Amilcar de Figueiredo, filho e neto de notáveis ceramistas
fez a sua formação na “Universidade” Rafael Bordalo Pinheiro, marcado pelo
ensino competente de grandes mestres: Manuel José António, Abilio Moniz Barreto
e tantos outros. Fotografo de profissão, Poeta e coleccionador nas horas vagas.
Deste livro de Rimas Frescas; Vagas prosaicas; Quadras
enquadradas e rónicas Rimadas, transcrevo este poema
Os Pregões
“Cavacas finas das caldas”… Foi isto
Que ressoou ao vento, num passado
Pouco distante. Disso estou lembrado.
“Séc’lo, olhó Diário”… E mais isto!
Eram cavacas e Jornais!...Foi disto
Que transportava o vento, ar sujado,
Ambiente, que então foi misturado
Com o fumo, comboios e só visto!
“Cavacas finas das Caldas”!-Lembrança
Que antigamente, aos tempos, vivia,
Maria das Cavacas, com pujança,
Pregoava quando o comboio via!
-Também Henrique dos jornais…Lembrança
Se o comboio chegava mas, partia!..
Titulo:
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Poemas Dispersos
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Autor:
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Amilcar de Figueiredo
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Ano:
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2008
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