quarta-feira, 21 de junho de 2006
domingo, 18 de junho de 2006
Uma Gaivota voava, voava...

A propósito desta fotografia veio-me à lembrança um poema da Ermelinda Duarte muito em voga em 1975. Resquícios do 25 de Abril.
Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,
asas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.
Uma papoila crescia,
crescia, grito vermelho
num campo qualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.
quinta-feira, 15 de junho de 2006
segunda-feira, 12 de junho de 2006
sábado, 10 de junho de 2006
quinta-feira, 8 de junho de 2006
segunda-feira, 5 de junho de 2006
Caldas de outros tempos
O Hotel da Copa situava-se na Rua Miguel Bombarda, antiga Rua Serpa Pinto, e quando o seu proprietário Manuel Saudade e Silva o inaugurou em 1900, era uma das principais unidades hoteleira da região.“Estabelecimento de primeira ordem na artéria de maior circulação, a dois minutos da Estação do Caminho-de-ferro e do estabelecimento Thermal, possuindo uma espaçosa e magnífica casa de jantar com mezas para 1 a 6 pessoas.”
Por 400 réis, os seus clientes podiam viajar de Caldas à Foz do Arelho e voltar, e por 800 réis tinham um jantar de 5 pratos.
Temas:
Caldas,
Coleccionismo,
Comércio,
Hotel da Copa,
Rua Miguel Bombarda
domingo, 4 de junho de 2006
Visita a Amarante

Um dia destes fui visitar o meu amigo Jorge Mota, que mora na cidade de Amarante, ou como ele gosta de dizer “a Princesa do Tâmega”. Tagarelámos sobre amigos de outras guerras, reduzimos ministros à sua insignificância, enaltecemos as nossas qualidades. Depois de um passeio pelas margens do Douro, cuja paisagem nos reduz à nossa pequenez, fomos acabar as nossas conversas de volta de um Cabrito no forno, que além de fabuloso tinha como ingrediente uma vista lindíssima sobre o Douro com a Cidade da Régua em moldura, conforme se pode constatar pela foto.
Foi quase um fim-de-semana perfeito, não fosse o facto deste companheiro ser do FCP.
Enfim, não há ninguém perfeito, e como castigo um dia destes vou lá voltar.
Foi quase um fim-de-semana perfeito, não fosse o facto deste companheiro ser do FCP.
Enfim, não há ninguém perfeito, e como castigo um dia destes vou lá voltar.
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