sábado, 15 de junho de 2019

Hoje foi dia do 1º Sargento Roque fazer a prova de vida

O nosso “Primeiro” continua de pedra e cal e fazer ver aos mais novos que continua para as curvas…bem já são umas curvas mais apertadas, mas lá vai andando.
Hoje aproveitando uma passagem pelas Caldas dos meus amigos Mota e Carlos Silva, fomos fazer uma almoçarada e claro que o Roque lá estava, já agora envia um grande abraço para todos os companheiros do Batalhão de Cavalaria 8322-74.  

segunda-feira, 10 de junho de 2019

O Zé Povinho faz anos

"Nasceu com o 5º número da revista A Lanterna Mágica, de 12 de Junho de 1875. Em 1879, com o lançamento do novo jornal "O António Maria" (Primeira Série), apesar de analfabeto, surge com uma presença constante que ridiculariza os factos nacionais.
Zé Povinho espalha indiscriminadamente todo o seu fôlego satírico, ilustrando o catálogo da vida nacional, política e social, e das suas incongruências."
Agora o Zé está mais crescido, pela mão do António e de outros cartoonistas já é um cidadão da Europa, e certamente o seu criador Rafael Bordalo Pinheiro está muito satisfeito.
Esta data irá passar despercebida na cidade porque a Livraria 107 da minha amiga Isabel Castanheira, já não está lá para nos lembrar deste aniversário.

domingo, 2 de junho de 2019

Um Comércio levado a sério

Na semana que passou fui até Londres visitar a “minha rapaziada” e claro aproveitei o tempo para conhecer melhor uma grande cidade.
Bem sei que a dimensão da capital britânica não é comparável com o nosso burgo, mas ainda assim vale a pena pôr os olhos nestas fotos de algumas lojas da zona de Chelsea, onde o culto pelas flores é simplesmente fabuloso. A King´s Road (Julgo que é este o nome da avenida principal), tem centenas de lojas e em todas elas as flores são o tema de decoração.













quinta-feira, 30 de maio de 2019

Uma visita a Stamford Bridge

Como se pode ver eu estou sempre em cima do acontecimento. Fotos tiradas na tarde em que o Chelsea conquistou a Taca UEFA frente ao Arsenal.









terça-feira, 7 de maio de 2019

As Cavacas das Caldas na final das Maravilhas da Doçaria

A ACCCRO, sempre na frente na projecção da “Marca Caldas” apresentou a concurso das “7 Maravilhas dos Doces de Portugal” dois produtos Caldenses, o Pastel Bordalo, uma criaçao que dá os primeiros passos na arte da doçaria e as Cavacas das Caldas que pela sua provecta idade dispensa apresentação.
Num universo de 907 concorrentes, o Pastel Bordalo ficou pela segunda fase, enquanto as cavacas foram apuradas para a fase final, e diria com inteira justiça, porque é um produto que faz parte do melhor e mais tradicional da gastronomia da região.
Segundo reza a história a sua confecção teve origem na Fanadia de onde eram naturais as manas Rosalina e Gestrudes Carlota conhecidas pelos seus dotes de doceiras em Lisboa na corte do Rei D. Carlos.
Com a queda da Monarquia em 5 de Outubro de 1910, as senhoras voltaram ás suas origens e ao fabrico das Cavacas e Beijinhos que vendiam junto ao Hospital Termal, tornando estes produtos numa imagem identificativa da cidade.
Por tudo isso está na altura de prestar homenagem as estas doceiras de excelência e a melhor forma de o fazer é votar nas nossas cavacas neste concurso que a RTP irá promover.

domingo, 21 de abril de 2019

Onde estavas no 25 de Abril?

Como o tempo passa. Quarenta e cinco anos já nos separam daquela madrugada inesquecível para a minha geração, que viveu intensamente a “Revolução dos Cravos” bem como o período do PREC (Processo Revolucionário em Curso)
Respondendo à pergunta “onde estavas no 25 de Abril”, recordo que estava na tropa no Quartel de Paço de Arcos e curiosamente estava de “Sargento de Piquete”.
Fui alertado para o movimento por volta das cinco da manhã e lembro-me que tive perfeita consciência que a vida das pessoas se transformaria a partir daquele dia.
Para ilustrar este post utilizei uma gravura com o título de “O MFA guiando o povo Português” de Peter Gray, a partir de Eugene Delacroix e agora publicado no Centro de Documentação 25 de Abril.
Estas imagens empolgantes já desapareceram e os ideais de Abril também.....
Ficou uma sociedade cinzenta que acha tudo normal e até o direito à indignação se perdeu.

domingo, 7 de abril de 2019

Uma volta na Covilhã

Abril é mês de encontros do “MFA” e assim a minha “Pandilha” marcou presença na Covilhã.
Com o decorrer dos anos já teci vários comentários sobre este grupo fabuloso, mas nunca é demais frisar que não há malta como esta.
Este ano o grupo teve algumas ausências, mas por vezes a vida tem circunstâncias que não permitem a reunião de toda a gente, mas mesmo não estando presentes fisicamente estão em espírito.
Este ano a chuva e a neve também resolveram aparecer, mas como dizíamos há 45 anos, chuva civil não molha militar. Em agosto voltamos à carga e desta vez em Caldas da Rainha, para comemorar os 90 anos do “Meu Primeiro”.






sábado, 16 de março de 2019

16 de Março – A Revolta das Caldas

Hoje fui à Escola de Sargentos (ex  RI5), assistir ás comemorações dos 45 anos do 16 de Março. Fui e gostei muito por várias razões, uma delas é que me transportou para uma época onde a minha geração não foram meros figurantes, mas actores de verdade.
Já escrevi várias vezes que esta é uma data importante porque colocou as Caldas da Rainha na rota da luta pela democracia em Portugal.
Depois de algumas palavras sobre o acontecimento e outras de circunstância, fomos guiados numa visita pelo quartel e como é obvio nestes 45 anos muita coisa mudou.
Nesta visita não resisti a fotografar uns magníficos desenhos na parede de uma caserna.
Obrigado a todos os que me proporcionaram uma manhã de Sábado que me fez muito bem à alma.






quarta-feira, 13 de março de 2019

16 de Março – A Revolta das Caldas

'Reina a ordem no País' disse Marcelo Caetano a 28 de Março de 1974, na sua derradeira 'Conversa em Família', na RTP. Saiu-lhe caro. Quarenta dias após o 'Golpe das Caldas', a Revolução de 25 de Abril derrubava o regime absolutista. Reinava a ordem da liberdade.
…"Céu cinzento. Sábado. Meia-noite. 16 de Março 1974. Virgílio Varela, o então novato capitão do Movimento das Forças Armadas (MFA) detém o segundo-comandante do Regimento de Infantaria 5 (RI5) das Caldas da Rainha. Os camaradas Rocha Neves e Silva Carvalho aparecem, neutralizam a direcção da unidade. O comandante acorda. Mal larga a cama é preso.
Quatro da amanhã. O troço de soldados em linha comandada pelo capitão Armando Marques Ramos atravessa os portões do aquartelamento do R15, e inicia a marcha rumo a Lisboa. Os trinta e três oficiais, e mais de duzentos soldados, querem derrubar a ditadura mais teimosa da Europa.
O velocímetro não impõe milagres; 40 km/hora era o máximo que as máquinas bélicas suportavam. Mesmo assim, às seis da manhã, alcançam a capital. A três quilómetros das portagens de Sacavém deparam-se com um golpe totalmente distinto do almejado. Dentro de um Mini, os majores Casanova Ferreira e Manuel Monge trazem novidades. Péssimas; para darem meia-volta e voltar para o lugar de onde tinham vindo. Razões? Falta de planeamento e de comunicação." 
Pessoalmente julgo que a autarquia nunca valorizou este acontecimento, mas o ano passado fez “mea culpa” e inaugurou um monumento junto à Escola de Sargentos


domingo, 10 de março de 2019

Secla 1971

Numa altura em que se questionou se valeria a pena recuperar o edifício da Secla, vem a propósito estas fotos que faziam parte do Balanço Geral de 1971.
Nessa altura era presidente do conselho de Administração o Sr. Fernando Ponte e Sousa e a Secla viveu a azáfama de avultadas obras de renovação e inovação.








sábado, 23 de fevereiro de 2019

…e PRONTOS

Esta tarde fui beber um copo com o meu amigo Zé Eloi, e porquê? Passo a explicar o meu amigo, que é como sabem o proprietário do Maratona e da Taberna Marginal (S. Martinho do Porto), não pára de nos surpreender e num espaço lindíssimo na Avenida 1º de Maio, próximo da estação da CP, inaugurou o PRONTOS, que além de Co-work apresenta várias soluções empresariais para as necessidades do dia a dia.
Para a minha geração que tem sempre alguma resistência a estas “modernices”, ficamos sempre desconfiados, mas conhecendo o Zé Eloi, como conheço arrisco a dizer que esta ideia tem pernas para andar e está condenada ao sucesso, por isso meu amigo vai em frente porque as Caldas precisa de ideias inovadoras e de Empresários que não têm medo do risco.



domingo, 17 de fevereiro de 2019

Rodrigo Berquó o arquiteto das termas

Rodrigo Berquó foi um visionário. Para ele transformar as Caldas da Rainha numa das primeiras cidades termais da Europa, era uma missão que só não foi totalmente realizada por motivo da sua morte ocorrida no exercício da direcção do Hospital Termal, mas isso não lhe tira o mérito de ter sido um dos homens do seu tempo, com uns horizontes de futuro que ainda hoje se reconhece.


domingo, 10 de fevereiro de 2019

Os 110 Anos da Mercearia Pena

Falar dos 110 anos da mercearia Pena é falar de sinónimo de qualidade. Quando lá entramos os aromas que sentimos faz-nos viajar pelo nosso imaginário.
Sou frequentador da mercearia desse os tempos do Sr. Vitor, do Mané do Silvestre, do Zé Lopes, e tantos outros que por lá passaram. Quando em 1998 o Sr. Alberto da Bernarda adquiriu a Mercearia Pena ao Sr. Vitor Ferreira Santos, mais conhecido por Vitor do Pena, esta foi renovada, mas manteve as características dos velhos tempos.
Esta mercearia, que é uma referência do comércio tradicional desde 1909, recebeu o Prémio Mercúrio em 2007,  que é atribuído às 5 melhores casas de Comércio Tradicional do País. Em 2009 também é distinguida pela Camara Municipal pelos seus 100 anos e pela excelência do serviço prestado á cidade. 
O Sr. Alberto da Bernarda, um jovem setentão, continua cheio de energia, e tem no seu filho Rui da Bernarda um excelente continuador que lhe dá garantias de sucesso.
Parabéns a todos os que tornaram esta casa num estabelecimento emblemático da cidade.