Quem diz que a Banda Desenhada é uma arte menor, nunca leu
Asterix ou qualquer autor da escola Franco-Belga.
Vem isto a propósito do livro “Asterix na Lusitânia”, lançado este mês pelos autores Fabcaro e Didier Conrad, sucessores dos inesquecíveis Goscinny e Uderzo.
Vale a pena ler, é uma viagem pela maneira de ser portuguesa, não falta referências à linguagem do “Oh Pá”, do Bacalhau, dos Pasteis de Nata, dos Azulejos, do operário MCMLXXIV, que tem a mania que é revolucionário, do fado e a saudade que é uma coisa tão nossa, em suma, como disseram os autores, é uma grande homenagem à cultura Lusitana
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Vem isto a propósito do livro “Asterix na Lusitânia”, lançado este mês pelos autores Fabcaro e Didier Conrad, sucessores dos inesquecíveis Goscinny e Uderzo.
Vale a pena ler, é uma viagem pela maneira de ser portuguesa, não falta referências à linguagem do “Oh Pá”, do Bacalhau, dos Pasteis de Nata, dos Azulejos, do operário MCMLXXIV, que tem a mania que é revolucionário, do fado e a saudade que é uma coisa tão nossa, em suma, como disseram os autores, é uma grande homenagem à cultura Lusitana
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