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domingo, 30 de julho de 2017

Uma volta por Amarante

Por força de uma amizade de longa data, vou com alguma frequência a Amarante.
A cidade a que chamam a “Princesa do Tâmega” contínua encantadora e carregadinha de história e desta vez até deu para me sentar à mesa com Teixeira de Pascoaes, não que eu seja um grande apreciador da sua poesia mas ele estava ali no Café à minha espera.





domingo, 23 de julho de 2017

42 Anos depois

Provavelmente não estamos na mesma, ou como diz o poeta

“Temos falta de cabelo
três ou quatro cicatrizes
sofremos de inquietação.
Muitas vezes nos disseram
como é rápido o deslize
mesmo assim nunca deixámos
de dar corda ao coração.

…Mas o que está cada vez melhor é a amizade que nos liga, porque “Os Amigos não têm prazo de validade.”

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Uma volta por Amarante

Por força de uma amizade de longa data, vou com alguma frequência a Amarante.
A cidade a que chamam a Princesa do Tâmega já teve melhores dias mas contínua encantadora e carregadinha de história.





domingo, 29 de agosto de 2010

O Poeta do Marão

Num recente encontro de Amigos em Amarante, tive oportunidade de visitar a casa de Teixeira de Pascoais ou o Poeta do Marão como alguém o chamou.
A visita só foi possível graças à boa vontade de uma familiar do poeta, pois tanto quanto me apercebi todo o espólio ainda se encontra na posse da família e não está aberto ao público, o que por outro lado não permite uma conservação adequada devido aos elevados custos de manutenção.

Teixeira de Pascoaes (Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos) nasceu em Amarante, a 2 de Novembro de 1877, e faleceu a 14 de Dezembro de 1952. Estudou no Liceu Nacional de Amarante, tendo partido para Coimbra em 1896, onde conclui o seu curso de direito.
Nunca se adaptou à vida normal coimbrã seguida pelos estudantes de então, confinando-se ao seu quarto, aos seus livros, aos seus papéis e às suas ruminações de homem que "não fora feito para este mundo".
O verdadeiro amor de Pascoaes dirigia-se à natureza, ao silêncio, ao mistério, aos fantasmas. O mundo fantástico era o seu mundo".
Durante a passagem por Coimbra, fez alguns amigos como Fausto Guedes Teixeira, Augusto Gil, João Lúcio e Afonso Lopes Vieira. Conheceu Leonardo Coimbra, Jaime Cortesão e Raul Brandão, entre outros.

Embora estes “assuntos da poesia ” sejam mais a especialidade do meu amigo Orlando Santos, escolhi este poema para terminar este pequeno apontamento.

A MÁSCARA

Esta luz animada e desprendida –
Duma longínqua estrela misteriosa
Que, vindo reflectir-se em nosso rosto,
Acende nele estranha claridade;
Esta lâmpada oculta, em nossa máscara
Tornada transparente e radiante
De alegria, de dor ou desespero
E de outros sentimentos emanados
Do coração dum anjo ou dum demónio;
Este retrato ideal e verdadeiro,
Composto de alma e corpo e de que somos
A trágica moldura, errando à sorte,
E ela, é ela, a nossa aparição,
Feita de estrelas, sombras, ventanias
E séculos sem fim, surgindo, enfim,
Cá fora, sobre a Terra, à luz do Sol.

Teixeira de Pascoaes

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Zé Povinho em Amarante

Minha boa Amiga Isabel Castanheira, tu cuida-te, se a tua Maria Paciência teve o seu momento alto com a apresentação do suplemento de aniversário do Zé, que tu tão bem coordenaste, este Zé Povinho que aqui se retrata, teve o seu momento de glória num dos melhores restaurante em Amarante, o Amarantino.

Aproveitando um encontro de amigos das aventuras dos tempos de tropa, resolvi oferecer o suplemento da Gazeta juntando ao gesto alguma encenação, que diga-se em abono da verdade resultou em pleno.

Foi uma graça que me deu muito prazer fazer, não só porque acho a criação do Rafael Bordalo Pinheiro um “boneco” de grande significado, mas fundamentalmente porque estes amigos são do melhor que há.

Ainda hoje não consigo encontrar explicação porque é que andámos tantos anos desencontrados.

…Mas a vida é o que é, e cá estamos para mais alegrias nos próximos encontros.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Não à Barragem do Fridão

Eu confesso que não faço ideia se a rapaziada do Bloco de Esquerda tem razão no seu protesto, mas que eu achei graça ao cartaz que encontrei numa rotunda de Amarante, lá isso achei.

domingo, 10 de agosto de 2008

Companhia, firme…

A Pandilha dos “Furriéis da CCS” voltaram as reunir as tropas. Num restaurante em Amarante sobre o Rio Tâmega, discutimos os grandes temas que assolam o Pais, tais como a validade da equipa espanhola da Luz, a boa carreira do Sporting e o Glorioso FCP, (o organizador do encontro é do norte).
Quando eu fiz seiscentos Quilómetros para passar o dia com estes “coirões” julgo que está tudo dito. Há amigos que são para o resto da vida.

domingo, 3 de dezembro de 2006

Rio Tâmega

Esta fotografia tirada na Primavera em Amarante, dá-nos uma vista do Rio Tâmega, com as suas margens enfeitadas de casas do século XVII, cujas varandas de madeira colorida e os Restaurantes com os seus terraços debruçados sobre o Rio, dá-nos uma paisagem deslumbrante.
Esta fotografia foi tirada na ponte de S. Gonçalo, que nos leva ao monumento com o mesmo nome.
Fico a imaginar até onde teriam subido as águas nesta altura de cheias.