Os Ingleses, que ultimamente, com a história do Brexit, tem
tido um comportamento terceiro mundista são, no entanto, um povo com bom gosto.
Estas fotos mostram como o urbanismo é levado a sério, em
terras de sua majestade.
domingo, 23 de junho de 2019
Um urbanismo de bom gosto
sábado, 22 de junho de 2019
sábado, 15 de junho de 2019
Hoje foi dia do 1º Sargento Roque fazer a prova de vida
O nosso “Primeiro” continua de pedra e cal e fazer ver aos
mais novos que continua para as curvas…bem já são umas curvas mais apertadas,
mas lá vai andando.
Hoje aproveitando uma passagem pelas Caldas dos meus amigos
Mota e Carlos Silva, fomos fazer uma almoçarada e claro que o Roque lá estava,
já agora envia um grande abraço para todos os companheiros do Batalhão de Cavalaria
8322-74.
segunda-feira, 10 de junho de 2019
O Zé Povinho faz anos
Agora o Zé está mais crescido, pela mão do António e de outros cartoonistas já é um cidadão da Europa, e certamente o seu criador Rafael Bordalo Pinheiro está muito satisfeito.
domingo, 2 de junho de 2019
Um Comércio levado a sério
Na semana que passou fui até Londres visitar a “minha
rapaziada” e claro aproveitei o tempo para conhecer melhor uma grande cidade.
Bem sei que a dimensão da capital britânica não é comparável
com o nosso burgo, mas ainda assim vale a pena pôr os olhos nestas fotos de
algumas lojas da zona de Chelsea, onde o culto pelas flores é simplesmente
fabuloso. A King´s Road (Julgo que é este o nome da avenida principal), tem
centenas de lojas e em todas elas as flores são o tema de decoração.
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Uma visita a Stamford Bridge
Como se pode ver eu estou sempre em cima do acontecimento. Fotos tiradas na tarde em que o Chelsea conquistou a Taca UEFA frente ao Arsenal.
terça-feira, 7 de maio de 2019
As Cavacas das Caldas na final das Maravilhas da Doçaria
domingo, 21 de abril de 2019
Onde estavas no 25 de Abril?
Fui alertado para o movimento por volta das cinco da manhã e lembro-me que tive perfeita consciência que a vida das pessoas se transformaria a partir daquele dia.
Para ilustrar este post utilizei uma gravura com o título de “O MFA guiando o povo Português” de Peter Gray, a partir de Eugene Delacroix e agora publicado no Centro de Documentação 25 de Abril.
domingo, 7 de abril de 2019
Uma volta na Covilhã
Abril é mês de encontros do “MFA” e assim a minha “Pandilha”
marcou presença na Covilhã.
Com o decorrer dos anos já teci vários comentários sobre
este grupo fabuloso, mas nunca é demais frisar que não há malta como esta.
Este ano o grupo teve algumas ausências, mas por vezes a
vida tem circunstâncias que não permitem a reunião de toda a gente, mas mesmo
não estando presentes fisicamente estão em espírito.
Este ano a chuva e a neve também resolveram aparecer, mas
como dizíamos há 45 anos, chuva civil não molha militar. Em agosto voltamos à
carga e desta vez em Caldas da Rainha, para comemorar os 90 anos do “Meu
Primeiro”.
sábado, 16 de março de 2019
16 de Março – A Revolta das Caldas
Hoje fui à Escola de Sargentos (ex RI5), assistir ás comemorações dos 45 anos do
16 de Março. Fui e gostei muito por várias razões, uma delas é que me
transportou para uma época onde a minha geração não foram meros figurantes, mas
actores de verdade.
Já escrevi várias vezes que esta é uma data importante porque
colocou as Caldas da Rainha na rota da luta pela democracia em Portugal.
Depois de algumas palavras sobre o acontecimento e outras de
circunstância, fomos guiados numa visita pelo quartel e como é obvio nestes 45
anos muita coisa mudou.
Nesta visita não resisti a fotografar uns magníficos desenhos
na parede de uma caserna.
Obrigado a todos os que me proporcionaram uma manhã de Sábado
que me fez muito bem à alma.
quarta-feira, 13 de março de 2019
16 de Março – A Revolta das Caldas
'Reina a ordem no País' disse
Marcelo Caetano a 28 de Março de 1974, na sua derradeira 'Conversa em Família',
na RTP. Saiu-lhe caro. Quarenta dias após o 'Golpe das Caldas', a Revolução de
25 de Abril derrubava o regime absolutista. Reinava a ordem da liberdade.
…"Céu cinzento. Sábado. Meia-noite.
16 de Março 1974. Virgílio Varela, o então novato capitão do Movimento das
Forças Armadas (MFA) detém o segundo-comandante do Regimento de Infantaria 5
(RI5) das Caldas da Rainha. Os camaradas Rocha Neves e Silva Carvalho aparecem,
neutralizam a direcção da unidade. O comandante acorda. Mal larga a cama é
preso.
Quatro da amanhã. O troço de
soldados em linha comandada pelo capitão Armando Marques Ramos atravessa os
portões do aquartelamento do R15, e inicia a marcha rumo a Lisboa. Os trinta e
três oficiais, e mais de duzentos soldados, querem derrubar a ditadura mais
teimosa da Europa.
O velocímetro não impõe milagres;
40 km/hora era o máximo que as máquinas bélicas suportavam. Mesmo assim, às
seis da manhã, alcançam a capital. A três quilómetros das portagens de Sacavém
deparam-se com um golpe totalmente distinto do almejado. Dentro de um Mini, os
majores Casanova Ferreira e Manuel Monge trazem novidades. Péssimas; para darem
meia-volta e voltar para o lugar de onde tinham vindo. Razões? Falta de
planeamento e de comunicação."
Pessoalmente julgo que a autarquia nunca valorizou este acontecimento,
mas o ano passado fez “mea culpa” e inaugurou um monumento junto à Escola de Sargentos


































