sábado, 27 de junho de 2026

JÁ QUE ESTAMOS NUMA DE FUTEBOL

Quando sou questionado sobre a forma como ocupo os meus tempos de lazer, eu repondo aos meus amigos que podem ficar sossegados porque eu não morro de tédio e faço coisas que me dão muito prazer, coisas que durante o período de vida de trabalho, não tinha disponibilidade para fazer.
Uma destas actividades é o colecionismo, e um pouco na onda do Mundial aqui deixo algumas folhas da minha coleção sobre o tema.














domingo, 21 de junho de 2026

QUEM É DA “ELECTRÓNICA” VAI GOSTAR DESTA IMAGEM

Realmente eu estou muito velho, muitos aparelhos a válvulas eu reparei, depois veio os transístores de germânio e rapidamente os de silício, os SMD já me apanharam numa fase em que eu estava de saída.
Agora, bem agora quero é sopas e descanso.

sábado, 13 de junho de 2026

ESTE VERÂO, QUE AINDA NÃO COMEÇOU, ESTÁ UM “ESPECTÁCULO”

Li algures por aí que a água do mar tem benefícios físicos, mas também psicológicos, sobretudo ao nível do bem-estar. Vários especialistas defendem que a água do mar tem um efeito calmante, sobretudo devido à sensação de leveza causada pelo nível de salinidade dos mares e oceanos.
Pela parte que me toca não preciso destes estudos respeitáveis para gostar muito de umas belas passeatas à beira mar. 


sábado, 6 de junho de 2026

TORNEIO DE SNOOKER

O meu amigo Diamantino Fernandes, outro dos “maluquinhos” das colecções, ofereceu-me algumas peças relacionadas com as Caldas e lá vinha esta pequena medalha de cerâmica alusiva a um torneio de Snooker que tudo indica patrocinado pelo Restaurante Menu. Está datada de 1989, mas eu como não era grande jogador de bilhar não me lembro deste evento, será que alguém se lembra?


domingo, 17 de maio de 2026

50 ANOS DE VIDA A DOIS

Chamam-lhe Bodas de Ouro, eu digo que somos guardiões de lembranças de 50 anos que preservamos no lugar seguro da amizade, e como diz o poeta:

Temos pressa de ternura
Angústias de vez em quando
Temos falta de cabelo
três ou quatro cicatrizes
sofremos de inquietação.
Muitas vezes nos disseram
como é rápido o deslize
mesmo assim nunca deixámos
de dar corda ao coração.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

…E NÃO É QUE JÁ PASSARAM 74 ANOS

Pois é, sem a gente dar por isso o calendário já virou 74 Primaveras, já fiz o balanço desta caminhada e conclui que valeu muito a pena, hoje sou uma versão melhorada, não lamento o facto de ter mais umas rugas, da barriguinha ter aumentado um bocadinho e gosto do meu passado. Eu tenho a minha história e tenho muito orgulho dela, não digo que se voltasse atrás faria tudo igual, porque isso era admitir que não tinha aprendido com os erros.
Quanto ao futuro, não vale a pena pensar muito nisso, é viver o dia a dia com alegria, porque como diz o poeta: “A vida é um teatro sem ensaios. Por isso, cante, dance, ria e viva, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.

terça-feira, 28 de abril de 2026

UMA EXPOSIÇÃO DE MARCADORES DE LIVROS

Como sou um apaixonado pelo colecionismo, hoje fui até ao Bombarral, para ver esta interessante exposição de marcadores de livros, foi uma tarde bem passada, a única coisa “chata” é que tive que ir almoçar com o meu amigo Vítor Silva, que cozinhou um ensopado de enguias, que fazem dele um candidato a uma estrela Michelin.    








sexta-feira, 24 de abril de 2026

UM CRAVO DE CERÂMICA

Caldas da Rainha continua a ser uma terra de grandes ceramistas, e esta oferta que me fizeram é o espelho disto que afirmo.
Este magnifico cravo da autoria de Maria Teresa Lima, a quem agradeço, é um óptimo pretexto para reafirmar  “25 DE ABRIL SEMPRE”.  

quarta-feira, 22 de abril de 2026

ONDE ESTAVAS NO 25 DE ABRIL ?

ONDE ESTAVAS NO 25 DE ABRIL ?, 
Era assim  que Batista Bastos perguntava… eu estava no Quartel em Paço de Arcos, tinha entrado para a tropa em 1973 e em 1975 ainda fui para Angola.  
Será que ainda alguém se lembra do 25 de Abril?
Por mim faço questão de pôr o meu “cravo na lapela”, e nada melhor que dar voz ao poeta.

Tinha um cravo na lapela
tinha outro cravo na mão
pus um cravo na janela
e mais um no coração.

Dei cravos a tanta gente
tanta gente os deu a mim
nesse dia de repente
tudo em volta era um jardim.

Dei um cravo ao soldadinho
outro cravo ao capitão
liberdade pão e vinho
e que viva a revolução.

Cravo em verso cravo em prosa
cravo nosso meu e teu
em Maio que é mês da rosa
choveram cravos do céu.

Muito tempo já passou
no que passou desde então
mas o cravo esse ficou
dentro do meu coração.

Passa o tempo e não demora
no que passou desde então
mas o cravo inda cá mora
dentro do meu coração.

José Fanha (Abril 2006)



sábado, 18 de abril de 2026

UM CARTAZ DE 1940

A propósito de um projecto de exposição relacionada com as Caldas da Rainha, estive a rever alguns documentos sobre o assunto e aproveitei para “arejar” alguns cartazes mais antigos, para ver se não perdem muito a cor e se o papel se aguenta com o passar dos anos.
Este poster de grandes dimensões, anunciava as Comemorações Centenárias na Província da Estremadura de 1940 que teve lugar em Caldas da Rainha.
Confesso que não sabia muito bem a que se referia esta peça da minha colecção, apenas tinha algumas informações de pessoas mais velhas que se lembravam do acontecimento e que o rotulavam de “muito importante, mais ou menos como A EXPO 98”.
Numa pesquisa posterior li que o referido certame, inicialmente previsto para Leiria em 1937, foi organizado nas Caldas em 1940, com a supervisão de António Montês, este facto não teve nada de pacifico e criou um conflito regional que se estenderia por largo tempo.


quarta-feira, 15 de abril de 2026

DESAPARECEU UM GRANDE DEFESA

Faleceu o Vicente, um dos “Magriços” de 66, e um dos maiores símbolos do Belenenses. 
Pessoalmente lembro-me do Campeonato Mundial de 1966 no célebre jogo com o Brasil, onde Portugal ganhou 3-1, e o Vicente “secou” e “arrumou” o Pélé.
Não sei se foi por isso que ao longo dos anos se popularizou a expressão “Corta Vicente”.



domingo, 12 de abril de 2026

UM BOM ENCONTRO EM ALPIARÇA

Os anos vão passando, mas se há pessoas que entram na nossa vida por acaso, não é por acaso que elas ficam. É assim com esta Pandilha dos tempos de tropa, já lá vão 51 anos, mas mesmo com as mazelas da velhice, ainda estamos aqui para durar. Foi assim numa boa almoçara em Alpiarça onde também aproveitámos para visitar a Casa do Patudos, fica sempre bem dar um tom cultural à coisa para não dizerem que a gente só quer é almoços.  




segunda-feira, 6 de abril de 2026

UMA ESCAPADINHA DE FIM DE SEMANA

Depois de meses de chuva e mau tempo, o sol apareceu e eu fui inaugurar a minha época balnear.
Uma saltada até ao Alvor para umas almoçaradas com a família e dar as boas vindas à Primavera.







sábado, 28 de março de 2026

QUE GRUPO SERÁ ESTE?

Esta fotografia, que a Isabel Caetano encontrou nas suas arrumações, é datada de Fevereiro de 1952 e foi tirada pelo Pereira ao que me parece na esplanada do café no Parque.
Será que alguém faz ideia do que se trata?

sábado, 21 de março de 2026

PARA QUEM GOSTA DE ANDEBOL

Não é fácil de determinar as origens do Andebol, durante muitos anos jogou-se uma versão com onze jogadores por equipa, mas o grande incremente da versão de sete a nível mundial foi nos países nórdicos, que devido ao rigor dos invernos era impossível jogar ao ar livre o que obrigou a diminuir o numero de atletas de 11 para 7.
Em Portugal, é no Porto que há os primeiros registos. Em 1929 Armando Tschop publicou as regras para o Andebol, no extinto jornal "OS SPORTS", que segundo relatos da época teria sido inspirado num jogo, Malheiral, de características semelhantes.
Nos anos que se seguiram, F.C.PORTO e SPORTING lutaram pela hegemonia da modalidade de 11, enquanto Portugal tinha a sua estreia internacional, com a França a apadrinhar, em Nior em maio de 1948.
Em 1949, devido à intervenção dinâmica de Henrique Feist, o Andebol de sete faz a sua aparição no nosso país, com o primeiro torneio a decorrer na vila de Cascais em setembro do mesmo ano.
Para ilustrar esta pequena pesquisa aqui fica algumas páginas da minha temática do tema Desporto.






sábado, 14 de março de 2026

“REINA A ORDEM EM TODO O PAÍS”

Era o título do “Diário de Notícias no dia seguinte à “Revolução das Caldas”
Em 16 de Março de 1974 uma coluna de cerca de 200 militares do Regimento de Infantaria 5 (RI 5), das Caldas da Rainha, marchou para Lisboa, pensando que estava em marcha o golpe que derrubaria o Governo de Marcelo Caetano. Esta tentativa frustrada foi o ensaio geral que levaria ao 25 de Abril.
Como retaliação deste movimento cerca de duas centenas de oficiais, sargentos e praças foram detidos. Entre eles, todos os oficiais do RI 5 que faziam parte do movimento (Virgílio Varela, Fortunato de Freitas, Ivo Garcia, Silva Carvalho e outros) e importantes homens do sector Spinolista do movimento relacionados com a revolta (Manuel Monge, Casanova Ferreira, Almeida Bruno, Marques Ramos). Um mês depois o 25 de Abril abria as portas da liberdade que é um bem essencial à vida, felizmente que as gerações mais novas nem imaginam o que é viver sem ela.
Há dois anos reuni um grupo de Amigos dos meus tempos de Tropa e fizemos uma visita ao RI5, e tivemos ainda o privilégio de ter como companhia a Joana Tornada, uma amiga Caldense, que foi  pessoa que mais estudou o 16 de Março e que partilhou connosco os resultados da sua investigação, que deu origem ao livro sobre o acontecimento.