Aqui há uns dias, numa reunião com alguns comerciantes, dizia
um fabricante de Cavacas das Caldas que tinha deixado de vender o seu produto
nas Caldas para as vender em Óbidos.
Outro Amigo, proprietário de um Restaurante, alertava para o
facto de as excursões organizadas para os “reformados” que faziam o percurso
Nazaré – Óbidos – Lisboa, almoçavam no seu espaço, mas os condutores das
camionetas nem queriam ouvir falar da hipótese de vir ao centro da cidade, pois
era impensável o estacionamento.
É por estas e por outras que Caldas é uma cidade em vias de
extinção, isto tudo porque as “mentes brilhantes” que comandam o destino do
burgo estão mais interessados em guerras de sucessão do que pensar a cidade.
…Vamos a ver é se na altura que queiram inverter a situação
ainda há cidade, porque Comércio já não haverá certamente.
Para reflecção aqui fica um cartaz turístico dos anos cinquenta,
quando as Caldas era um sítio recomendável.
Domingo, 27 de Maio de 2012
No tempo em que vinham excursões às Caldas
Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
Uma lição sobre Comércio de Rua
Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
Preciosidades da Rua das Montras
Como o meu Amigo Fernando Santos de Olhão sabe desta minha maluquice
de coleccionar coisas das Caldas, quando da sua visita á nossa Cidade, para
participar no encontro dos Antigos Alunos, fez-me o favor de trazer umas
autênticas relíquias do comércio da Rua das Montras.
Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
Hoje é dia de mudar o cabeçalho
Já passaram 60 Anos e nem dei pelo tempo passar, talvez
porque estou de bem com a vida.
Não que tenha sido fácil, mas esta estrada já palmilhada tem
sido feita em boa companhia, uma família “5 estrelas”, amigos fixes, e uma
enorme vontade de gozar a vida enquanto por cá andamos, porque o tempo não
perdoa.
A prenda já a recebi, veio de Londres e chama-se Tomás.
E neste dia de balanço aqui está um poema apropriado para
celebrar a ocasião.
Percorri caminhos,
(Uns sedosos outros pedregosos),
E aqui estou...
Sinto os espinhos cravados nas mãos
Das rosas que acariciei;
As pétalas secaram
Por entre folhas de livros
Esquecidos na prateleira
E cobertos de pó.
Foram 60 anos recheados
De alegrias, de tristezas,
De sorrisos, de lágrimas,
De esperança e desespero,
Mas aqui estou
Disposto a ir mais além...
Afinal, muito falta
Para alcançar os ramos e as folhas,
O cimo da montanha está longe,
E os caminhos abrem-se incessantemente.
Quarta-feira, 9 de Maio de 2012
A familia está a crescer
Digam lá se não tenho razão para estar baboso.
Depois das emoções do Encontro dos Antigos Alunos, uma saltada até Londres para o nascimento do mais novo membro da familia Ventura.
O Tomás nasceu em Londres, e isto levanta-me algumas dúvidas.
Será que ele vai ser do Sporting ou do Chelsea.
Domingo, 29 de Abril de 2012
O Grupo dos “Furriéis”
Como a reunião de trabalho não foi muito conclusiva, ficou agendada nova sessão para o dia 4 de Agosto na Covilhã onde não tencionamos resolver os problemas do país, mas dar força a uma frase de que eu gosto particularmente.
“Há pessoas de entram na nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem”
Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
O Fado das Caldas
Calça justa bem 'sticada
Polainas afiveladas.
Antigamente era assim;
Mantas de cor nas boleias (ai)
P´ras toiradas e pr'a ceias.
De milorde aguisalhada,
À cabeça da manada
Trote largo e para a frente,
Com os seus cavalos baios,
As pilecas eram raios
Fidalgos iam co'a gente.
E p'la ponte de Tornada
Por lá é que era o caminho
Bem conduzindo a manada
A passo, devagarinho,
E quem mandava o campino (ai)
Era o mestre Victorino.
Praça cheia, toca o hino
É dos Gamas, gado matreiro
Victor Morais, o campino,
Anadia, o cavaleiro
Que sortes tão bem mandadas
Haviam nessas toiradas.
Nos tempos que não vivi
Findavam as brincadeiras
Nas barracas do Levi
Com dois tintos das Gaeiras
Entre cartazes, letreiros
Com toiros, cavaleiros
Domingo, 22 de Abril de 2012
Ainda se lembram do 25 Abril?
Este post já passou por aqui em 2009, mas não resisto em recuperá-lo.
Será que ainda alguém se lembra do 25 de Abril?
Por mim faço questão de pôr o meu “cravo na lapela”, e nada melhor que dar voz ao poeta.
Tinha um cravo na lapela
tinha outro cravo na mão
pus um cravo na janela
e mais um no coração.
Dei cravos a tanta gente
tanta gente os deu a mim
nesse dia de repente
tudo em volta era um jardim.
Dei um cravo ao soldadinho
outro cravo ao capitão
liberdade pão e vinho
e que viva a revolução.
Cravo em verso cravo em prosa
cravo nosso meu e teu
em Maio que é mês da rosa
choveram cravos do céu.
Muito tempo já passou
no que passou desde então
mas o cravo esse ficou
dentro do meu coração.
Passa o tempo e não demora
no que passou desde então
mas o cravo inda cá mora
dentro do meu coração.
José Fanha (Abril 2006)
Domingo, 15 de Abril de 2012
Turita
O meu Amigo Alfredo está sempre pronto a dar a sua colaboração
a este blog, desta vez descobriu um envelope de fotografias reveladas no Turita,
casa que ele não se lembra.
Funcionava na Rua das Montras, onde hoje está a Ornatus e era propriedade do Dr. Lamy, do Sr. Miranda e de um irmão do Sr. Nogueira da Tália, cujo nome não me lembro.
Trabalhavam lá o Helder, na secção de fotografia a Ana, (Esposa do Mário Lino) e outras funcionárias que com o passar dos anos o nome não me recordo.
É isto que eu me lembro, (com ajuda cá da casa)…e já não é nada mau, pois estamos a falar de uma casa que teve o seu apogeu nos anos setenta.
Terça-feira, 10 de Abril de 2012
Casa do Benfica
Trata-se de uma carta da Casa do Benfica das Caldas da Rainha, enviada à C.M.C.R. no ano de 1953.
A Casa do Benfica na época tinha sede no Beco do Borralho e o Presidente da Camara Municipal era o Dr. Fernando País de Almeida e Silva.
Curiosidades com quase 60 anos.
Sexta-feira, 6 de Abril de 2012
O Teatro nos Pimpões
Comentários no Facebook:
José Santos......Amigo Ventura por as minhas contas deve ser em 1968/69, a minha Alice não era artista de teatros,mas sim em penteados, ela está sentada no meio,porque foi convidada pela Direcção porque ela era quem tratava dos penteados das artistas....Velhos tempos....
Zé Ventura.......Sim, sim Deves ter razão porque o Fernado Xavier já é muito crescidinho para ser dos anos cinquenta.Domingo, 1 de Abril de 2012
As Bicicletas – Retrato de um Povo
O Mário Lino, um apaixonado pelo ciclismo, pegou na sua objetiva
e recolheu umas excelentes imagens que deram corpo á exposição patente no Museu
do Ciclismo e que tem por tema “ Brasões do Povo humilde na Heráldica das
Bicicletas” .
Domingo, 25 de Março de 2012
Um Provinciano em Londres
Ora bem, então depois de uma estadia de 4 dias em terras de
sua majestade cá estou eu para mostrar algumas fotos destes dias muito bem
passados na companhia da Família toda, incluindo o Tomaz que está para chegar.
Segunda-feira, 19 de Março de 2012
...Foi bonita a minha festa
Quarta-feira, 14 de Março de 2012
...e já lá vão 25 anos
A Relação de parceria com clientes e fornecedores, dá-nos força para podermos acreditar num futuro próspero e longo, embora nenhum caminho seja longo quando os amigos nos acompanham.






MaximinoMartins disse...
Os meus parabéns e desejos de muitos anos de vida, saude...e bom negócio amigo Zé Ventura...!!Um abraço do Max...se puder, vou passar ...Já agora...: se possível, vê se providencias um vinhinho sem alcool...
Sem duvida na atual conjuntura é de salientar que ao fim de 25 anos continuar no mercado tão competitivo, mas é com rigor e honestidade e com alguma (teimosia) que se consegue vencer os desafios.
PARABENS
Maria dos Anjos - AMARO DA SILVA
Bom dia meus amigos
Lá estarei no sabado com mt gosto para vos dar os parabéns e brindar convosco os vossos 25 anos.
Beijinhos
Muitos Parabéns caro Amigo, afinal já somos dois a comemorar, eu em Paços de Ferreira faço 20 anos, voces aqui 25 e a Foto Franco 63 :)
Marcos Pinto - FOTO FRANCO

Parabens amigos ,eu adorava estar com a vossa companhia ai no sabado,para festejar o bonito aniversario,mas como moro um pouco longe,nao e possivel, mas envio um forte abraco ,para todos .
Jose G. Santos

Sinceros parabéns aos manos Ventura.Força contra a crise e, para já,votos de mais 25 anos de futuro para a Electrolider,pelo menos.
Um abraço e até amanhã.
Vitor Silva












































