Não mudei a minha opinião, embora considere que foi um homem muito à frente do seu tempo com algumas obras arrojadas, mas que não são de fácil apreciação.
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domingo, 19 de janeiro de 2020
Ferreira da Silva
Confesso que não sou um grande apreciador da arte de
Ferreira da Silva, mas a sua obra também não me é indiferente, e hoje, como os programas
da TV são uma “pessegada” que já não há pachorra, aproveitei para dar uma
olhadela ao livro do João Serra sobre a vida e obra de Luis Ferreira da Silva.
Não mudei a minha opinião, embora considere que foi um homem muito à frente do seu tempo com algumas obras arrojadas, mas que não são de fácil apreciação.
Não mudei a minha opinião, embora considere que foi um homem muito à frente do seu tempo com algumas obras arrojadas, mas que não são de fácil apreciação.
Temas:
A Minha Estante,
Ferreira da Silva,
João Serra,
Livros
sexta-feira, 24 de março de 2017
A Minha Estante – Vidro o outro nome da Terra
Este livro publicado por altura do centenário da morte de
Rafael Bordalo Pinheiro, foi o catálogo de uma exposição de Ferreira da Silva
na galeria Osiris.
Sobre a sua biografia destaco este parágrafo, que achei muito interessante.
…Na Secla, conheceu Hansi Staell que desenhava modelos para a produção. A artista, de nacionalidade húngara, consolidara uma viragem cultural na empresa, que levara ao abandono do padrão tradicional da louça das Caldas em favor de novos conceitos de designo
Fora do rígido horário laboral, Ferreira da Silva, prosseguia a sua busca de um espaço mais pessoal e criativo. Beneficiou então da experiência e camaradagem de Hernâni Lopes, então professor na Escola Comercial e Industrial caldense, um excelente pintor, discípulo de Abel Manta e que frequentara as aulas de Vasquez Dias em Madrid. Reencontrou Júlio Pomar que veio até às Caldas fazer um mural para o Café Central e na ocasião frequentou o Studio da Secla e realizar algumas peças cerâmicas.
Sobre a sua biografia destaco este parágrafo, que achei muito interessante.
…Na Secla, conheceu Hansi Staell que desenhava modelos para a produção. A artista, de nacionalidade húngara, consolidara uma viragem cultural na empresa, que levara ao abandono do padrão tradicional da louça das Caldas em favor de novos conceitos de designo
Fora do rígido horário laboral, Ferreira da Silva, prosseguia a sua busca de um espaço mais pessoal e criativo. Beneficiou então da experiência e camaradagem de Hernâni Lopes, então professor na Escola Comercial e Industrial caldense, um excelente pintor, discípulo de Abel Manta e que frequentara as aulas de Vasquez Dias em Madrid. Reencontrou Júlio Pomar que veio até às Caldas fazer um mural para o Café Central e na ocasião frequentou o Studio da Secla e realizar algumas peças cerâmicas.
Titulo:
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Vidro o outro nome da Terra
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Autor:
|
Câmara Municipal de Caldas da Rainha
|
Ano:
|
2006
|
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Vidro o outro nome da Terra
Continuando na arrumação da minha estante, aqui está mais um
livro que é um tributo a Ferreira Silva.
…A obra de Ferreira da Silva e também a sua vida, vivida na
intransigência da Liberdade criativa e de um espírito indómito e exaltante, são
o melhor tributo que Rafael Bordalo Pinheiro poderia ter cem anos depois da sua
morte.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Cerâmica 2009 – Ferreira da Silva

A apresentação do evento vai também proporcionar uma homenagem ao artista Ferreira da Silva que celebrou recentemente o 80º aniversário.
Associando-me ao acontecimento, publico aqui um postal muito interessante do artista, alusivo ao Natal, que faz parte da colecção do Valentino Subtil que amavelmente me permitiu partilhá-lo com os amigos que por aqui passam.
Ainda sobre o artista alguns dados biográficos:
Nasceu no Porto em 1928, mas foi em Coimbra que despertou para a arte, ao ingressar na escola Avelar Brotero.
Aos 16 anos ingressa numa cerâmica do Bombarral, passa por Alcobaça e chega à Secla aos 26 Anos para chefiar a secção de pintura.
Em 1949 integra um grupo de figuras seleccionadas para expor na Gulbenkian e em 1958 inicia a produção própria na oficina do Afonso Angélico que vendia numa loja do Chiado em Lisboa.
Mais tarde, Ferreira da Silva tornou-se designer, mas não abandonou a produção a partir da roda. Esteve também envolvido na criação do Cencal - Centro de Formação Profissional para a Indústria Cerâmica, nas Caldas da Rainha, onde deu formação e realiza projectos especiais sob encomenda.
"puchei" este comentário para a face do blog porque o considero um contributo muito interessante:
Um verdadeiro artista! Tive a sorte de conviver com ele, a esposa e os dois filhos, quando moravam no Bairro da Ponte. Ele conheceu o meu pai na fábrica "Coimbra Frutuoso",e desde essa altura tornaram-se inseparáveis!Quando chegaram ao Bombarral para trabalharem na fábrica "Cerâmica Bombarralense", morreram de amores por duas amigas naturais daquela terra e casaram-se. Ele com a Maria José e o meu pai com a minha mãe. Quando chegaram à SECLA conheceram a Madame Hansi Staell, pintora húngara. Foram amigos do saudoso Hernâni Lopes,antigo professor de desenho da Escola Comercial e Industrial das Caldas da Rainha,cenógrafo da RTP desde 1957 e amigo lá de casa (tenho um quadro pintado por ele, como oferta de casamento).Mais tarde o meu pai teve a oferta da SEOL e lá ficou a SECLA pelo caminho.Ao remexer nas minhas recordações, encontrei este programa da festa de Natal de 1956 que acho muito interessante, pois figuram os nomes de meus pais, o meu,o Ferreira da Silva,a Madame Staell e o Hernâni Lopes...e eu lembro-me disto como se fosse hoje! O grande Hernâni faleceu em 1997. Actualmente, a esposa de Luis Ferreira da Silva,Maria José encontra-se ausente de Portugal,um dos filhos encontra-se a viver na Suiça e o outro em Lisboa e eu tenho as gratas lembranças de ter brincado com eles...


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