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sábado, 6 de julho de 2024

A VOLTA A FRANÇA

Agora que Portugal já fez as malas para regressar do Europeu de Futebol, o Ciclismo assume a sua importância nesta altura do ano.
Ao ver na TV algumas imagens do “Tour de France”, dou comigo a pensar no homem extraordinário que foi Joaquim Agostinho, e no jornalista que mais de perto o acompanhou nas suas andanças francesas, Carlos Miranda.
Quando chegava o mês de Agosto era um leitor assíduo do jornal “A Bola” e reportagens do Carlos Miranda sobre a volta à França eram lidas do principio ao fim, e que bem que escrevia, aliás pela “A Bola” passaram alguns dos melhores Jornalistas que não têm nada a ver com estes “escrevedores” de noticias que proliferam por tudo o que é sitio, salvo raras excepções.
Nesta imagem que ilustra esta minha memória, lá estão as maiores figuras do “Tour”, e, como não podia deixar de ser, o nosso Joaquim Agostinho lá está entre os “Reis do Pedal”

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Agostinho, Carlos Miranda e outras histórias

Esta altura do ano é a época por excelência do Ciclismo.
Ao ver na TV algumas imagens do “Tour de France”, dou comigo a pensar no homem extraordinário que foi Joaquim Agostinho, e no jornalista que mais de perto o acompanhou nas suas andanças francesas, Carlos Miranda.
Quando chegava o mês de Agosto era um leitor assíduo do jornal “A Bola” e reportagens do Carlos Miranda sobre a volta à França eram lidas do principio ao fim, e que bem que escrevia, aliás pela “A Bola” passaram alguns dos melhores Jornalistas que não têm nada a ver com estes “escrevedores” de noticias que proliferam por tudo o que é sitio, salvo raras excepções.
Mas tudo muda e hoje “ o ciclismo é afinal, o resultado de toda essa contradição.
Por isso resvala dramaticamente para uma morte anunciada. Sem gente supostamente de bem que se lhe queira chegar, com patrocinadores sempre de credo na boca, com medo de poderem vir a ser associados às substâncias do diabo.
O Tour morre em cada ano que passa. O que diria o Miranda de tudo isto, como veria ele esta obstinação dos ciclistas, que sabem que mais tarde ou mais cedo serão apanhados e que, mesmo assim, persistem, como se fosse
esse o seu inevitável destino. Vejo-o do alto da minha memória, e tenho a certeza que sorri.
"
(Texto de Vitor Serpa - A Bola)

domingo, 11 de maio de 2014

Joaquim Agostinho

Ontem 10 de Maio, fez trinta anos que desapareceu o melhor ciclista Português de todos os tempos, Joaquim Agostinho.
Nesta altura dou comigo  a pensar no homem extraordinário que foi Joaquim Agostinho, e no jornalista que mais de perto o acompanhou nas suas andanças Francesas, Carlos Miranda.
Quando chegava o mês de Agosto era um leitor assíduo do jornal “A Bola” as reportagens do Carlos Miranda sobre a volta à França eram lidas do principio ao fim, e que bem que escrevia, aliás pela “A Bola” passaram alguns dos melhores Jornalistas que não têm nada a ver com estes “escrevedores” de noticias que proliferam por tudo o que é sitio, salvo raras excepções.
Mas tudo muda e hoje

“ O ciclismo é afinal, o resultado de toda essa contradição.
Por isso resvala dramaticamente para uma morte anunciada. Sem gente supostamente de bem que se lhe queira chegar, com patrocinadores sempre de credo na boca, com medo de poderem vir a ser associados às substâncias do diabo.
O Tour morre em cada ano que passa. O que diria o Miranda de tudo isto, como veria ele esta obstinação dos ciclistas, que sabem que mais tarde ou mais cedo serão apanhados e que, mesmo assim, persistem, como se fosse esse o seu inevitável destino. Vejo-o do alto da minha memória, e tenho a certeza que sorri. "
(Texto de Vitor Serpa - A Bola)