Rezam as crónicas que desde meados do seculo XIX, o azulejo
ganhou presença nas fachadas dos edifício
s como meio de publicitar as casas
comerciais.
Alguns que ainda vão resistindo ao tempo, são autênticas obras
de arte, da variedade de cores, de padrões, de brilhos, de figurações e ornatos,
resultam composições magníficas que transformam o cenário urbano.
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domingo, 16 de outubro de 2016
Painéis de Azulejos publicitários
Este que aqui reproduzo, fotografei (com o telemóvel) na Rua
São José, em Lisboa, e como sou fascinado por neste tipo de painéis não podia
deixar de partilhar com os meus amigos.
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Comércio,
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Caldas no seu melhor
Sinceramente já não sei o que diga perante esta fotografia,
como é possível que alguém tenha colocado o azulejo nesta posição e tenha
achado normal?
E o mais grave é que esta situação já se arrasta á mais de um ano, pelo menos, e ainda ninguém achou por bem mandar pôr o canto da moldura na posição certa, e já agora chamar á responsabilidade o “artista” desta pequena maravilha.
E o mais grave é que esta situação já se arrasta á mais de um ano, pelo menos, e ainda ninguém achou por bem mandar pôr o canto da moldura na posição certa, e já agora chamar á responsabilidade o “artista” desta pequena maravilha.
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Azulejos,
CMCR,
Rua Júlio César Machado
terça-feira, 22 de setembro de 2009
A Oliva chegou ao fim
A Oliva apresentou um pedido formal de insolvência. Chega assim ao fim uma Industria emblemática dos anos 50/60.
Fundada em 1925 como "Oliveira, Filhos e Cia. Lda", esta empresa de S. João da Madeira começou por dedicar-se à indústria de fundição, serralharia, serração e carpintaria mecânica.
Em 1934 chegavam à Oliva os fogões de cozinha, ferros de engomar, radiadores e tornos de bancada e em 1948 era inaugurada a fábrica das máquinas de costura que lideraram o mercado nacional durante mais de 30 anos.
Oliva - Uma verdadeira máquina em coser, chulear e até em trabalhar com duas agulhas!
Era Assim a publicidade dos anos Sessenta.
Da Oliva resta os imóveis que são considerados exemplos maiores da arquitectura industrial portuguesa dos anos 50 e 60, e tanto quanto se sabe irão ser aproveitados para um pólo de desenvolvimento Industrial.
Nota: Esta foto é de uma parede algures no Porto e publicada no Blog "Bonecada de Alexis"
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domingo, 13 de setembro de 2009
Uma Associação com 114 anos
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha completou este Sábado 114 anos.
Por iniciativa de Ernesto Botelho Moniz, Eduardo Barbosa, Eduardo Gonçalves Neves, Artur Ferreira Neto e Henrique Sales Henriques, esta associação viu os seus estatutos aprovados em 14 de Setembro de 1895 pelo Visconde de S.Sebastião, ao tempo Governador Civil do Distrito de Leiria.
Não conheço particularmente como tem sido a vida desta associação, mas imagino que a exemplo de outras também não seja fácil, pese embora o facto de ser um tipo de colectividade onde a angariação de fundos encontra maior receptividade por parte das populações e do poder local.
Muito se tem falado na profissionalização ou não deste tipo de actividade.
Muito se tem falado na profissionalização ou não deste tipo de actividade.
Pessoalmente julgo que este é um passo fundamental, embora o voluntariado tenha o seu espaço. De uma maneira ou de outra e quer se goste ou não de alguns exageros, como as ambulâncias a circular pelo centro da cidade, quando outras opções tornariam mais rápido a sua deslocação, ou a sirene que já não é tão eficaz no chamamento como outros meios de comunicações, os Bombeiros continuam a ser uma importante força social de Socorro.

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