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terça-feira, 8 de outubro de 2024

Silêncio que se vai cantar o fado

Quer se goste ou não Amália Rodrigues é um nome incontornável do fado português, morreu a 6 de outubro de 1999 com 79 anos, completando este ano 25 anos desde a sua morte.
Para me associar a esta data aqui fica a imagem da diva do fado e do mestre Paredes, numa criação de Constantino, um génio da cerâmica Caldense.

domingo, 29 de julho de 2018

A minha veia fadista, ou um projecto da Isabel Castanheira

Esta fotografia que tirei à poucos dias no Rossio em lisboa, faz-me lembrar um projecto que a minha amiga Isabel Castanheira, persegue há anos e que eu apoio de alma e coração, que passa pela colocação de uma estátua de Rafael Bordalo Pinheiro num local onde o comum das pessoas se pudessem fotografar junto do mesmo.
Sinceramente não sei quais os custos que isto envolvia, mas que era um excelente cartão de visita da Cidade, lá isso era.


    

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Hoje fui aos fados


Ao final da tarde, no parque, a Vânia Conde apresentou o seu novo trabalho, um belíssimo Cd de fados.

Acompanhada por muito bons músicos, foi com prazer que ouvimos a “Fadista” que como diz o Helder Moutinho – “ Como tudo o que nos vai na alma sai pelo que fazemos é isto que se constata na forma como a Vânia se entrega ao seu canto.”

Porque gosto da Vânia, porque gosto do Parque, porque gosto da Casa dos Barcos e porque gosto de fado, foi um excelente fim de tarde.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O Fado Ilustrado

Eu pertenço a um grupo de pessoas que acha que a Banda Desenhada não é uma arte menor. Durante a minha infância comprava semanalmente uma revista de BD “Tintin” que tinha tudo o que era autores da Escola Franco-Belga.
Na época havia poucos autores Portugueses, ou pelo menos era essa a minha percepção. Agora já vão aparecendo nas bancas algumas obras de autores cá do Burgo.

Este álbum que aqui trago, “O Fado Ilustrado”, é da autoria de Jorge Miguel e despertou-me a atenção pelo facto de alguma forma de se relacionar com as Caldas da Rainha, pois a figura central é o Pintor José Malhoa, onde entre outras coisas dá-nos conta das dificuldades do Pintor em passar para a tela “Os bêbados” e o “Fado”.
Sobre o Livro achei muito bom graficamente, em termos históricos tem muito trabalho de pesquisa, mas quanto ao “Guião da estória”  não é grande coisa, há várias histórias que não se ligam muito bem. Ainda assim vale a pena ler.
  
O Autor pretendeu….”ligar várias personagens que tivessem todas vivido naquele tempo e que por alguma razão estivessem ligadas. O fio condutor tinha-o mesmo colado num poster na parede do meu atelier: "O FADO" do pintor Malhoa. Quando soube que os modelos para aquela obra tinham sido personagem reais, fez-se luz na minha mente: Ligar toda esta gente toda:
O meu escritor preferido, o Eça, o Ramalho, os outros Vencidos da vida, grupo a que pertencia também o rei D. Carlos, o Grupo do leão a que pertencia Malhoa, as figuras pitorescas do bairro da Mouraria (as personagens que utilizo existiram realmente), fadistas da época, tudo num ambiente de ameaça terrorista por parte da Carbonária portuguesa.
Note-se para a "pequena" História que a massa Carbonara ganhou o nome a partir de aí."