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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Porque é que não gosto do Queiroz – Parte dois

Bem sei que nesta altura como qualquer treinador de bancada que se preze, todos sabemos exactamente o que deveria ter sido feito para que a nossa presença no Mundial fosse coroada de êxito.
Eu julgo que perdemos com a Espanha porque eles são melhores e ponto final. Por isso já nem falo da substituição do Hugo Almeida, da utilização do Pepe e do Ricardo Costa, do Simão ter ficado em campo quando não “dava uma para a caixa” e por aí a fora.

Mas julgo que ficou uma mão cheia de questões que valia a pena pedir explicações. …com os diabos afinal o Homem até ganha mais 16 vezes do que o Presidente da Republica e ninguém lhe pede responsabilidades?

O que se passou com o Nani? E a novela do Deco?…e os “desabafos” no final do jogo, e o ridículo das queixas de arbitragem.
Mas também, no final do jogo com a Costa do Marfim, quem pergunta aos emigrantes se não ficaram orgulhosos com a exibição da Selecção, acho que está tudo dito.

Como escrevia hoje no Record o Bernardino Ribeiro também temos o nosso Domenech mas como somos um País de brandos costumes vamos fazer de conta que está tudo bem e vamos ter que “gramar” com aquela espécie de treinador por mais dois anos.
E mais não digo para não correr o risco de me acontecer o mesmo que ao Jorge Batista.

(Cartoon de Henrique Monteiro)

domingo, 13 de junho de 2010

Contra a corrente

Hoje vou dar conta da minha posição que não tem nada de “politicamente correcta”, é que eu não acredito nada na nossa Selecção que está prestes a iniciar a sua campanha no Mundial de Futebol.

Não gostei que o Quim não fizesse parte dos convocados e para o seu lugar foi chamado um guarda-redes que ninguém ouviu falar.
Não gostei da chamada do Pepe, que parece ter lugar mesmo cheio de remendos e sem jogar.
…E aquela “estória” do Nani está muito mal contada.

Mas…fundamentalmente não gosto do Queiroz, que por mais esforço que faça para mudar a imagem, não tem ponta por onde se pegue.
Alguém diga ao homem que o futebol não é um jogo de computador, é um jogo de paixão.

Bem sei que esta é uma posição quase “antipatriótica” mas é um direito que me assiste de ter um “feeling” que a coisa não vai correr bem.

Se estiver enganado, não fico nada chateado, e claro está vou comemorar como toda a gente.

É que a selecção, jogadores tem, não tem é equipa. Mas também já se viu noutros campeonatos a Itália a fazer jogos miseráveis, a ser levada ao colo e no fim ganhar.

Comentário:

1-Tivemos durante anos um treinador brasileiro e futebolisticamente analfabeto, uma nulidade, como o tempo e a sua trajectória provaram, sem que neste blogue lesse uma palavra contra isso.

2- Esteve afastado da Selecção, não um guarda redes de 35 anos, acabado e dispensado pelo seu clube, mas o futebolista de todos os tempos (à frente de Cruift , Maradona e Pelé) com melhor curriculum, sem que neste blogue lesse uma palavra contra isso.

3- A Selecção classificou-se para o anterior Europeu sem Scolari ganhar UM SÓ JOGO contra os seus principais adversários, graças à sorte e a uma conjugação de resultados inaudita, sem que neste blogue lesse uma palavra contra isso.

4- Queirós é um dos grandes treinadores da sua geração, Alex Ferguson reiterou-o há 15 dias, reafirmando o interesse do Manchester nele para seu sucessor, sem que neste blogue lesse uma palavra sobre isso (deveria enviar este post ao Ferguson, o autor deste blogue sabe coisas que ele não sabe...).

5- O nosso clubismo não deveria interferir no nosso apoio à Selecção (por muito que os sportinguistas odeiem Queirós).

Deveríamos apoiar incondicionalmente a selecção, reservando o direito de criticar tudo o que acharmos mal para DEPOIS, se for caso disso.
Um abraço
João Jales

O meu amigo João Jales, gosta do Carlos Queiroz, e este é também um direito que lhe assiste.
Também concordo com o João quanto ao afastamento do Vitor Baia, que foi inqualificável.
Agora que o Queiroz seja um dos grandes treinadores da sua geração, não me parece, diria antes que é um grande adjunto e uma pessoa extremamente metódica e bem formada, mas isto não faz dele um bom treinador.
Sobre o Scolari, pessoalmente nunca fui muito à bola com ele, mas reconheço que é um líder de massas.
Mas esta discussão, embora interessante, está um bocado fora de tempo, por isso meu amigo vamos esperar pelo desenrolar do Mundial e na comemoração das vitórias eu pago as cervejas.

Zé Ventura

domingo, 2 de julho de 2006

40 Anos depois

Este bloco filatélico da Polónia recorda-nos a nossa presença no Mundial de 1966 em terras de Sua Majestade.
Quarenta anos depois a Inglaterra ficou pelo caminho e nas meias-finais lá voltamos a encontrar a França, que mandou o Brasil para casa, provando que não basta ter bons jogadores mas é fundamental ter uma equipa.

Como a tradição já não é o que era, a França, mesmo com um Zidane rejuvenescido, vai ter paciência, mas a viagem até Berlim somos nós que a vamos fazer.