro amor de Pascoaes dirigia-se à natureza, ao silêncio, ao mistério, aos fantasmas. O mundo fantástico era o seu mundo".
Durante a passagem por Coimbra, fez alguns amigos como Fausto Guedes Teixeira, Augusto Gil, João Lúcio e Afonso Lopes Vieira. Conheceu Leonardo Coimbra, Jaime Cortesão e Raul Brandão, entre outros.
Embora estes “assuntos da poesia ” sejam mais a especialidade do meu amigo Orlando Santos, escolhi este poema para terminar este pequeno apontamento.
A MÁSCARA
Esta luz animada e desprendida –
Duma longínqua estrela misteriosa
Que, vindo reflectir-se em nosso rosto,
Acende nele estranha claridade;
Esta lâmpada oculta, em nossa máscara
Tornada transparente e radiante
De alegria, de dor ou desespero
E de outros sentimentos emanados
Do coração dum anjo ou dum demónio;
Este retrato ideal e verdadeiro,
Composto de alma e corpo e de que somos
A trágica moldura, errando à sorte,
E ela, é ela, a nossa aparição,
Feita de estrelas, sombras, ventanias
E séculos sem fim, surgindo, enfim,
Cá fora, sobre a Terra, à luz do Sol.
Teixeira de Pascoaes
domingo, 16 de novembro de 2008
…E o Tramagal aqui tão perto
Este fim-de-semana dei uma “saltada” ao Tramagal para beber uns copos com uns amigos. Enquanto o almoço foi servido mandámos o governo abaixo, várias vezes, congeminámos as melhores tácticas para o Sporting, Benfica e Porto, sim porque no encontro também lá estava o representante de Amarante, falámos de reformas, enfim …de tudo um pouco.
A digestão da grande almoçarada foi feita no parque ambiental de Santa Margarida que é muito interessante.
No regresso dei comigo a pensar: porque é que não faço isto mais vezes? Afinal o Tramagal é já ali e o melhor desta vida são os amigos.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Não à Barragem do Fridão
Eu confesso que não faço ideia se a rapaziada do Bloco de Esquerda tem razão no seu protesto, mas que eu achei graça ao cartaz que encontrei numa rotunda de Amarante, lá isso achei.
domingo, 10 de agosto de 2008
Companhia, firme…
A Pandilha dos “Furriéis da CCS” voltaram as reunir as tropas. Num restaurante em Amarante sobre o Rio Tâmega, discutimos os grandes temas que assolam o Pais, tais como a validade da equipa espanhola da Luz, a boa carreira do Sporting e o Glorioso FCP, (o organizador do encontro é do norte).
Quando eu fiz seiscentos Quilómetros para passar o dia com estes “coirões” julgo que está tudo dito. Há amigos que são para o resto da vida.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Fui à terra do Marcelo
Foi um óptimo fim-de-semana, e como prova de gratidão “ofereci” à sua equipa aquele brinde no Estádio do Dragão.
domingo, 3 de dezembro de 2006
Rio Tâmega
Esta fotografia tirada na Primavera em Amarante, dá-nos uma vista do Rio Tâmega, com as suas margens enfeitadas de casas do século XVII, cujas varandas de madeira colorida e os Restaurantes com os seus terraços debruçados sobre o Rio, dá-nos uma paisagem deslumbrante.Esta fotografia foi tirada na ponte de S. Gonçalo, que nos leva ao monumento com o mesmo nome.
Fico a imaginar até onde teriam subido as águas nesta altura de cheias.
domingo, 4 de junho de 2006
Visita a Amarante
Foi quase um fim-de-semana perfeito, não fosse o facto deste companheiro ser do FCP.
Enfim, não há ninguém perfeito, e como castigo um dia destes vou lá voltar.















