Como sou um apaixonado pelo colecionismo, hoje fui até ao Bombarral, para ver esta interessante exposição de marcadores de livros, foi uma tarde bem passada, a única coisa “chata” é que tive que ir almoçar com o meu amigo Vítor Silva, que cozinhou um ensopado de enguias, que fazem dele um candidato a uma estrela Michelin.
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terça-feira, 28 de abril de 2026
domingo, 28 de fevereiro de 2021
O velhinho Eduardo Brazão
Por estes dias o Jornal de Leiria lembrava que o belíssimo
Teatro Eduardo Brazão do Bombarral, comemora o seu centenário, efectivamente a
vistosa sala de espectáculos foi inaugurada a 27 de fevereiro de 1921,
É uma sala com uma acústica única, conta-se que quando o Vitorino se preparava par dar um concerto naquela sala e se apercebeu da excelência da acústica, mandou desmontar toda a aparelhagem e preferiu cantar “a capella” apenas ficando a amplificação dos instrumentos.
“Por aquele palco passaram grandes nomes da cultura nacional, do próprio Eduardo Brazão a António Vitorino d’Almeida, passando por Vasco Santana, Ribeirinho, Laura Alves, Marina Mota, Fernando Mendes ou António Calvário, entre tantos outros nomes da cultura mais popular, mas também da erudita.
Julgo que actualmente esta sala, que é uma joia do património do Oeste, é gerida pela União Cultural e Recreativa do Bombarral.
É uma sala com uma acústica única, conta-se que quando o Vitorino se preparava par dar um concerto naquela sala e se apercebeu da excelência da acústica, mandou desmontar toda a aparelhagem e preferiu cantar “a capella” apenas ficando a amplificação dos instrumentos.
“Por aquele palco passaram grandes nomes da cultura nacional, do próprio Eduardo Brazão a António Vitorino d’Almeida, passando por Vasco Santana, Ribeirinho, Laura Alves, Marina Mota, Fernando Mendes ou António Calvário, entre tantos outros nomes da cultura mais popular, mas também da erudita.
Julgo que actualmente esta sala, que é uma joia do património do Oeste, é gerida pela União Cultural e Recreativa do Bombarral.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
domingo, 29 de janeiro de 2017
A minha Estante – Os Teatros de Lisboa
Este livro de autoria de Júlio Cesar Machado tem ilustrações
de Rafael Bordalo Pinheiro. Editado em 2002, conforme edição de 1874-1875.
Júlio Cesar Machado foi contemporâneo de Ramalho Ortigão e
Bordalo Pinheiro, e passava os seus tempos livres na localidade de A-dos-Ruivos.
No Museu do Bambarral existe uma sala com o seu nome
Titulo:
|
Os Teatros de Lisboa
|
Autor:
|
Júlio Cesar Machado
|
Ano:
|
2002 (Conforme edição de 1875)
|
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