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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A minha Estante – Poemas Dispersos

Amilcar de Figueiredo, filho e neto de notáveis ceramistas fez a sua formação na “Universidade” Rafael Bordalo Pinheiro, marcado pelo ensino competente de grandes mestres: Manuel José António, Abilio Moniz Barreto e tantos outros. Fotografo de profissão, Poeta e coleccionador nas horas vagas.
Deste livro de Rimas Frescas; Vagas prosaicas; Quadras enquadradas e rónicas Rimadas, transcrevo este poema

Os Pregões

“Cavacas finas das caldas”… Foi isto
Que ressoou ao vento, num passado
Pouco distante. Disso estou lembrado.
“Séc’lo, olhó Diário”… E mais isto!

Eram cavacas e Jornais!...Foi disto
Que transportava o vento, ar sujado,
Ambiente, que então foi misturado
Com o fumo, comboios e só visto!

“Cavacas finas das Caldas”!-Lembrança
Que antigamente, aos tempos, vivia,
Maria das Cavacas, com pujança,
Pregoava quando o comboio via!
-Também Henrique dos jornais…Lembrança
Se o comboio chegava mas, partia!..

Titulo:
Poemas Dispersos
Autor:
Amilcar de Figueiredo
Ano:
2008

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Um Postal do Amilcar de Figueiredo

Em Julho deste ano publiquei aqui no Blog alguns postais que o Amilcar de Figueiredo, proprietário da Foto Articor, editou.
Num deles, o que hoje publico de novo, tinha como legenda que se tratava de uns moinhos no alto do Nadadouro, o que está errado.
O meu amigo Amilcar de Figueiredo fez o favor de me corrigir pois esta paisagem é na Serra nos Mangues, entre S.Martinho do Porto e Nazaré.
Este jovem “aposentado” que tem como hobby “Escrever poesia. Crítica política quando isso é oportuno e Fotografia” tem um espaço na internet que pode visitar em:
http://amilcardefigueiredo.spaces.live.com/

domingo, 12 de julho de 2009

Postais das Caldas - I

Estes postais, que não foram muito divulgados, fazem parte de uma colecção editada pela Foto Articor, sendo as fotografias da autoria do proprietário o Sr. Amilcar de Figueiredo.

“Puxei” de novo o post sobre os Postais do Amilcar de Figueiredo porque o meu amigo Artur me “puxou as orelhas”.

“Os postais não foram divulgados na devida altura e é pena, porque, à excepção do primeiro, nos remetem para locais emblemáticos da cidade pouco retratados pelas edições mais comerciais. Os dois recantos da Mata Real seleccionados têm um significado muito especial para mim, pelas agradáveis reminiscências de infância que tiveram o condão de convocar a uma distância tão alargada no tempo. Apesar dos esforços desenvolvidos, continuo sem conseguir identificar os espaços documentados na segunda e na quinta fotografia. A legendagem sucinta de cada uma das imagens talvez ajudasse os mais distraídos a avivarem a memória e, quem sabe, a marcar uma visita especial «in loco»…

Então cá está o Post revisto e aumentado.


Praça da República
Moinhos do Alto da Serra do Bouro

Parque das Merendas - Mata

Mata (junto do portão da Igreja do N.S.Populo)

Casa Museu da Fábrica Bordalo Pinheiro

Estrada da Foz

"Aberta" da Foz do Arelho

Mata

Chafariz da Rua Vitorino Frois

domingo, 4 de novembro de 2007

Caldas - Praça da Fruta

Este Postal Ilustrado editado por Amilcar de Figueiredo, mostra-nos como a Praça da República, outrora Praça do Rossio, empedrada em 1883 com o apoio financeiro de Faustino da Gama, é um belo exemplo de calçada portuguesa.
Embora já na curva descendente, o movimento na praça continua a ser interessante. O frenesim, principalmente dos Sábados, começa ao romper do dia até às duas da tarde, onde são transaccionados, principalmente frutas e legumes frescos na sua maioria cultivados na zona. Os figos e as amoras apanhadas nos caminhos e vendidas em “caixinhas” são alguns dos exemplos.
Mas vende-se um pouco de tudo desde os ovos, coelhos e galinhas até às tradicionais “pilinhas das caldas” que para os excursionistas provoca sempre momentos de grande alarido e de alguma brejeirice.
Longe vão os tempos em que o metro quadrado era disputado desde as 5 da manhã, porque era ponto assente que o meio da praça era onde estava a alma do negócio, dizia-se mesmo que nas pontas os preços eram mais baratos.
A ladear esta praça podemos ver inúmeras referências da cidade, desde o Café Central, noutros tempos centro de tertúlias intelectuais, até aos azulejos de”arte nova” da “Nova Padaria Taboense”, produção Bordalo Pinheiro fabricados na Fabrica de Faianças.