sábado, 24 de junho de 2017
Bordalo, o Livro, uma Amiga
sábado, 17 de junho de 2017
A Minha Estante – Terra de Águas
Este é um livro obrigatório para quem quiser conhecer a
história da Cidade de Caldas da Rainha
De muitos documentos históricos de grande interesse
transcrevo um que a Associação Comercial entregou em mão ao Rei D. Carlos em 27
de Janeiro de 1904, acerca da candidatura caldense a ponto de passagem da linha
ferroviária Setil-Peniche cuja viabilidade em 1899 o Governo encarregou uma
comissão presidida por Paiva Couceiro de estudar.
Esta carta era assinada por Rafael Bordalo Pinheiro,
Presidente da Assembleia Geral da Associação Comercial.
"Senhor - A Associação Comercial e Industrial das
Caldas da Rainha no intuito de contribuir quando possa para a prosperidade
desta vila, e consequentemente para o justo engrandecimento do seu comércio e
indústria, vem respeitosamente suplicar perante Vossa Magestade para que
superiormente seja determinado que o entroncamento da linha Oeste, no projecto
de caminho de ferro de Setil a Peniche, na zona compreendida entre Mondego e o
Tejo, se faça na estação desta vila. A par das vantagens de tal medida advêm
para esta vila, merecedora da ajuda do Governo de Vossa Majestade, pela sua
importância como centro comercial e industrial e como estância balnear de
primeira ordem, sem dúvida a de maior afluência do país, frequentada por suas
Majestades e Altezas, e pela côrte, muito se contribui para que o estrangeiro
especialmente dos nossos vizinhos espanhóis, haja mais fácil comunicação,
economia e comodidade, desde que fique, tal como se implora, directamente
ligada a esta estação termal mais uma via acelerada. O Governo de Vossa
Majestade, avaliando a justiça do nosso pedido, sem dúvida o atenderá, dando
com o seu deferimento à nossa súplica maior valor a esta praça e aos seus
comuns interesses, e proporcionando-nos motivos para a nossa justíssima
gratidão".
Titulo:
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Terra de Águas
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Autor:
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Câmara Municipal das caldas da Rainha
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Ano:
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1993
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domingo, 11 de junho de 2017
A Minha Estante – Museu da Cerâmica
Titulo:
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Museu da Cerâmica
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Autor:
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Cristina Horta
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Ano:
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2007
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domingo, 28 de maio de 2017
A Minha Estante – Um roteiro com foto bonitas…mas!!!!
Enfim, esta é a minha opinião que vale o que vale, mas penso que um roteiro não é isto, este é demasiado elitista e não chegas às pessoas.
Titulo:
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Caldas da Rainha – Um Roteiro
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Autor:
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João B. Serra e João M. Pereira
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Ano:
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2017
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domingo, 21 de maio de 2017
Colecção de Cromos - Navios e Navegadores
Claro que fiz a visita que se impunha e “enfeirei” esta magnifica Caderneta de Cromos “Navios e Navegadores” que a minha geração bem se lembra de coleccionar. Eu mesmo colei vários cromos nesta caderneta, mas os anos encarregaram-se de dar descaminho, por isso com esta compra regressei ao passado.
Esta colecção de 267 cromos foi publicada em 1962 pela Agência Portuguesa de Revistas e na capa apresentava uma belo desenho do navio “Santa Maria” que viria a ficar ligado ao assalto levado a cabo por Henrique Galvão.
Sobre os cromos, todos desenhados, é de salientar a alta qualidade gráfica, nomeadamente das embarcações Nacionais cujos desenhos se supõe que sejam da autoria de Carlos Alberto Santos.
domingo, 14 de maio de 2017
domingo, 7 de maio de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
domingo, 23 de abril de 2017
sexta-feira, 24 de março de 2017
A Minha Estante – Vidro o outro nome da Terra
Este livro publicado por altura do centenário da morte de
Rafael Bordalo Pinheiro, foi o catálogo de uma exposição de Ferreira da Silva
na galeria Osiris.
Sobre a sua biografia destaco este parágrafo, que achei
muito interessante.
…Na Secla, conheceu Hansi Staell
que desenhava modelos para a produção. A artista, de nacionalidade húngara, consolidara
uma viragem cultural na empresa, que levara ao abandono do padrão tradicional
da louça das Caldas em favor de novos conceitos de designo
Fora do rígido horário laboral,
Ferreira da Silva, prosseguia a sua busca de um espaço mais pessoal e criativo.
Beneficiou então da experiência e camaradagem de Hernâni Lopes, então professor
na Escola Comercial e Industrial caldense, um excelente pintor, discípulo de Abel
Manta e que frequentara as aulas de Vasquez Dias em Madrid. Reencontrou Júlio
Pomar que veio até às Caldas fazer um mural para o Café Central e na ocasião
frequentou o Studio da Secla e realizar algumas peças cerâmicas.
Titulo:
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Vidro o outro nome da Terra
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Autor:
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Câmara Municipal de Caldas da Rainha
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Ano:
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2006
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quinta-feira, 23 de março de 2017
Marcas da II Guerra em Caldas da Rainha
Deste catálogo destaco uma fotografia que documenta a queda de um avião perto das Gaeiras.
Esta foto é de 8 de Maio de 1941 e é da autoria de Neto Pereira.
quinta-feira, 16 de março de 2017
ELECTRO LIDER – 30 Anos
Não sendo muito tempo, no actual panorama comercial é um
feito de assinalar, e só possível porque durante estes anos procurámos seguir
uma filosofia de verdade e ao mesmo tempo privilegiar a qualidade.
Estamos orientados para as necessidades do mercado da
electrónica proporcionando as melhores soluções, apoiados numa diversidade de
produtos e de stock consistentes, o que nos permite prestar aos nossos clientes
um serviço personalizado, atempado e fiável.
domingo, 12 de março de 2017
A Minha Estante – Uns aos Outros
Este livro editado pelo Património Histórico em 2000, da autoria de Rui Correia, faz o percurso histórico desta Associação que teve a sua primeira sede na antiga Rua do Borralho, hoje Rua Emídio Jesus Coelho, conforme se pode constatar pela fotografia
Titulo:
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Uns aos Outros
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Autor:
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Rui Antunes Correia
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Ano:
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2000
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sábado, 11 de março de 2017
A Minha Estante – Acção da Rainha D.Leonor
O Livro “A Acção da Rainha D. Leonor” é um dos melhores estudos que conheço sobre a figura da nossa notável Rainha, síntese perfeita da sua psicologia, da sua obra e do meio complexo de um tempo trágico e esplêndido em que viveu.
…A Autora, Dra. Deolinda Ribeiro, que ia ser a primeira senhora do concelho das Caldas a formar-se numa Universidade, nascera numa aldeia ligada, precisamente á lenda da fundação do Hospital e da Vila pela Rainha D. Leonor.
A circunstância de ter nascido no Chão da Parada, uma aldeia rural, tornou-a numa mulher que apreciava muito os lavradores sendo conhecida uma quadra tão castiça que proferia:
Sapateiros e carpinteiros
E alfaiates… nada são!
-Homens são os lavradores
Que enchem a casa de Pão
Titulo:
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Acção da Rainha D.Leonor
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Autor:
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Deolinda Margarida ribeiro
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Ano:
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1947
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quarta-feira, 8 de março de 2017
Dia da Mulher
8 de Março é o dia Internacional da Mulher e para que não digam que eu não sou sensível, aqui ficam as 3 mulheres da minha vida.
domingo, 5 de março de 2017
A Minha Estante – Invasão Francesa e os Fuzilamentos nas Caldas da Rainha
Deste livro saliento o registo da carta enviada a Napoleão pelo General Junot, que dava conta da do fuzilamento de 9 Caldenses.
Julga-se que a execução teve lugar na parede em frente ao Hotel Cristal.
sexta-feira, 3 de março de 2017
A Minha Estante – Caldas da Rainha – Roteiro de 1926
Este Roteiro-Guia das Caldas foi editado pela Gazeta das
Caldas no ano de 1926.
Uma leitura pelas suas páginas dá-nos uma perspectiva de
como era a vida na Vila das Caldas que por esta altura contava com 7 mil
habitantes e tinha nas Termas o seu núcleo de desenvolvimento, gerando á sua
volta um comércio que prosperava.
…Hotéis e hospedarias há-os bem montados, desde os mais
modestos aos mais confortáveis. Os preços variam, como em toda a parte segundo
as oscilações da carestia da vida. Entretanto é proverbial a barateza das
Caldas, havendo pensões desde as mais baratas às de luxo. Por 15$00 diários
ficava-se bem instalado numa pensão, e nos melhores hotéis havia bastantes quartos
a 25§00, até mesmo a 20$00.
Titulo:
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Caldas da Rainha – Roteiro de 1926
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Autor:
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Gazeta das Caldas
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Ano:
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1926
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quinta-feira, 2 de março de 2017
A Minha Estante – Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial
O episódio da aterragem forçada de um bombardeiro da RAF, na Foz do Arelho, e descrita no livro, é um bom exemplo,
É curioso a forma como Caldas da Rainha aparece referenciada na época, nomeadamente por Don Howell, elemento da tripulação de um avião que aterrou de emergência na zona de Peniche.
Titulo:
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Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial
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Autor:
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PH – Mário Tavares
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Ano:
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2009
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domingo, 26 de fevereiro de 2017
A festa do Carnaval
O Carnaval mais do que uma data no calendário é um estado de
alma, e se há festas com tradição esta é uma delas.
Para ilustrar esta data aqui fica um panfleto muito interessante
que o meu amigo Fernando Santos me facultou, e que ilustra bem o glamour do
carnaval de outros tempos.
Esta e outras publicações de documentos antigos, fez-me lembrar
o comentário de um amigo que me disse ; -"tu moras aonde tão só casas
velhas, é para isto que servem os blogs
e Facebook, para eles não esquecerem que elas existem, fazem parte da nossa memória
que é a nossa vida.”
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Zeca Afonso um símbolo da Liberdade
Faz hoje 30 anos que desapareceu um dos mais brilhantes músicos
da revolução, José Afonso.
Encontrei-o várias vezes aqui nas Caldas da Rainha, Já numa
fase difícil da sua vida, julgo que vinha para as termas.
Zeca é um ícone, um símbolo da liberdade, mas quando passou
a património político, a sua música foi quase esquecida.
Foi músico, poeta, nome da revolução, mas foi também
professor. Quando passam 30 anos da sua morte, presto a minha singela homenagem
com esta estatueta feita por um brilhante ceramista Caldense, Constantino de
seu nome.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
A Minha Estante – Grandela e a Foz do Arelho
Republicano assumido, foi um comerciante notável.
Começou a sua actividade como marçano na Rua dos Fanqueiros, depois de passar por outra casa na Rua da Prata, em 1879 abria na mesma rua o seu primeiro estabelecimento comercial “ Fazendas Barata”.
Pioneiro de algumas técnicas inovadoras de marketing. Dois anos mais tarde abria no Rossio, as “Lojas do Povo”, com a sua fachada pintada de Vermelho, cor que fardava os empregados.
Em 1907 inaugurava os “Armazéns Grandela” com pompa e circunstância, onde estiveram presentes diversas Figuras da República, como Bernardino Machado, Afonso Costa, João Chagas e outros.
Em Agosto de 1911, abre nas Caldas da Rainha uma filial dos Armazéns do Chiado.
Francisco de Almeida Grandela, empenhado na luta contra o analfabetismo, assumiu a responsabilidade de edificação de várias Escolas, entre as quais a da Foz do Arelho em 1909.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
A Minha Estante – Zé Povinho 1875
Titulo:
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Zé Povinho 1875
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Autor:
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José Augusto França
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Ano:
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1975
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