Continuando à volta da minha estante, hoje trago um livro
que foi publicado pelo PH em 1999 da autoria de José Augusto Pimentel, que é um
excelente contributo para a história das oficinas de Automóveis nas Caldas da
Rainha.
Além da pesquisa meticulosa das oficinas, conta-nos também
que o primeiro automóvel nas Caldas foi comprado pelo Sr. Fernando da Silva
Duarte “O Barateiro”, que naquele tempo tinha uma loja na Rua de Camões.
O dito carro tinha a marca PEACHAROV (Sait Etiénne) e foi
comprado em 1905 por 800§00.
Para que os Caldenses tivessem o prazer de o ver, todos os
dias era exposto na Rua Heróis da Grande Guerra, junto à casa onde foi a
Livraria 107.
Segundo os relatos da época, os caldenses ali acorriam para
o ver, como se fosse um extraterrestre.
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sábado, 26 de janeiro de 2019
Um livro muito interessante
domingo, 11 de novembro de 2018
O Bordado das Caldas
Neste livro de Mário Tavares com a preciosa colaboração da D.
Idalina Lameiras, descobri que o Bordado das Caldas teve a sua origem “ao tempo
em que a Rainha D.Leonor, pessoalmente, dirigia serões de agulha a que acorriam
senhoras da sua vila que principiava”
Esses bordados eram depois vendidos nas arcadas do Hospital
Real em dias festivos e de feiras.
Dizem os apreciadores que este bordado de linha cor de
canela é “D’um sabor leve e agradável que parecem pratos de arroz doce
enfeitados.
quinta-feira, 23 de março de 2017
Marcas da II Guerra em Caldas da Rainha
Este livro foi editado pelo Património Histórico, para servir
de apoio á exposição sobre as Marcas da II Guerra nas Caldas da Rainha, que
decorreu em Outubro 1998, na galeria Municipal, Osíris.
Deste catálogo destaco uma fotografia que documenta a queda de um avião perto das Gaeiras.
Esta foto é de 8 de Maio de 1941 e é da autoria de Neto Pereira.
Deste catálogo destaco uma fotografia que documenta a queda de um avião perto das Gaeiras.
Esta foto é de 8 de Maio de 1941 e é da autoria de Neto Pereira.
Temas:
A Minha Estante,
Património Histórico
quinta-feira, 2 de março de 2017
A Minha Estante – Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial
Neste Livro editado pelo Património Histórico, da autoria de
Mário Tavares, podemos constatar o fascínio que o autor tem pelos
acontecimentos que marcaram a vida social das Caldas durante o período da II
Guerra Mundial.
Durante este período, muitas dezenas de aviões caíram ou
aterraram de emergência em território Nacional e as tripulações eram depois
enviadas para as Caldas até ser possível fazê-las regressar às origens, e também
por esse motivo, era impressionante o número de espiões e agentes secretos que
por aqui andavam.O episódio da aterragem forçada de um bombardeiro da RAF, na Foz do Arelho, e descrita no livro, é um bom exemplo,
É curioso a forma como Caldas da Rainha aparece referenciada na época, nomeadamente por Don Howell, elemento da tripulação de um avião que aterrou de emergência na zona de Peniche.
-“Caldas era um a cidade de refugiados, sendo muitos Judeus
que a Gestapo, através dos seus espiões procuravam controlar, era uma cidade
pobre e andavam sempre vestidos de preto, os meios de transporte eram os burros,
a bicicleta e alguns automóveis muito antigos, movidos a gás como combustível.”
Titulo:
|
Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial
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Autor:
|
PH – Mário Tavares
|
Ano:
|
2009
|
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
A minha Estante – Introdução à História de Caldas da Rainha
Tal como diz o título este livro é uma introdução à História
de Caldas da Rainha.
Da cronologia publicada retenho algumas curiosidades:
1504 – Primeira Feira do 15 de Agosto
1712 – Caldas tem 231 moradores1809 – São tratados no Hospital das Caldas, soldados Franceses e Ingleses feridos nas batalhas da Roliça e do Vimeiro.
1825 – Caldas tem 1444 habitantes.
1837 –Criação do Clube de Recreio.
1882 – Presidente da Câmara é José Salles Henriques
1887 – Chega ás Caldas o primeiro comboio
1892 – A família Real a banhos nas Caldas
1892 – Naufrágio do navio Roumania na zona de Vale de Janelas
1893 – O Presidente da Câmara é Ernesto Carlos Botelho Moniz
1898 – A Freguesia de Santa Catarina é de novo integrada no Concelho das Caldas, S.Martinho e Alfeizerão regressam a Alcobaça.
1902 – Associação Comercial e Industrial aprova estatutos.
1925 – O cavaleiro Caldense, José Tanganho vence a primeira volta a Portugal a cavalo.
1938 – Fundação da S.I.R. “Os Pimpões”
1941 – Presidente da Câmara: Júlio Lopes.
1953 – Inauguração do Quartel R.I.5
1955 – Caldas S.C. sobe à 1ª divisão.
1959 – Inauguração do Palácio da Justiça.
1960 – Presidente da Câmara: João Botelho Moniz
1969 – Presidente da Câmara: Paiva e Sousa
Titulo:
|
Introdução à História de Caldas da Rainha
|
Autor:
|
João Serra
|
Ano:
|
1991
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
A Minha Estante - O Hospital de Santo Isidoro
Este Livro do Jorge Mangorrinha e do João Serra, publicado
pelo Património Histórico em 1993, é um excelente trabalho sobre a importância do
Hospital Santo Isidoro.
Este Hospital que foi edificado onde hoje funciona a ESAD, foi inaugurado em 1860, sendo o seu inspirador o Sr. Isidoro Alves de Carvalho e Aguiar, abastado proprietário possuidor de várias quintas na zona de Torres Vedras.
Provavelmente influenciado pela Rainha D.Leonor, lavrou no seu testamento;
Este Hospital que foi edificado onde hoje funciona a ESAD, foi inaugurado em 1860, sendo o seu inspirador o Sr. Isidoro Alves de Carvalho e Aguiar, abastado proprietário possuidor de várias quintas na zona de Torres Vedras.
Provavelmente influenciado pela Rainha D.Leonor, lavrou no seu testamento;
“Deixo mais como legado ao Hospital Real desta vila todo o
remanescente da minha herança, pagos que sejam os legados por mim deixados e
acima declarados, e isto para o fim seguinte = Instituirá o dito hospital uma
Enfermaria aberta todo o ano para se recolherem e curarem nela todos os pobres
doentes de qualquer moléstia que seja, instituindo um fundo ou capital do legado
por mim deixado, certo e permanente, contendo nela o número de camas a que
puder chegar o rendimento do dito capital”
Titulo:
|
O Hospital de Santo Isidoro
|
Autor:
|
PH Património Histórico – Jorge Mangorrinha
|
Ano:
|
1993
|
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Memória das Caldas:1758
Neste caderno editado pelo Património Histórico em 1991 da
autoria de Luis Nuno Rodrigues, pode ler-se
a transcrição de um Manuscrito que se encontra na Biblioteca Nacional, e
do qual destaco uma descrição do que era as Caldas em 1758.
Tem tresentos e outto vizinhos: Almas mil cento, e vinte, e
seis, e destas inclusive se contão menores cento e huma, estão distribuídas suas
Cazas em vinte Ruas principais alem das travessas, e becos todas com seus nomes
distintos, e as principais e mais formozas hé a Prassa do Rocio. Huma das mais
singulares das Villas deste Reyno não só pella boa figura assento da cazas, e
nobreza de ideficios como pello abundantismo de todo o género de viveres
quotidiano, e mais avoltado nos Domingos e dias santos, em que o numero de
muyta gente que concorre a ella e faz tão vistozissima.
Temas:
A Minha Estante,
Património Histórico
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
A minha Estante – Paredes de Louça
O Azulejo sempre foi muito utilizado para o revestimento de
fachadas de edifícios, nas Caldas da Rainha no último quartel do seculo XIX
quase que tornou moda.
Este livro que hoje vos falo é um magnífico estudo sobre a azulejaria levado a cabo pela Margarida Araújo e Joaquim António Silva e editado pelo Património Histórico em 1993.
As fotografias que ilustram este texto, embora sobre fachadas referenciadas no livro, foram tiradas por mim.
O painel de Azulejos dos Bombeiros é da autoria de Herculano Elias (Secla), o dos Pimpões é de Maria de Jesus Scherif (Cencal)
Este livro que hoje vos falo é um magnífico estudo sobre a azulejaria levado a cabo pela Margarida Araújo e Joaquim António Silva e editado pelo Património Histórico em 1993.
As fotografias que ilustram este texto, embora sobre fachadas referenciadas no livro, foram tiradas por mim.
O painel de Azulejos dos Bombeiros é da autoria de Herculano Elias (Secla), o dos Pimpões é de Maria de Jesus Scherif (Cencal)
Titulo:
|
Paredes de Louça
|
Autor:
|
PH Património Histórico – Margarida Araujo
|
Ano:
|
1993
|
Temas:
1993,
A Minha Estante,
Margarida,
Património Histórico
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Fotografias dos anos cinquenta
José Neto Pereira nasceu em 1909 e faleceu em 1987, entre
1930 e 1983 teve um atelier fotográfico nas Caldas da Rainha, sendo durante
algum tempo o único fotógrafo profissional da cidade onde nasceu.
Durante meio século fotografou as Caldas e os Caldenses.
..Registou caras e acontecimentos, fez fotografias de pose e
instantâneos, assistiu ao crescimento da cidade e à passagem de gerações.
É do livro, “50 Fotografias dos anos cinquenta – José Neto
Pereira”, editado pelo Património Histórico em 1993, que retirei este prefácio e
a foto do Aniversário dos Pimpões em 1956.
Titulo:
|
50 Fotografias dos anos cinquenta
|
Autor:
|
PH Património Histórico – Isabel Xavier
|
Ano:
|
1993
|
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
A minha Estante – Noticias interessantes da real Vila das Caldas
O manuscrito “Noticias interessantes da real Vila das Caldas”
constitui um documento histórico de inegável importância para o estudo e
conhecimento das Caldas da Rainha no final do seculo XVII.
Um retracto que inclui não apenas uma componente descritiva dos espaços urbanos da vila, mas também preciosas achegas sobre a organização politica e institucional e sobre variados aspectos da vida quotidiana.
Um retracto que inclui não apenas uma componente descritiva dos espaços urbanos da vila, mas também preciosas achegas sobre a organização politica e institucional e sobre variados aspectos da vida quotidiana.
Titulo:
|
Noticias interessantes da real Vila das Caldas
|
Autor:
|
PH – Património Histórico
|
Ano:
|
2002
|
Temas:
A Minha Estante,
Livros,
Património Histórico
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