Este Postal editado pela Havanesa das Caldas em 1952,
mostra-nos a Igreja Nossa Senhora da Conceição.
Aqui também se publica a brochura do programa da inauguração.
Este Postal editado pela Havanesa das Caldas em 1952,
mostra-nos a Igreja Nossa Senhora da Conceição.
Para terminar o fim de semana, nada melhor do que uma
leitura sobre a história da Foz do Arelho.
Livro curioso de Jaime Umbelino, um Torreense nascido na
Foz, que neste livro tem “ um punhado de apontamentos, de caracter evocativo,
sem pretensões literárias, e que tem como finalidade dar uma ajuda a qualquer Focence
que, um dia, se encha de brio e de
coragem para o fazer”
Por iniciativa de Ernesto Botelho Moniz, Eduardo Barbosa,
Eduardo Gonçalves Neves, Artur Ferreira Neto e Henrique Sales Henriques, esta
associação viu os seus estatutos aprovados em 14 de Setembro de 1895 pelo
Visconde de S.Sebastião, ao tempo Governador Civil do Distrito de Leiria, isto depois
de um período que foi muito marcante devido ao grande incêndio ocorrido no
Porto no Teatro “Baquet”, em 20 de Março de 1888, onde morreram mais de 130
pessoas, e após o acidente marítimo do Roumania, a sociedade Caldense e as suas
principais figuras, começaram a movimentar-se no sentido de se encontrar uma
solução humanitária que pudesse socorrer as populações indefesas em caso de
semelhantes catástrofes.
Na verdade o meu Sporting é enorme, resiste a tudo, até a um
Presidente que foi importante numa fase difícil, e teve o Sporting aos seus pés,
mas que a partir de Março deste ano foi traído por ele próprio, traído pelo seu
ego. traído pela sua "loucura". Foi o seu pior inimigo.
Mas isto é passado e depois deste período muito difícil, cá
estamos de novo, Com Varandas ou Benedito eu quero é que o Sporting ganhe para “chatear”
a cabeça aos meus amigos Benfiquistas e Portistas.
Saudações Leoninas.
Embora fosse de uma geração mais velha do que a minha, era um
amigo por quem tinha grande admiração, com uma memória prodigiosa, uma
autêntica enciclopédia das Caldas.
Recorri a ele para me esclarecer sobre alguns assuntos e a
paixão que ele punha nas suas descrições era admirável.
Teve uma vida cheia, Alfaiate, Político, Alfarrabistas, Radialista,
Escritor… eu sei lá que mais.
Para a Família vai o meu abraço de solidariedade.
O Agosto chegou ao fim, e com ele uma animação que já habitual.
Ele foi a Praia, foi uma almoçarada com os “camaradas do MFA”,
uma inédita e agradável reunião com os primos, a feira dos Frutus, a férias com
os Netos, que este ano meteu uma visita aos dinossauros, uma sardinhada com os
amigos e outros tantos momentos que fazem sempre muito bem à alma.
Para o ano há mais, haja saúde, que vontade não me falta.
Não há um grupo de Amigos como este. No Sábado passado
cumpriu-se mais um encontro da “Pandilha”, Tancos, à beira do Tejo, foi o cenário
para mais uma almoçarada dos “Furrieis da CCS”, e não só, e a coisa promete
continuar. Já ficou agendado para a Covilhã a próxima reunião de trabalho, lá
mais por altura da Páscoa.
Ontem na comemoração dos setenta anos do meu irmão, tive a
oportunidade de concretizar um velho sonho, juntar os descendentes da “Tia
Alice costureira e do Ti Tóino Galhetas do Painho”, e o que foi mais saboroso,
é que ao contrário do que costuma acontecer, o encontro não aconteceu num
funeral.
Gostei de ver Guida que continua uma apaixonada pela
fotografia, o Helder e o seu mano Carlos um “americano” que não consegue esquecer
a Sobrena.
Que dia bem passado, um dia destes vamos voltar a
encontrar-nos porque a vida é feita das pequenas coisas que fazem muito bem à
alma.
Esta fotografia que tirei à
poucos dias no Rossio em lisboa, faz-me lembrar um projecto que a minha amiga
Isabel Castanheira, persegue há anos e que eu apoio de alma e coração, que
passa pela colocação de uma estátua de Rafael Bordalo Pinheiro num local onde o
comum das pessoas se pudessem fotografar junto do mesmo.
Sinceramente não sei quais os
custos que isto envolvia, mas que era um excelente cartão de visita da Cidade,
lá isso era.
Neste Domingo, mais uma almoçarada, não há colesterol que
resista...pois é, o Pedro Pinto fez anos e fomos até à Lareira para comemorar o
evento, boa comida, companhia de excelência, em suma um bocado bem passado, o
reencontro fica marcado para a comemoração dos sessenta, e como costumo dizer
se faltar alguém que não seja eu.
Eu não sei se o colecionismo é “coisa de velhos”, o que sei
é que tenho algumas saudades das tertúlias que se faziam tendo como mote as
colecções.
Lembro o grupo da Biblioteca, ainda nos Pavilhões do Parque,
o grupo de colecionismo dos Pimpões e o Grupo dos Pelicanos que até ganhou
forma jurídica, como se constata nesta foto acabadinhos de sair da Conservatória.
Num fim de semana, curto, por terras do Sul, a visita a
Tavira é obrigatória, Não sei porquê, mas é um local com alguma magia, aliás
todas as cidades que têm rio exercem sobre mim um poder de atração enorme.
Já não constituem qualquer surpresa as iniciativas do meu
amigo Mário Lino, e este livro a propósito da história da Padaria Morgado, foi
mais longe e uniu os Municípios de Caldas da Rainha e Tábua, de onde era
natural José da Costa Morgado.
O Nascimento de António Morgado, no ano de 1912, em Caldas
da Rainha permite-nos situar os primórdios desta fábrica de pão e de
recordações, que ainda hoje se mantem de pé, depois de ter estado durante cerca
de meio século, associada à Upacal, encerrada por motivos de insolvência
Este livro acaba por ser também uma homenagem aos padeiros
Todos os anos por esta altura cumpro religiosamente um
ritual. Vou passear à Feira do Livro.
Hoje, Dia Mundial da Criança, faz precisamente 50 anos sobre
o lançamento do nº 1 da revista do Tintin em Portugal! Uma edição que
mudou e marcou a vida de muitos de nós, para sempre.
Esta publicação que encantou uma legião de fãs durante
gerações e que foi a responsável pela descoberta da BD franco-belga em Portugal,
contribuiu para eu desenvolver o gosto e o prazer da leitura! Esperava
ansiosamente todas as semanas pela continuação das histórias.
A Inauguração da EXPO'98 foi em 22 de Maio, já lá vão 20
anos. A Exposição Internacional de Lisboa de 1998 teve como tema "Os
oceanos: um património para o futuro" e atraiu cerca de 11 milhões de
visitantes, mudando por completo aquela zona de Lisboa.
Uma coluna militar proveniente do Regimento de Infantaria 5,
das Caldas da Rainha, marchou sobre Lisboa naquela que seria uma insurreição
abortada. O movimento que eclodiu em 16 de Março de 1974, ficou conhecido como
a “Revolução das Caldas”, e viria a ser um ensaio para o vitorioso 25 de Abril
- que restituiu a Liberdade ao Povo Português.
Nunca percebi porque é que a cidade das Caldas não comemora
o 16 de Março, como uma data importante do fim do regime, pela parte que me
toca aqui deixo a minha homenagem á “Rapaziada do RI5”
Na verdade é impressionante como o futebol consegue criar
esta motivação numa cidade que por vezes parece que está adormecida.
Numa quarta feira, à noite, mais de 1500 Caldenses fizeram 600
km para dizer aos nossos atletas que nós acreditamos, e em Vila das Aves eram
mais adeptos das Caldas do que do clube local.
O Árbitro foi simpático para o Desportivo das Aves e perdemos
1-0, mas como se diz por aqui “Ninguém passa no Estádio da Mata”. A missão não é fácil, mas aconteça o que
acontecer na segunda mão, acho que o Caldas é o grande vencedor da Taça de Portugal.
Cá por mim já estou a arranjar o Farnel para levar para o
Jamor.