Por força de uma amizade de longa data, vou com alguma
frequência a Amarante.
A cidade a que chamam a “Princesa do Tâmega” contínua
encantadora e carregadinha de história e desta vez até deu para me sentar à mesa
com Teixeira de Pascoaes, não que eu seja um grande apreciador da sua poesia
mas ele estava ali no Café à minha espera.
domingo, 30 de julho de 2017
Uma volta por Amarante
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