domingo, 30 de abril de 2017
domingo, 23 de abril de 2017
sexta-feira, 24 de março de 2017
A Minha Estante – Vidro o outro nome da Terra
Este livro publicado por altura do centenário da morte de
Rafael Bordalo Pinheiro, foi o catálogo de uma exposição de Ferreira da Silva
na galeria Osiris.
Sobre a sua biografia destaco este parágrafo, que achei
muito interessante.
…Na Secla, conheceu Hansi Staell
que desenhava modelos para a produção. A artista, de nacionalidade húngara, consolidara
uma viragem cultural na empresa, que levara ao abandono do padrão tradicional
da louça das Caldas em favor de novos conceitos de designo
Fora do rígido horário laboral,
Ferreira da Silva, prosseguia a sua busca de um espaço mais pessoal e criativo.
Beneficiou então da experiência e camaradagem de Hernâni Lopes, então professor
na Escola Comercial e Industrial caldense, um excelente pintor, discípulo de Abel
Manta e que frequentara as aulas de Vasquez Dias em Madrid. Reencontrou Júlio
Pomar que veio até às Caldas fazer um mural para o Café Central e na ocasião
frequentou o Studio da Secla e realizar algumas peças cerâmicas.
Titulo:
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Vidro o outro nome da Terra
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Autor:
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Câmara Municipal de Caldas da Rainha
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Ano:
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2006
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quinta-feira, 23 de março de 2017
Marcas da II Guerra em Caldas da Rainha
Deste catálogo destaco uma fotografia que documenta a queda de um avião perto das Gaeiras.
Esta foto é de 8 de Maio de 1941 e é da autoria de Neto Pereira.
quinta-feira, 16 de março de 2017
ELECTRO LIDER – 30 Anos
Não sendo muito tempo, no actual panorama comercial é um
feito de assinalar, e só possível porque durante estes anos procurámos seguir
uma filosofia de verdade e ao mesmo tempo privilegiar a qualidade.
Estamos orientados para as necessidades do mercado da
electrónica proporcionando as melhores soluções, apoiados numa diversidade de
produtos e de stock consistentes, o que nos permite prestar aos nossos clientes
um serviço personalizado, atempado e fiável.
domingo, 12 de março de 2017
A Minha Estante – Uns aos Outros
Este livro editado pelo Património Histórico em 2000, da autoria de Rui Correia, faz o percurso histórico desta Associação que teve a sua primeira sede na antiga Rua do Borralho, hoje Rua Emídio Jesus Coelho, conforme se pode constatar pela fotografia
Titulo:
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Uns aos Outros
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Autor:
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Rui Antunes Correia
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Ano:
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2000
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sábado, 11 de março de 2017
A Minha Estante – Acção da Rainha D.Leonor
O Livro “A Acção da Rainha D. Leonor” é um dos melhores estudos que conheço sobre a figura da nossa notável Rainha, síntese perfeita da sua psicologia, da sua obra e do meio complexo de um tempo trágico e esplêndido em que viveu.
…A Autora, Dra. Deolinda Ribeiro, que ia ser a primeira senhora do concelho das Caldas a formar-se numa Universidade, nascera numa aldeia ligada, precisamente á lenda da fundação do Hospital e da Vila pela Rainha D. Leonor.
A circunstância de ter nascido no Chão da Parada, uma aldeia rural, tornou-a numa mulher que apreciava muito os lavradores sendo conhecida uma quadra tão castiça que proferia:
Sapateiros e carpinteiros
E alfaiates… nada são!
-Homens são os lavradores
Que enchem a casa de Pão
Titulo:
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Acção da Rainha D.Leonor
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Autor:
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Deolinda Margarida ribeiro
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Ano:
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1947
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quarta-feira, 8 de março de 2017
Dia da Mulher
8 de Março é o dia Internacional da Mulher e para que não digam que eu não sou sensível, aqui ficam as 3 mulheres da minha vida.
domingo, 5 de março de 2017
A Minha Estante – Invasão Francesa e os Fuzilamentos nas Caldas da Rainha
Deste livro saliento o registo da carta enviada a Napoleão pelo General Junot, que dava conta da do fuzilamento de 9 Caldenses.
Julga-se que a execução teve lugar na parede em frente ao Hotel Cristal.
sexta-feira, 3 de março de 2017
A Minha Estante – Caldas da Rainha – Roteiro de 1926
Este Roteiro-Guia das Caldas foi editado pela Gazeta das
Caldas no ano de 1926.
Uma leitura pelas suas páginas dá-nos uma perspectiva de
como era a vida na Vila das Caldas que por esta altura contava com 7 mil
habitantes e tinha nas Termas o seu núcleo de desenvolvimento, gerando á sua
volta um comércio que prosperava.
…Hotéis e hospedarias há-os bem montados, desde os mais
modestos aos mais confortáveis. Os preços variam, como em toda a parte segundo
as oscilações da carestia da vida. Entretanto é proverbial a barateza das
Caldas, havendo pensões desde as mais baratas às de luxo. Por 15$00 diários
ficava-se bem instalado numa pensão, e nos melhores hotéis havia bastantes quartos
a 25§00, até mesmo a 20$00.
Titulo:
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Caldas da Rainha – Roteiro de 1926
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Autor:
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Gazeta das Caldas
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Ano:
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1926
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quinta-feira, 2 de março de 2017
A Minha Estante – Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial
O episódio da aterragem forçada de um bombardeiro da RAF, na Foz do Arelho, e descrita no livro, é um bom exemplo,
É curioso a forma como Caldas da Rainha aparece referenciada na época, nomeadamente por Don Howell, elemento da tripulação de um avião que aterrou de emergência na zona de Peniche.
Titulo:
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Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial
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Autor:
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PH – Mário Tavares
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Ano:
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2009
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domingo, 26 de fevereiro de 2017
A festa do Carnaval
O Carnaval mais do que uma data no calendário é um estado de
alma, e se há festas com tradição esta é uma delas.
Para ilustrar esta data aqui fica um panfleto muito interessante
que o meu amigo Fernando Santos me facultou, e que ilustra bem o glamour do
carnaval de outros tempos.
Esta e outras publicações de documentos antigos, fez-me lembrar
o comentário de um amigo que me disse ; -"tu moras aonde tão só casas
velhas, é para isto que servem os blogs
e Facebook, para eles não esquecerem que elas existem, fazem parte da nossa memória
que é a nossa vida.”
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Zeca Afonso um símbolo da Liberdade
Faz hoje 30 anos que desapareceu um dos mais brilhantes músicos
da revolução, José Afonso.
Encontrei-o várias vezes aqui nas Caldas da Rainha, Já numa
fase difícil da sua vida, julgo que vinha para as termas.
Zeca é um ícone, um símbolo da liberdade, mas quando passou
a património político, a sua música foi quase esquecida.
Foi músico, poeta, nome da revolução, mas foi também
professor. Quando passam 30 anos da sua morte, presto a minha singela homenagem
com esta estatueta feita por um brilhante ceramista Caldense, Constantino de
seu nome.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
A Minha Estante – Grandela e a Foz do Arelho
Republicano assumido, foi um comerciante notável.
Começou a sua actividade como marçano na Rua dos Fanqueiros, depois de passar por outra casa na Rua da Prata, em 1879 abria na mesma rua o seu primeiro estabelecimento comercial “ Fazendas Barata”.
Pioneiro de algumas técnicas inovadoras de marketing. Dois anos mais tarde abria no Rossio, as “Lojas do Povo”, com a sua fachada pintada de Vermelho, cor que fardava os empregados.
Em 1907 inaugurava os “Armazéns Grandela” com pompa e circunstância, onde estiveram presentes diversas Figuras da República, como Bernardino Machado, Afonso Costa, João Chagas e outros.
Em Agosto de 1911, abre nas Caldas da Rainha uma filial dos Armazéns do Chiado.
Francisco de Almeida Grandela, empenhado na luta contra o analfabetismo, assumiu a responsabilidade de edificação de várias Escolas, entre as quais a da Foz do Arelho em 1909.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
A Minha Estante – Zé Povinho 1875
Titulo:
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Zé Povinho 1875
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Autor:
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José Augusto França
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Ano:
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1975
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domingo, 19 de fevereiro de 2017
O homem dos mil dedos
sábado, 18 de fevereiro de 2017
A Minha Estante – Catalogo da Exposição de Arte Infantil
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Mais livros da minha estante
Titulo:
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As três idades de Malhoa
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Autor:
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Acúrsio Pereira
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Ano:
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1955
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Titulo:
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Guia Comercial
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Autor:
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ACCCRO
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Ano:
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Titulo:
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Mostra a Bilha
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Autor:
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Museu da Cerâmica
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Ano:
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2003
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Um Livro do Padre Renato
Outra faceta desconhecida do Pároco de Tornada, foi ter escrito este livro. Chama-se “Redigir Correctamente”, e segundo o autor “pretende-se neste livrinho, proporcionar ajuda prática e atraente
A jovens que queiram vir a escrever um Português correcto.”
Titulo:
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Redigir Correctamente
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Autor:
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Renato André Ramos (Padre Renato)
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Ano:
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1997
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Vamos todos namorar
Dia 14 de Fevereiro é Dia de S. Valentim, o tal que no durante a vigência de governação do Imperador Claudio II, continuou a celebrar casamentos desafiando as leis do Império, a prática foi descoberta e S. Valentim foi preso e condenado à morte.
O Dia dos Namorados é coisa inventada pela sociedade de consumo, mas os postais e cartas de amor são tão velhos como a invenção da escrita.
Este postal espelha bem o romantismo de outros tempos, mas o culto ao Cupido não foi exclusivo dos tempos de outrora.
Por isso meus amigos, seja por SMS, Twitter ou Facebook, namorem e façam o favor Sejam Felizes.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
A minha Estante – Poemas Dispersos
Deste livro de Rimas Frescas; Vagas prosaicas; Quadras enquadradas e rónicas Rimadas, transcrevo este poema
Que ressoou ao vento, num passado
Pouco distante. Disso estou lembrado.
“Séc’lo, olhó Diário”… E mais isto!
Que transportava o vento, ar sujado,
Ambiente, que então foi misturado
Com o fumo, comboios e só visto!
Que antigamente, aos tempos, vivia,
Maria das Cavacas, com pujança,
Pregoava quando o comboio via!
-Também Henrique dos jornais…Lembrança
Se o comboio chegava mas, partia!..
Titulo:
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Poemas Dispersos
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Autor:
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Amilcar de Figueiredo
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Ano:
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2008
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domingo, 12 de fevereiro de 2017
Hoje fui aos fados
A minha Estante – Almanaque Caldense 1963
Este almanaque de 1963, com escritos de João Ramos Franco,
Fernando Pimentel e Fernando Amaral, tem entre outros motivos de interesse,
pequenos contos, um pouco da história de algumas colectividades, e com não
podia deixar de ser referência a alguns estabelecimentos comerciais da altura.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Farrapos D’Alma
Farrapos D’Alma é um livro de poemas de Leonel Cardoso, que
como escreve “O Século” em 05-07-73, o autor não é apenas caricaturista,
ceramista, pintor escritor e poeta, é principalmente um homem que se sente vivo
e sente a vida à sua volta.
Em terras da Estremadura,
Cheias de encanto e doçura,
Há uma linda “aguarela”,
Que aproveitando o ensejo,
Eu não resisto ao desejo,
De aqui falar dela…
………
E se o tempo sobra ainda,
Leva-o à Foz do Arelho,
Onde a lagoa é um espelho
E do mais fino cristal!...
Leva ainda o teu olhar
Ao Museu de Malhôa,
Cuja arte, sem favores,
Ao lado dos mais pintores,
Não será menos boa!
Olha depois, com regalo,
As figuras de Bordalo,
As figuras de Elias…
E depois diz com franqueza,
Se outra terra portuguesa
Te preenche assim os dias?!...
Titulo:
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Farrapos D’alma
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Autor:
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Leonel Cardoso
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Ano:
|
1973
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