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sábado, 25 de novembro de 2023

O Casino do Parque

O Casino do Parque teve períodos de glória no primeiro quarto do século XX, quando as Caldas, por via das Termas, era ponto de paragem da classe mais bem instalada na vida.
Com os anos, o edifício, que se situa no interior do Parque D. Carlos I, foi-se degradando. Depois de 1975, sofreu algumas obras de remodelação e passou a denominar-se Casa da Cultura. Nos anos noventa, iniciou-se um projecto de remodelação “megalómano” que além de gastar uma “pipa de massa” teve como resultado a morte do edifício. Nos últimos anos recuperou-se o Céu de Vidro, pena que continue ladeado por dois edifícios completamente degradados.
Fica aqui como recordação um cartaz, datado dos anos sessenta, de um espectáculo que era abrilhantado por um dos maiores “Entertainers” do panorama Nacional: Max, um madeirense de gema.

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

O Casino das Caldas

Há mais de meio seculo as noites caldenses eram bem animadas, isto porque o movimento termal era um polo de desenvolvimento da região.
O Casino do Parque teve períodos de glória no primeiro quarto do século XX, quando as Caldas, por via das Termas, era ponto de paragem da classe mais bem instalada na vida.
Com os anos, o edifício, que se situa no interior do Parque D. Carlos I, foi-se degradando. Depois de 1975, sofreu algumas obras de remodelação e passou a denominar-se Casa da Cultura. Nos anos noventa, iniciou-se um projecto de remodelação “megalómano” que teve como resultado a morte do edifício, que hoje se resume ao céu de vidro.
Fica aqui como recordação um cartaz, datado dos anos sessenta, de um espectáculo que era abrilhantado por um dos maiores “Entertainers” do panorama Nacional: Max, um Madeirense de gema.






domingo, 23 de novembro de 2014

As Caldas nos anos quarenta

Este Postal editado por Fernando Daniel de Sousa ilustra um pequeno texto que nos relata o quotidiano da nossa Cidade escrito por Luis Teixeira no seu livro RECORDAÇÕES DE INFÂNCIA NAS CALDAS .

…..No Clube tinham surgido outras figuras. A luz do petróleo viu ainda o conselheiro José Filipe, o Dr. Martins Pereira, o Dr. Cymbron, o Mafra, nas voltas compassadas dos lanceiros, levando pelas pontas dos dedos as damas da fidalguia, vaporosas nos seus vestidos de crépon, botinas de duraque, espartilhos muito justos às cinturinhas de vespa, que cirandavam depois em corridinhas inquietas nas marcas do cotillon que prosseguia ainda. As facécias do velho Isidro punham em alvoroço de risota, nos pavilhões, as plateias empolgadas com as mágicas da companhia do Constantino de Matos. Ainda cruzavam as ruas da vila os fraques do Sr. Costa, farmacêutico do Hospital, e do Sr. Baptista, com venda de oiro fino na Rua do Jogo da Bola, quando os do meu tempo frequentavam o entretenimento nocturno do animatógrafo do Levy e da Convalescença e constituíam o bando de rapazio que empurrava o automóvel incrível do Curica, espécie de guizo alegre que chocalhava na pacatez tranquila do burgo o anúncio das velocidades futuras, perante o gáudio das gentes mais divertidas do que confiantes…..

domingo, 5 de novembro de 2006

Caldas de outros tempos – O Casino do Parque

Vai longe o tempo em que se podia visitar o casino, cuja sala de entrada apresentava um tecto de vidro, que lhe dava um ar esplendoroso.
Este Salão teve períodos de glória no primeiro quarto do século XX, quando as Caldas, por via das Termas, era ponto de paragem da classe mais bem instalada na vida.
Com os anos, o edifício, que se situa no interior do Parque D. Carlos I, foi-se degradando. Depois de 1975, sofreu algumas obras de remodelação e passou a denominar-se Casa da Cultura. Nos anos noventa, iniciou-se um projecto de remodelação “megalómano” que teve como resultado a morte do edifício, que hoje se encontra abandonado e em ruínas.
Fica aqui como recordação um cartaz, datado dos anos sessenta, de um espectáculo que era abrilhantado por um dos maiores “Entertainers” do panorama Nacional: Max, um Madeirense de gema.