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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Na Rota das Aldeias de Xisto

Este fim de semana, a convite de um amigo, "meti pés ao caminho" e fui até à zona do Fundão.
Percorri a rota das aldeias de xisto, confesso que conhecia muito mal toda aquela zona, mas achei lindíssimo.
No domingo fui levado à “aventura” de um almoço na aldeia de Açor, mais propriamente à festa de artes e sabores da Maúnça. Fiquei a saber que esta festa se faz todos os anos por alturas do S.Martinho.

Neste fim de semana, as portas das casas abrem-se para o visitante. Cada casa, na sua “loja”, na sua sala, na garagem ou no armazém, são "Restaurantes ou Lojas", onde nos podemos deliciar com os seus sabores: o coelho no azeite, a chanfana, os brulhões ou maranhos, o cabrito assado, o feijão com couves acompanhado de carne da salgadeira e enchidos fumados, servidos com muita gentileza, pão caseiro e vinho da Maúnça. E as sobremesas da castanha, arroz doce, miaus, os queijos "corno" e à ovelheira ou cabreira.
Depois ajudamos a digestão com licores originais como o da castanha, a aguardente de medronho e mel e uma caminhada pelas "tasquinhas", na mira de mais uma gulodice ou para apreciar o artesanato local.

Comi umas “berças”, uma “prateirada” de feijão com couves a acompanhar enchidos e outras carnes, e para tal empreitada foi-me fornecido apenas um prato e um garfo, depois as mãos fizeram o resto. Para sobremesa um arroz doce feito pela avó Ana.

Julgava eu que era impossível encontrar alguém conhecido naquele lugar perdido nos confins da serra da Gardunha, puro engano, quando me preparava para sair lá estava uma colega de Escola, a Teresa Faria.


domingo, 5 de agosto de 2007

A “Pandilha” reuniu-se


No Sábado passado a “minha rapaziada” dos tempos das “tropas” rumou até à região Oeste para uma almoçarada.
O Encontro foi em Óbidos, e eu que passo a vida a dizer que aqui na nossa terrinha o calor é coisa que não nos apoquenta, neste dia foi de esturricar. É claro que isto não impediu que o repasto à “maneira” tivesse lugar na Adega do Albertino, que como se sabe, é especialista em “comidas leves”.
Um passeio pela cidade seguido de um lanche para a sossega completou o programa das festas, que provou que, com sol ou chuva, o que fica mesmo é uma Amizade que não se explica - sente-se.

terça-feira, 4 de julho de 2006

A importância do Tocador de Bombo

Este fim de semana, por sugestão de um amigo dos tempos da tropa, o Manel Sá (o tocador de Bombo), fui até a Alvorninha, uma aldeia no nosso Concelho, assistir ao encontro de folclore, que reunia vários grupos entre eles o grupo Etnográfico Danças d'Aldeia de Pardilhó que fica perto de Estarreja. Quer se goste ou não, julgo que ninguém pode ficar indiferente ao espírito de grupo e camaradagem que reina entre eles, valores que cada vez são mais raros pelo menos nos meios urbanos. Numa altura em que as pessoas cada vez mais têm dificuldade em encontrar prazer nas coisas que fazem, este é um bom exemplo que as pequenas comunidades nos dão.