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terça-feira, 22 de maio de 2018

O Painel do Júlio Pomar

Hoje de manhã quando fui à Praça da Fruta e estacionei em frente ao Café Central, veio-me à memória um episódio a propósito do painel que se encontra no seu interior.
Nos meus afazeres profissionais, aquando das minhas idas regulares a alguns armazenistas em Lisboa, um cliente que se encontrava no mesmo estabelecimento que eu apercebeu-se que eu era das Caldas e perguntou-me se eu conhecia o Café Central, depois disso contou-me vários episódios vividos naquele espaço, num período em que esteve na Tropa em Caldas, concluindo as suas historias dizendo, com muita ternura e emoção, que na mesa junto ao painel do Júlio Pomar escreveu muitas cartas de amor.
Mesmo não sendo um frequentador assíduo do café defendo que se deve fazer um esforço para preservar este e outros espaços semelhantes.


domingo, 31 de janeiro de 2016

O Fado

O Fado é um belo quadro que José Malhoa pintou por volta de 1910.
Nesta pintura a óleo sobre tela é retratado Amâncio, afamado marginal (ou "fadista", então sinónimo) da Mouraria também conhecido por "pintor" e Adelaide, mulher de má vida, conhecida por Adelaide da Facada.

Na época a pintura foi mal recebida, inclusive o Rei D. Manuel sugeriu algumas alterações à pintura. Assim, inicialmente Adelaide tinha muitas tatuagens, o que era muito pouco comum para a época, e foi sugerido que fossem retiradas, ficando apenas uma muito pequena numa das mãos.

Mas a pintura, como qualquer arte, é dinâmica e este espectacular “Fado” exposto no Chiado por ocasião da candidatura do fado a Património da Humanidade dá uma roupagem nova ao quadro do Malhoa.

domingo, 27 de novembro de 2011

José Malhoa

Nasceu nas Caldas da Rainha a 28 de Abril de 1855. Aos 12 anos, em 1867, entrou para a escola de belas artes. Em 1881 deixou o comércio para se dedicar inteiramente à arte. O primeiro trabalho, que lhe ofereceram, foi o de pintar o tecto da sala de concerto no Conservatório Real de Lisboa, a partir daí são bem conhecidos todos os seus quadros, que naturalmente, na sua maioria estão no Museu que tem o seu nome.

Esta introdução serve para apresentar umas vinhetas do centenário do pintor, que o meu amigo José Fernando me facultou.









sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Leão de Ouro

Na semana passada almocei em Lisboa no Leão de Ouro, que fica na Rua 1º de Dezembro, ali ao lado da Estação de Caminhos de Ferro do Rossio.
Além de se comer bem, este Restaurante, fundado em 1842, tem algumas particularidades que me agradam.
Já há uns anos que não passava por lá, fui algumas vezes cliente daquela casa, até porque aproveitava para cumprimentar um conterrâneo da Sobrena que lá trabalhava.
Mas o motivo porque trago para o Blog o assunto, é porque na parede, há uma reprodução enorme do quadro do Columbano, que representa o “Grupo do Leão”, que segundo apurei, se reunia naquele local no início do século passado quando o Restaurante se chamava “Cervejaria Leão”.
Deste grupo de ilustres pintores destaque para Columbano Bordalo Pinheiro, Rafael Bordalo Pinheiro e José Malhoa, todos eles muito ligados à nossa cidade.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Gosto desta aguarela

Em Agosto o CCC levou a cabo International Watercolour Meeting of Caldas da Rainha, que tinha como objectivo reunir uma dúzia de pintores e faze-los percorrer as ruas das Caldas para captarem com os seus pincéis algumas paisagens.

O Moldavo Eugen Chisnicean ganhou um prémio com o quadro aqui retratado.

A sua aguarela ilustra uma cena urbana da Rua das Montras, aliás já sugeri ao meu amigo Alexandre Tomaz que adquirisse esta obra pois a sua loja, A “Túnica” tem lugar de destaque.

Não sei qual o valor comercial desta aguarela mas que gostaria de a pendurar numa parede de minha casa, isso é verdade.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

As aguarelas da Esmeralda


Tudo o que se relaciona com as Caldas tem para mim um fascínio especial, e hoje trago para o Blog duas aguarelas da minha amiga Esmeralda Duarte, ou lembrando os tempos de Escola, a menina das trancinhas.

A Esmeralda no mês passado teve oportunidade de mostrar a sua arte, numa galeria de Leiria, e ficou bem patente, que embora a viver em Setúbal há algum tempo, não esqueceu as Caldas, um exemplo disso são estas magnificas aguarelas dos Pavilhões do Parque e a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo.
Minha amiga, não me foi possível visitar a exposição em Leiria, mas fica aqui a promessa que para a próxima, seja onde for, lá estarei para te felicitar pelo teu trabalho.