Grande parte da que se vende na praça vem da zona da Gardunha e do Fundão
É um fruto que não deixa de encher o olho. “É rija e doce” e volumosa, que apetece mesmo provar.
Depois de compradas as cerejas, lembrei-me de um poema da brasileira Renata Pallottini:

“Cerejas, meu amor,
mas no teu corpo.
Que elas te percorram
por redondas.
E rolem para onde
possa eu buscá-las
lá onde a vida começa
e onde acaba
e onde todas as fomes
se concentram
no vermelho da carne
das cerejas...”
Sem comentários:
Enviar um comentário