Faz hoje 30 anos que desapareceu um dos mais brilhantes músicos
da revolução, José Afonso.
Encontrei-o várias vezes aqui nas Caldas da Rainha, Já numa
fase difícil da sua vida, julgo que vinha para as termas.
Zeca é um ícone, um símbolo da liberdade, mas quando passou
a património político, a sua música foi quase esquecida.
Foi músico, poeta, nome da revolução, mas foi também
professor. Quando passam 30 anos da sua morte, presto a minha singela homenagem
com esta estatueta feita por um brilhante ceramista Caldense, Constantino de
seu nome.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Zeca Afonso um símbolo da Liberdade
Temas:
Bustos,
Coleccionismo,
José Afonso
domingo, 19 de fevereiro de 2017
O homem dos mil dedos
Carlos Paredes (Coimbra, 16 de Fevereiro de 1925 — Lisboa,
23 de Julho de 2004)
Foi um dos grandes guitarristas e é um símbolo ímpar da
cultura portuguesa. Foi um dos principais responsáveis pela divulgação e
popularidade da guitarra portuguesa e grande compositor.
Carlos Paredes foi um guitarrista que para além das
influências dos seus antepassados - pai, avô, e tio, tendo sido o pai, Artur
Paredes, o grande mestre da guitarra de Coimbra - manteve um estilo coimbrão, a
sua guitarra é de Coimbra, e a própria afinação era do Fado de Coimbra. A sua
vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições.
Ficou conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.
Ilustra este texto uma magnífica peça de cerâmica do
Constantino.
Temas:
Bustos,
Carlos Paredes,
Coleccionismo,
Constantino
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