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domingo, 15 de setembro de 2019

Vamos lá fazer o sumário

Pois é, tal como na Escola depois da matéria dada é tempo de fazer o sumário, e como diz a canção “Meu querido mês de Agosto”
Ele foi uma almoçarada no Manuel Vina, para comemorar os anos da Beta, um Encontro na Lareira para celebrar os 90 anos do “Meu Primeiro Sargento”, uma tradicional sardinhada que se faz há várias décadas e uma volta pelo Algarve que acabou com uma almoçarada em casa de gente boa.
São estas pequenas coisas que fazem bem à alma e sentir como é bom ter amigos com quem partilhar a vida.      





domingo, 7 de abril de 2019

Uma volta na Covilhã

Abril é mês de encontros do “MFA” e assim a minha “Pandilha” marcou presença na Covilhã.
Com o decorrer dos anos já teci vários comentários sobre este grupo fabuloso, mas nunca é demais frisar que não há malta como esta.
Este ano o grupo teve algumas ausências, mas por vezes a vida tem circunstâncias que não permitem a reunião de toda a gente, mas mesmo não estando presentes fisicamente estão em espírito.
Este ano a chuva e a neve também resolveram aparecer, mas como dizíamos há 45 anos, chuva civil não molha militar. Em agosto voltamos à carga e desta vez em Caldas da Rainha, para comemorar os 90 anos do “Meu Primeiro”.






sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Os meus amigos na Gala Empresarial da ACCCRO

Este Encontro, transformado em Gala Empresarial desde 2013, além da pompa do nome é um pretexto para estar com os amigos e assim aconteceu, no meu último ano na direcção da ACCCRO, convidei estes amigos para partilharem comigo este momento que assinala também os 116 anos desta Associação. que teve na sua origem Rafael Bordalo Pinheiro, uma figura incontornável na história da cidade.
Esta foi a mesa Saurimo, para a maioria dos meus amigos o nome não diz nada para nós teve um significado especial.

domingo, 12 de agosto de 2018

Encontro em Tancos

Não há um grupo de Amigos como este. No Sábado passado cumpriu-se mais um encontro da “Pandilha”, Tancos, à beira do Tejo, foi o cenário para mais uma almoçarada dos “Furrieis da CCS”, e não só, e a coisa promete continuar. Já ficou agendado para a Covilhã a próxima reunião de trabalho, lá mais por altura da Páscoa.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Reunião do “MFA”


Já escrevi por várias vezes que os amigos não têm prazo de validade, e estas reuniões de “trabalho” são a prova disso mesmo.

Este grupo dos ”Furrieis” passou pelo Leste de Angola há 43 anos, foi uma experiência de vida única.

Num período histórico do nosso País, nós não fomos figurantes, fomos actores de verdade e esta é também uma forma de comemorar o 25 de Abril, mas fundamentalmente de comemorar a amizade.

domingo, 7 de agosto de 2016

Um encontro em Avanca


A Pandilha voltou à carga e num Sábado encalorado, fomos até Avanca para uma visita á casa Museu do Prof. Egas Moniz e depois um belíssimo almoço na Picanha na Brasa, isto sem esquecer um soberbo lanche em Pardilhó.
Como estas reuniões de trabalho não são conclusivas, já foram agendadas mais quatro até 2018.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Encontro da "Pandilha"

Ele há coisas que não conseguimos explicar, mas as amizades do tempo de tropa não têm prazo de validade.
Claro que para as cimentar é fundamental estes Encontros que a “Pandilha” faz com alguma regularidade, foi o caso da “reunião de trabalho” na Quinta Verde em Marco de Canaveses.
De registar algumas ausências, mas um belíssimo Almoço na “Quinta Verde”, seguido de vários repastos, depressa nos fez esquecer os ausentes, e o mau tempo que se fez sentir
Como ficaram alguns assuntos pendentes, ficou marcado para Agosto, nova “reunião de trabalho” desta vez na Zona de Estarreja.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Uma volta por Abrantes

O dia não estava grande coisa mas a companhia foi óptima e o convite irrecusável, por isso no Sábado fui até ao Tramagal para um repasto de se tirar o chapéu que terminou com um cafezinho em Abrantes.   

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Encontro na Covilhã

Duas vezes por ano este grupo de "Furrieis" dá corda aos sapatos e ruma para o ponto de encontro, combinado previamente no ano anterior.
Desta vez fomos até ao Canhoso, uma bonita aldeia mesmo ao lado da Covilhã.
O nosso anfitrião Sampaio.um emigrante em França, conduziu-nos pelas entranhas da Serra até um belíssimo Restaurante, onde demos início a dois dias de grande Camaradagem.
Já começa a ser um lugar comum, mas não há duvida que os verdadeiros amigos não têm prazo de validade.
No próximo ano as paragens são, em Castelo Branco e Amarante e claro que aqui estarei para colocar a foto de família.    

domingo, 29 de abril de 2012

O Grupo dos “Furriéis”


...E no sábado lá fui até ao Tramagal para mais uma “reunião de trabalho”.
Depois de uma visita ao Campo Militar de Santa Margarida, conforme a fotografia documenta, seguiu-se uma almoçarada no Restaurante Central Parque, e uma tarde bem passada, como é habitual ou não fosse este um grupo de Amigos sem prazo de validade.
Como a reunião de trabalho não foi muito conclusiva, ficou agendada nova sessão para o dia 4 de Agosto na Covilhã onde não tencionamos resolver os problemas do país, mas dar força a uma frase de que eu gosto particularmente.
 “Há pessoas de entram na nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem”

domingo, 29 de agosto de 2010

O Poeta do Marão

Num recente encontro de Amigos em Amarante, tive oportunidade de visitar a casa de Teixeira de Pascoais ou o Poeta do Marão como alguém o chamou.
A visita só foi possível graças à boa vontade de uma familiar do poeta, pois tanto quanto me apercebi todo o espólio ainda se encontra na posse da família e não está aberto ao público, o que por outro lado não permite uma conservação adequada devido aos elevados custos de manutenção.

Teixeira de Pascoaes (Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos) nasceu em Amarante, a 2 de Novembro de 1877, e faleceu a 14 de Dezembro de 1952. Estudou no Liceu Nacional de Amarante, tendo partido para Coimbra em 1896, onde conclui o seu curso de direito.
Nunca se adaptou à vida normal coimbrã seguida pelos estudantes de então, confinando-se ao seu quarto, aos seus livros, aos seus papéis e às suas ruminações de homem que "não fora feito para este mundo".
O verdadeiro amor de Pascoaes dirigia-se à natureza, ao silêncio, ao mistério, aos fantasmas. O mundo fantástico era o seu mundo".
Durante a passagem por Coimbra, fez alguns amigos como Fausto Guedes Teixeira, Augusto Gil, João Lúcio e Afonso Lopes Vieira. Conheceu Leonardo Coimbra, Jaime Cortesão e Raul Brandão, entre outros.

Embora estes “assuntos da poesia ” sejam mais a especialidade do meu amigo Orlando Santos, escolhi este poema para terminar este pequeno apontamento.

A MÁSCARA

Esta luz animada e desprendida –
Duma longínqua estrela misteriosa
Que, vindo reflectir-se em nosso rosto,
Acende nele estranha claridade;
Esta lâmpada oculta, em nossa máscara
Tornada transparente e radiante
De alegria, de dor ou desespero
E de outros sentimentos emanados
Do coração dum anjo ou dum demónio;
Este retrato ideal e verdadeiro,
Composto de alma e corpo e de que somos
A trágica moldura, errando à sorte,
E ela, é ela, a nossa aparição,
Feita de estrelas, sombras, ventanias
E séculos sem fim, surgindo, enfim,
Cá fora, sobre a Terra, à luz do Sol.

Teixeira de Pascoaes

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Zé Povinho em Amarante

Minha boa Amiga Isabel Castanheira, tu cuida-te, se a tua Maria Paciência teve o seu momento alto com a apresentação do suplemento de aniversário do Zé, que tu tão bem coordenaste, este Zé Povinho que aqui se retrata, teve o seu momento de glória num dos melhores restaurante em Amarante, o Amarantino.

Aproveitando um encontro de amigos das aventuras dos tempos de tropa, resolvi oferecer o suplemento da Gazeta juntando ao gesto alguma encenação, que diga-se em abono da verdade resultou em pleno.

Foi uma graça que me deu muito prazer fazer, não só porque acho a criação do Rafael Bordalo Pinheiro um “boneco” de grande significado, mas fundamentalmente porque estes amigos são do melhor que há.

Ainda hoje não consigo encontrar explicação porque é que andámos tantos anos desencontrados.

…Mas a vida é o que é, e cá estamos para mais alegrias nos próximos encontros.

domingo, 4 de julho de 2010

O Fascínio do Águias D'Ouro

Não..descansem os meus amigos leoninos que não vou fazer a apologia das virtudes do Benfica.

O Águias D'Ouro é um Café-Restaurante que se situa em Estremoz.
Passei por lá em tempos de tropa e este espaço marcou-me de tal maneira que tornou obrigatório, sempre que possível, uma romagem de saudade aquele local de culto.

Edifício construído entre 1908 e 1909, foi inaugurado como café a 4 de Abril de 1909. O seu proprietário inicial era Francisco Rosado, da firma Rosado & Carreço e o estabelecimento funcionava também como buffet e sala de bilhar.
Entre 1937 e 1939 tiveram lugar algumas obras de restauro e em 1964, sob responsabilidade de José Manuel Pinheiro Rocha, transformou-se o primeiro piso em restaurante, destituindo o edifício de alguns elementos originais. Após um abaixo-assinado de moradores de Estremoz, é classificado como Imóvel de Interesse Público em 1997.
A sua arquitectura ecléctica, especialmente visível na linguagem decorativa da fachada, torna-o num dos melhores exemplares do património edificado do concelho de Estremoz.

Estive lá um dia destes, onde me deliciei com saborosos pratos alentejanos, e já estou a planear levar lá a minha “Rapaziada da Pandilha”.

domingo, 11 de abril de 2010

Amigos sem prazo de validade

Não há pai para esta malta. Então não é que estes “malucos” fizeram mais de 1500 Km para cada lado, só para termos o prazer de uma almoçarada e uma tarde bem passada.

São assim os “furriéis” da CCS do Batalhão de Cavalaria 8322. Estivemos duas dezenas de anos sem nos encontrarmos, mas em 2001, juntámos a “Pandilha”, tomámos o gosto e não queremos outra coisa.

São assim os amigos sem prazo de validade.

Para o registo ficar completo diga-se que o encontro começou com uma visita ao Museu José Malhoa e acabou com um almoço, lanche e jantar na "Casa do João" (Antiga grelha do Nobre).

…e porque levamos estas coisas muito a sério, já ficou marcado para 7 de Agosto em Amarante, nova “reunião de trabalho”.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Na Rota das Aldeias de Xisto

Este fim de semana, a convite de um amigo, "meti pés ao caminho" e fui até à zona do Fundão.
Percorri a rota das aldeias de xisto, confesso que conhecia muito mal toda aquela zona, mas achei lindíssimo.
No domingo fui levado à “aventura” de um almoço na aldeia de Açor, mais propriamente à festa de artes e sabores da Maúnça. Fiquei a saber que esta festa se faz todos os anos por alturas do S.Martinho.

Neste fim de semana, as portas das casas abrem-se para o visitante. Cada casa, na sua “loja”, na sua sala, na garagem ou no armazém, são "Restaurantes ou Lojas", onde nos podemos deliciar com os seus sabores: o coelho no azeite, a chanfana, os brulhões ou maranhos, o cabrito assado, o feijão com couves acompanhado de carne da salgadeira e enchidos fumados, servidos com muita gentileza, pão caseiro e vinho da Maúnça. E as sobremesas da castanha, arroz doce, miaus, os queijos "corno" e à ovelheira ou cabreira.
Depois ajudamos a digestão com licores originais como o da castanha, a aguardente de medronho e mel e uma caminhada pelas "tasquinhas", na mira de mais uma gulodice ou para apreciar o artesanato local.

Comi umas “berças”, uma “prateirada” de feijão com couves a acompanhar enchidos e outras carnes, e para tal empreitada foi-me fornecido apenas um prato e um garfo, depois as mãos fizeram o resto. Para sobremesa um arroz doce feito pela avó Ana.

Julgava eu que era impossível encontrar alguém conhecido naquele lugar perdido nos confins da serra da Gardunha, puro engano, quando me preparava para sair lá estava uma colega de Escola, a Teresa Faria.


domingo, 9 de agosto de 2009

Encontro no Arripiado

A Aldeia do Arripiado, ali junto a Tancos e a dois passos do Tramagal, foi o palco escolhido para um encontro de Amigos que fazemos regularmente em Agosto para aproveitar as férias do “Franciú” que faz parte do grupo da Pandilha, uma amizade cimentada desde os tempos de Angola e que os anos não conseguiram apagar.
Conforme se pode ver pelas fotos o local era bonito o restaurante “O Moinante” serviu bem, mas como sempre é a alegria do encontro que nos deixa saudades até ao próximo ano.




domingo, 31 de maio de 2009

A Pandilha está de volta

A minha rapaziada, mais chegada, dos tempos “da minha guerra de Angola”, mais uma vez respondeu à chamada.
Eles são de Amarante, Castelo Branco, Pardilhó (Estarreja), Tramagal, Setúbal e por aí fora, mas foi só dizer que a “Nau dos Corvos” em Peniche servia uma caldeirada de se tirar o chapéu e foi vê-los a percorrer km para estarem presentes.
Não sei se isto é coisa de velhos, mas cada vez gosto mais disto, e como diz o mais velho do grupo, o “Primeiro Roque”, o melhor é aproveitar porque cada vez temos menos almoços para fazer.
Desta vez dois ou três amigos não puderam vir, mas ficam desde já convocados para a “reunião de trabalho” no Tramagal, quando o calendário marcar o oitavo mês.

domingo, 16 de novembro de 2008

…E o Tramagal aqui tão perto

Este fim-de-semana dei uma “saltada” ao Tramagal para beber uns copos com uns amigos. Enquanto o almoço foi servido mandámos o governo abaixo, várias vezes, congeminámos as melhores tácticas para o Sporting, Benfica e Porto, sim porque no encontro também lá estava o representante de Amarante, falámos de reformas, enfim …de tudo um pouco.
A digestão da grande almoçarada foi feita no parque ambiental de Santa Margarida que é muito interessante.
No regresso dei comigo a pensar: porque é que não faço isto mais vezes? Afinal o Tramagal é já ali e o melhor desta vida são os amigos.



domingo, 10 de agosto de 2008

Companhia, firme…

A Pandilha dos “Furriéis da CCS” voltaram as reunir as tropas. Num restaurante em Amarante sobre o Rio Tâmega, discutimos os grandes temas que assolam o Pais, tais como a validade da equipa espanhola da Luz, a boa carreira do Sporting e o Glorioso FCP, (o organizador do encontro é do norte).
Quando eu fiz seiscentos Quilómetros para passar o dia com estes “coirões” julgo que está tudo dito. Há amigos que são para o resto da vida.

domingo, 16 de março de 2008

Do Ford Capri ao Fiat 600

Eu confesso que para mim os carros são “coisas” com rodas que servem para a gente se deslocar de um lado para o outro e ponto final. Quando a conversa é sobre “máquinas” dou comigo a pensar que estes fulanos são maluquinhos.
Mas há carros e carros. Este fim-de-semana encontrei-me com uns camaradas de “Outras Guerras”, e o meu Amigo Joaquim Rodrigues (Barriguinhas para os amigos), que tem a tal “pedrada” por carros antigos, desta vez apresentou-se na reunião com este magnifico exemplar dos anos setenta que se portou lindamente na viagem de Castelo Branco a Pardilhó (Murtosa) e regresso. Em matéria de carros antigos este meu amigo é reincidente, se não vejam este magnifico Fiat 600, outra preciosidade, que ele trouxe noutro encontro.