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domingo, 23 de setembro de 2018

Futebol de Salão

Este autocolante de 1979, editado pela Frami, para publicitar o Torneio de Futebol de Salão, leva-nos até ao recinto da Parada onde os jogos se disputavam em piso de cimento e ao ar livre, agora os tempos são outros e o Futsal é disputado em pavilhões com boas condições, e nalguns casos com equipas pagas a peso de ouro.
Como curiosidade, note-se o facto de algumas empresas participantes já não fazerem parte do tecido empresarial da cidade.

domingo, 28 de setembro de 2014

Movimento associativo dos anos 70

Estas foram algumas das colectividades que os anos setenta viram nascer nas Caldas da Rainha.
O Clube Operário "Os Estrelas" estava vocacionado para a prática do Ténis de Mesa. Os Calimeros tinham na Natação a sua modalidade de eleição. O Núcleo do MVD albergava várias modalidades, enquanto o Joarsan se dedicava ao basquetebol. O Real Sociedade tinha também várias modalidades, sendo no entanto o futebol a mais significativa. Por fim os Tufudos, além do Futebol, praticavam outras actividades.

domingo, 19 de abril de 2009

Cravos de Abril

Já são muitos os anos que nos separam da “Revolução dos Cravos”, mas eu tal como o Sr. Antão, que “incompreensivelmente”, aos meus olhos de então, comemorava a República, também eu continuo a “pôr o meu cravo na lapela”.
...E por favor não culpem o 25 de Abril por esta crise profunda que vivemos. Tal como também não pode ser responsabilizado pela imbecilidade da classe política que nos tem governado, nem tão pouco pelo facto de nos termos demitido de participar na “coisa pública” defendendo os nossos ideais.

Por tudo isto deixo aqui o meu cravo com este magnifico poema de José Fanha.

CRAVOS

Para os meninos que queiram recordar o que não viveram

Tinha um cravo na lapela
tinha outro cravo na mão
pus um cravo na janela
e mais um no coração.

Dei cravos a tanta gente
tanta gente os deu a mim
nesse dia de repente
tudo em volta era um jardim.

Dei um cravo ao soldadinho
outro cravo ao capitão
liberdade pão e vinho
e que viva a revolução.

Cravo em verso cravo em prosa
cravo nosso meu e teu
em Maio que é mês da rosa
choveram cravos do céu.

Muito tempo já passou
no que passou desde então
mas o cravo esse ficou
dentro do meu coração.

Passa o tempo e não demora
no que passou desde então
mas o cravo inda cá mora
dentro do meu coração.

José Fanha (Abril 2006)

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Carnaval

O Carnaval mais do que uma festa com data marcada no calendário, é um estado de alma.
No meu caso, sem ser um folião dos quatro dias, não dispensava uma boa animação como os bailes que aconteciam nos Pimpões ou Bombeiros, mas era no Lisbonense que a animação tinha o seu ponto mais alto.
Todos os anos tinha um ritual que recordo com frequência. No fim do baile, que acabava por volta das sete da manhã, era altura de ir até ao “Café Marinto” comer uma torradinha.
Esta não era uma torrada normal, era a torrada do fim do baile... e que bem que sabia.

No Bairro da Ponte organizávamos grupos para participar nas festas e desfiles que tinham a particularidade de sermos nós a confeccionar os nossos próprios fatos,
Na altura não tínhamos a Merche Romero a ganhar 7.000 Euros para mostrar as pernas, mas era muito mais divertido.
... Sinais dos tempos.
Nota: Não que eu tenha nada contra as pernas da Merche Romero.

O Fernando Pacheco, um Caldense a viver em Lisboa, leu o "post" e lembra-se bem das farras de Carnaval aqui descritas e fez questão, e muito bem, de o ilustrar enviando uma fotografia com o seguinte texto:

...Mando-te esta foto do Carnaval de 1972, tinha chegado do Ultramar (Moçambique) um mês antes, passei um "briol" que andei a semana seguinte com os pés frios.
Eu "Fernando Pacheco" sou o de Azul ao lado do meu cunhado Zé Gomes, que está de blusa branca, actualmente vive na Florida.
Bom Carnaval, um Abraço!... chau


Nota: Estas pernas não se comparam em nada ás da Merche Romero, mas é o que se pode arranjar.

terça-feira, 29 de abril de 2008

De "Abril" a "Maio"

Falar do 1º de Maio, é falar de Abril, e este autocolante da Festa da Amizade com o Zeca Afonso, ilustra na perfeição estas comemorações que já tiveram melhores dias.

É interessante recordar as manifestações do 1º de Maio de 1886, promovidas por um grupo de operários de Chicago, que tinham como luta principal o estabelecimento do regime de 8 horas de trabalho diário. Numa fase de grande pujança a “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhadores a condições desumanas de laboração. A necessidade de se produzir o máximo ao mais baixo custo não respeitava idades nem sexos. As organizações sindicais eram incipientes e perseguidas pelas autoridades policiais.
Mais de 100 anos depois parece que voltou tudo à estaca zero.

...É assim o poder do dinheiro.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Manifestação de 1980







Estes Autocolantes são de 1980.
Esta chamada de atenção é muito importante, porque nos tempos que correm participar em manifestações é cada vez mais perigoso e até motivo de processos judiciais.
Para a minha geração “Militares de Abril” é estranho assistir a estas mudanças onde o “A bem da Nação” foi substituído pela “Lealdade Politica”, e com resultados muito mais diabólicos.
Esta “Rapaziada” que mercê de um largo currículo de “coladores de cartazes” chegou ao poder, toma certas decisões com um desplante que nos deixa completamente boquiabertos.
Pelo menos o “Botas” tinha algum pudor e tentava esconder este tipo de coisas.
Nem o direito à indignação nos é permitido.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Santos Populares

Nos anos setenta o “NAC – Núcleo de Acção Cultural” de “Os Pimpões”, organizavam os festejos dos Santos Populares com o desfile da respectiva marcha, conforme se pode ver pelo autocolante da época.
Embora a nossa região não tenha grande tradição neste tipo de desfiles, as marchas não deixam de ser uma das expressões mais marcantes da cultura popular, que no figurino que hoje conhecemos, tiveram o seu início nos anos trinta quando se decidiu organizar um evento que juntasse num mesmo local a riqueza proporcionada pelas populares marchas de arquinho e balão que alegravam os largos e pátios dos bairros lisboetas.
As tradicionais fogueiras deram lugar aos manjericos, sardinhas e sangria, coisas mais urbanas, mas em qualquer dos casos esta quadra é sempre sinónimo de festa.

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

"A Luta continua"

Numa altura em que a contestação social parece voltar às ruas em força, recordo aqui um autocolante editado em 1978, em Caldas da Rainha, quando a luta era pela semana inglesa e algumas regalias salariais. A sede do sindicato dos Empregados do Comércio funcionava na Rua do Jardim.