Na semana que passou fui até Londres visitar a “minha
rapaziada” e claro aproveitei o tempo para conhecer melhor uma grande cidade.
Bem sei que a dimensão da capital britânica não é comparável
com o nosso burgo, mas ainda assim vale a pena pôr os olhos nestas fotos de
algumas lojas da zona de Chelsea, onde o culto pelas flores é simplesmente
fabuloso. A King´s Road (Julgo que é este o nome da avenida principal), tem
centenas de lojas e em todas elas as flores são o tema de decoração.
domingo, 2 de junho de 2019
Um Comércio levado a sério
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Uma visita a Stamford Bridge
Como se pode ver eu estou sempre em cima do acontecimento. Fotos tiradas na tarde em que o Chelsea conquistou a Taca UEFA frente ao Arsenal.
terça-feira, 7 de maio de 2019
As Cavacas das Caldas na final das Maravilhas da Doçaria
domingo, 21 de abril de 2019
Onde estavas no 25 de Abril?
Fui alertado para o movimento por volta das cinco da manhã e lembro-me que tive perfeita consciência que a vida das pessoas se transformaria a partir daquele dia.
Para ilustrar este post utilizei uma gravura com o título de “O MFA guiando o povo Português” de Peter Gray, a partir de Eugene Delacroix e agora publicado no Centro de Documentação 25 de Abril.
domingo, 7 de abril de 2019
Uma volta na Covilhã
Abril é mês de encontros do “MFA” e assim a minha “Pandilha”
marcou presença na Covilhã.
Com o decorrer dos anos já teci vários comentários sobre
este grupo fabuloso, mas nunca é demais frisar que não há malta como esta.
Este ano o grupo teve algumas ausências, mas por vezes a
vida tem circunstâncias que não permitem a reunião de toda a gente, mas mesmo
não estando presentes fisicamente estão em espírito.
Este ano a chuva e a neve também resolveram aparecer, mas
como dizíamos há 45 anos, chuva civil não molha militar. Em agosto voltamos à
carga e desta vez em Caldas da Rainha, para comemorar os 90 anos do “Meu
Primeiro”.
sábado, 16 de março de 2019
16 de Março – A Revolta das Caldas
Hoje fui à Escola de Sargentos (ex RI5), assistir ás comemorações dos 45 anos do
16 de Março. Fui e gostei muito por várias razões, uma delas é que me
transportou para uma época onde a minha geração não foram meros figurantes, mas
actores de verdade.
Já escrevi várias vezes que esta é uma data importante porque
colocou as Caldas da Rainha na rota da luta pela democracia em Portugal.
Depois de algumas palavras sobre o acontecimento e outras de
circunstância, fomos guiados numa visita pelo quartel e como é obvio nestes 45
anos muita coisa mudou.
Nesta visita não resisti a fotografar uns magníficos desenhos
na parede de uma caserna.
Obrigado a todos os que me proporcionaram uma manhã de Sábado
que me fez muito bem à alma.
quarta-feira, 13 de março de 2019
16 de Março – A Revolta das Caldas
'Reina a ordem no País' disse
Marcelo Caetano a 28 de Março de 1974, na sua derradeira 'Conversa em Família',
na RTP. Saiu-lhe caro. Quarenta dias após o 'Golpe das Caldas', a Revolução de
25 de Abril derrubava o regime absolutista. Reinava a ordem da liberdade.
…"Céu cinzento. Sábado. Meia-noite.
16 de Março 1974. Virgílio Varela, o então novato capitão do Movimento das
Forças Armadas (MFA) detém o segundo-comandante do Regimento de Infantaria 5
(RI5) das Caldas da Rainha. Os camaradas Rocha Neves e Silva Carvalho aparecem,
neutralizam a direcção da unidade. O comandante acorda. Mal larga a cama é
preso.
Quatro da amanhã. O troço de
soldados em linha comandada pelo capitão Armando Marques Ramos atravessa os
portões do aquartelamento do R15, e inicia a marcha rumo a Lisboa. Os trinta e
três oficiais, e mais de duzentos soldados, querem derrubar a ditadura mais
teimosa da Europa.
O velocímetro não impõe milagres;
40 km/hora era o máximo que as máquinas bélicas suportavam. Mesmo assim, às
seis da manhã, alcançam a capital. A três quilómetros das portagens de Sacavém
deparam-se com um golpe totalmente distinto do almejado. Dentro de um Mini, os
majores Casanova Ferreira e Manuel Monge trazem novidades. Péssimas; para darem
meia-volta e voltar para o lugar de onde tinham vindo. Razões? Falta de
planeamento e de comunicação."
Pessoalmente julgo que a autarquia nunca valorizou este acontecimento,
mas o ano passado fez “mea culpa” e inaugurou um monumento junto à Escola de Sargentos
domingo, 10 de março de 2019
Secla 1971
Numa altura em que se questionou se valeria a pena recuperar
o edifício da Secla, vem a propósito estas fotos que faziam parte do Balanço
Geral de 1971.
Nessa altura era presidente do conselho de Administração o
Sr. Fernando Ponte e Sousa e a Secla viveu a azáfama de avultadas obras de
renovação e inovação.
sábado, 23 de fevereiro de 2019
…e PRONTOS
Esta tarde fui beber um copo com o meu amigo Zé Eloi, e
porquê? Passo a explicar o meu amigo, que é como sabem o proprietário do Maratona
e da Taberna Marginal (S. Martinho do Porto), não pára de nos surpreender e num
espaço lindíssimo na Avenida 1º de Maio, próximo da estação da CP, inaugurou o
PRONTOS, que além de Co-work apresenta várias soluções empresariais para as
necessidades do dia a dia.
Para a minha geração que tem sempre alguma resistência a estas
“modernices”, ficamos sempre desconfiados, mas conhecendo o Zé Eloi, como conheço
arrisco a dizer que esta ideia tem pernas para andar e está condenada ao
sucesso, por isso meu amigo vai em frente porque as Caldas precisa de ideias
inovadoras e de Empresários que não têm medo do risco.
domingo, 17 de fevereiro de 2019
Rodrigo Berquó o arquiteto das termas
Rodrigo Berquó foi um visionário. Para ele transformar as
Caldas da Rainha numa das primeiras cidades termais da Europa, era uma missão
que só não foi totalmente realizada por motivo da sua morte ocorrida no
exercício da direcção do Hospital Termal, mas isso não lhe tira o mérito de ter
sido um dos homens do seu tempo, com uns horizontes de futuro que ainda hoje se
reconhece.
domingo, 10 de fevereiro de 2019
Os 110 Anos da Mercearia Pena
Falar dos 110 anos da mercearia Pena é falar de sinónimo de
qualidade. Quando lá entramos os aromas que sentimos faz-nos viajar pelo nosso
imaginário.
Sou frequentador da mercearia desse os tempos do Sr. Vitor,
do Mané do Silvestre, do Zé Lopes, e tantos outros que por lá passaram. Quando
em 1998 o Sr. Alberto da Bernarda adquiriu a Mercearia Pena ao Sr. Vitor
Ferreira Santos, mais conhecido por Vitor do Pena, esta foi renovada, mas manteve
as características dos velhos tempos.
Esta mercearia, que é uma referência do comércio tradicional
desde 1909, recebeu o Prémio Mercúrio em 2007, que é atribuído às 5 melhores casas de
Comércio Tradicional do País. Em 2009 também é distinguida pela Camara
Municipal pelos seus 100 anos e pela excelência do serviço prestado á
cidade.
O Sr. Alberto da Bernarda, um jovem setentão, continua cheio
de energia, e tem no seu filho Rui da Bernarda um excelente continuador que lhe
dá garantias de sucesso.
Parabéns a todos os que tornaram esta casa num
estabelecimento emblemático da cidade.
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Em dia de derbi
Numa semana onde Sporting e Benfica se vão encontrar duas
vezes, aqui ficam os “cromos” de uma magnifica colecção de carteiras de fósforos,
dos anos sessenta, para lembrar uns
tempos em que o futebol se jogava mais dentro das quatro linhas do que actualmente.












































