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sábado, 27 de junho de 2026

JÁ QUE ESTAMOS NUMA DE FUTEBOL

Quando sou questionado sobre a forma como ocupo os meus tempos de lazer, eu repondo aos meus amigos que podem ficar sossegados porque eu não morro de tédio e faço coisas que me dão muito prazer, coisas que durante o período de vida de trabalho, não tinha disponibilidade para fazer.
Uma destas actividades é o colecionismo, e um pouco na onda do Mundial aqui deixo algumas folhas da minha coleção sobre o tema.














sábado, 21 de março de 2026

PARA QUEM GOSTA DE ANDEBOL

Não é fácil de determinar as origens do Andebol, durante muitos anos jogou-se uma versão com onze jogadores por equipa, mas o grande incremente da versão de sete a nível mundial foi nos países nórdicos, que devido ao rigor dos invernos era impossível jogar ao ar livre o que obrigou a diminuir o numero de atletas de 11 para 7.
Em Portugal, é no Porto que há os primeiros registos. Em 1929 Armando Tschop publicou as regras para o Andebol, no extinto jornal "OS SPORTS", que segundo relatos da época teria sido inspirado num jogo, Malheiral, de características semelhantes.
Nos anos que se seguiram, F.C.PORTO e SPORTING lutaram pela hegemonia da modalidade de 11, enquanto Portugal tinha a sua estreia internacional, com a França a apadrinhar, em Nior em maio de 1948.
Em 1949, devido à intervenção dinâmica de Henrique Feist, o Andebol de sete faz a sua aparição no nosso país, com o primeiro torneio a decorrer na vila de Cascais em setembro do mesmo ano.
Para ilustrar esta pequena pesquisa aqui fica algumas páginas da minha temática do tema Desporto.






domingo, 26 de janeiro de 2025

TÉNIS DE MESA NO COLECIONISMO

O Ping-Pong ou Ténis de Mesa sempre foi o meu desporto de eleição, praticante durante largos anos, e depois como dirigente associativo sempre senti um carinho especial por esta modalidade.
Claro que nas minhas colecções a modalidade tem um relevo especial, para ilustrar o que digo, aqui fica algumas folhas alusivas ao tema.






   

sábado, 13 de julho de 2024

A VOLTA A FRANÇA

Enquanto o futebol faz a pré-epoca e a comunicação social, todos os dias anuncia a vinda de uma tonelada de jogadores para o Benfica, o Ciclismo ganha estatuto como o grande desporto de verão.
A volta à França é realmente a maior prova da modalidade. Como estou a recuperar de uma cirurgia às hérnias inguinais, tenho apreciado o esforço gigantesco destes reis do pedal, entre os maiores, o “nosso” João Almeida. É certo que as exigências e a hierarquia da equipa por vezes anulam alguma vontade de brilhar individualmente, mas subir Pirenéus e Alpes é obra.
Para ilustrar estas minha palavras de apreço, junto umas fotos de algumas páginas da minha colecção filatélica de Desporto.





domingo, 15 de junho de 2014

Selo do Museu de Ciclismo

No Sábado passado fui assistir ao lançamento do selo alusivo ao Museu de Ciclismo, este não foi um acto isolado, porque o meu Amigo Mário Lino resolveu homenagear uma série de figuras Caldenses ligadas à velocipedia. Foi uma festa gira, que no final teve a homenagem a algumas figuras Espanholas ligadas á prova de cicloturismo Caldas-Badajoz.
Já agora visitem o Museu de Ciclismo porque tem peças muito interessantes.

sexta-feira, 12 de março de 2010

150 Anos do Montepio

O Montepio Rainha D. Leonor comemorou no passado dia 11 de Março a bonita idade de 150 anos.
Iniciou a sua actividade em 1862 com o nome de Montepio Caldense, em 1864 com a admissão de um médico privativo passa a denominar-se de Socorros Mútuos Rainha D. Leonor
Em 1947 é inaugurada a Casa de saúde, e por alturas da comemoração do Centenário foi inaugurado o novo edifício dispondo já de bloco operatório.

É na verdade uma instituição cheia de História, feita com a dedicação de muita gente que por lá passou, entre muitos destaco o incontornável Dr. Ernesto Moreira, uma vida dedicada à instituição.

Deixo aqui os meus modestos votos de parabéns à Associação, na pessoa do Joaquim Sanches Daniel Sousa, Presidente do Conselho de Administração.

domingo, 6 de setembro de 2009

Quando chega Setembro

Provavelmente alguém terá uma explicação “científica” para estas coisas, eu não, o que é certo é que todos os anos em Setembro me lembro do Salvador Allende.

Em 1973 estava na tropa em Paço de Arcos. Na unidade havia um jornal de Parede que fazia a glorificação do ditador Augusto Pinochet, depois do golpe brutal que derrubou o primeiro Presidente Marxista a ser eleito democraticamente na América Latina.

Vivia-se nesta altura uma intensa “Guerra Fria” com os Estados Unidos envolvidos no Vietname, e o aparecimento de um regime Comunista na sua área de influência era a última coisa que os Americanos queriam, já bastava o êxito da revolução de Fidel.

Assim em Setembro de 73, aproveitando algumas convulsões sociais que as revoluções são peritas em criar o Ditador deitou por terra o sonho Chileno, Allende foi assinado no Palácio de La Moneda.

Em Setembro de 1974, continuava em Paço de Arcos, nesta altura já tinha-mos tomado de assalto a “redacção” do Jornal de Parede e obviamente o conteúdo mudou radicalmente.

Tinha 21 anos, o Che Guevara o meu ídolo, MRPP, FEC(ml) estavam muito à direita e no “meu jornal de parede” lá estava a última frase de Salvador Allende.

"¡Viva Chile! ¡Viva el pueblo! ¡Vivan los trabajadores!"

Uns tempos depois emocionei-me com o filme “Chove em Santiago.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Arquitectura Portuguesa - ESAD

Os CTT no dia 31 de Maio lançaram uma colecção de Selos sobre a Arquitectura Portuguesa.
Um dos selos tem como motivo a ESAD de Caldas da Rainha, um magnífico edifício do arquitecto Vitor Figueiredo, construído em 1993.
“No meio do pinhal Vitor de Figueiredo projectou esta escola de artes que se estende em dois volumes estreitos e longos por entre as árvores. O projecto assenta na repetição dos elementos que compõem a arquitectura reforçados pelo domínio do branco que tudo calibra mas que atribui também singularidade ao conjunto”.
Este edifício ganhou o Prémio Secil de Arquitectura em 1998. Nesta cidade onde os “mamarrachos” fizeram escola, este exemplo é um oásis.

domingo, 2 de julho de 2006

40 Anos depois

Este bloco filatélico da Polónia recorda-nos a nossa presença no Mundial de 1966 em terras de Sua Majestade.
Quarenta anos depois a Inglaterra ficou pelo caminho e nas meias-finais lá voltamos a encontrar a França, que mandou o Brasil para casa, provando que não basta ter bons jogadores mas é fundamental ter uma equipa.

Como a tradição já não é o que era, a França, mesmo com um Zidane rejuvenescido, vai ter paciência, mas a viagem até Berlim somos nós que a vamos fazer.