sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A minha Estante – Paredes de Louça

O Azulejo sempre foi muito utilizado para o revestimento de fachadas de edifícios, nas Caldas da Rainha no último quartel do seculo XIX quase que tornou moda.
Este livro que hoje vos falo é um magnífico estudo sobre a azulejaria levado a cabo pela Margarida Araújo e Joaquim António Silva e editado pelo Património Histórico em 1993.
As fotografias que ilustram este texto, embora sobre fachadas referenciadas no livro, foram tiradas por mim.
O painel de Azulejos dos Bombeiros é da autoria de Herculano Elias (Secla), o dos Pimpões é de Maria de Jesus Scherif (Cencal)



Titulo:
Paredes de Louça
Autor:
PH Património Histórico – Margarida Araujo
Ano:
1993

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Fotografias dos anos cinquenta

José Neto Pereira nasceu em 1909 e faleceu em 1987, entre 1930 e 1983 teve um atelier fotográfico nas Caldas da Rainha, sendo durante algum tempo o único fotógrafo profissional da cidade onde nasceu.
Durante meio século fotografou as Caldas e os Caldenses.
..Registou caras e acontecimentos, fez fotografias de pose e instantâneos, assistiu ao crescimento da cidade e à passagem de gerações.

É do livro, “50 Fotografias dos anos cinquenta – José Neto Pereira”, editado pelo Património Histórico em 1993, que retirei este prefácio e a foto do Aniversário dos Pimpões em 1956.
Titulo:
50 Fotografias dos anos cinquenta
Autor:
PH Património Histórico – Isabel Xavier
Ano:
1993

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A minha Estante – O Comerciante


O Boletim do Comerciante foi publicado em 2003-2004 (2) e 2005

Titulo:
Comerciante
Autor:
ACCCRO
Ano:
2003-2004-2005


A minha Estante – Concurso de gastronomia

Durante vários anos a ACCCRO organizou o Concurso de Gastronomia.
Titulo:
Concurso de gastronomia
Autor:
ACCCRO
Ano:
2003-2005-2006-2008-2010-2011-2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A minha Estante – Álbum das Glórias


Zé Povinho é uma das Glórias deste livro fabuloso de Rafael Bordalo Pinheiro.
Diz ele a propósito do Zé Povinho “ Um dia virá em que ele mude de figura e mude também de nome, para, em vez de se chamar Zé Povinho, se chamar simplesmente POVO. Mas muitos impostos novos, novos empréstimos, novos tratados e novos discursos correrão na ampulheta constitucional do tempo antes que chegue esse dia tempestuoso.”
Titulo:
Álbum das Glórias
Autor:
Rafael Bordalo Pinheiro
Ano:
2003 (Conforme edição de 1880)


domingo, 29 de janeiro de 2017

A minha Estante – Os Teatros de Lisboa

Este livro de autoria de Júlio Cesar Machado tem ilustrações de Rafael Bordalo Pinheiro. Editado em 2002, conforme edição de 1874-1875.

Júlio Cesar Machado foi contemporâneo de Ramalho Ortigão e Bordalo Pinheiro, e passava os seus tempos livres na localidade de A-dos-Ruivos.

No Museu do Bambarral existe uma sala com o seu nome  

Titulo:
Os Teatros de Lisboa
Autor:
Júlio Cesar Machado
Ano:
2002 (Conforme edição de 1875)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

A minha Estante – No Lazareto de Rafael Bordalo Pinheiro


Este é um livro de ilustrações de Rafael Bordalo Pinheiro sobre o Lazareto que era um edifício próprio para as quarentenas, isolado a destinado a receber e a desinfectar as pessoas e os objectos provenientes de lugares onde reine uma doença epidémica ou contagiosa.

Titulo:
No Lazareto
Autor:
Rafael Bordalo Pinheiro
Ano:
2003 – Reprodução da Edição original de 1881


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Almanak Ilustrado Caldense de 1898

Este é o livro mais antigo que eu tenho na minha colecção.
Este Almanaque das Caldas tem a bonita idade de 119 anos e tal como diz na capa Contém “ Diversas Gravuras, Descripções e Pensamentos.”
Além das tabelas uteis como marés e preços dos Correios, tem alguns poemas de vários autores.
Nas últimas páginas faz referência a alguns estabelecimentos comerciais conforme se documenta pelas imagens que junto
Titulo:
Almanak Illustrado Caldense
Autor:
A de Sotto-Mayor
Ano:
1898






quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A minha Estante – Roteiro do Museu José Malhoa



Da minha estante destaco hoje este “Roteiro do Museu José Malhoa”, editado em 1974 pela Direcção Geral dos Assuntos Culturais.
“Este museu, dedicado ao grande pintor português José Malhoa (1855-1933), natural desta cidade das Caldas da Rainha, foi pela primeira vez instalado na “Casa dos Barcos” situada junto ao largo do jardim D.Carlos I.
Criado em 1933 pelo Ministro da Instrução Pública, Prof. Doutor Gustavo Cordeiro Ramos, o Museu de José Malhoa foi solenemente inaugurado em 28 de Abril de 1934, coroando de êxito a actividade exemplar que desde de 1927, António Montês vinha desenvolvendo para fundar um museu nesta cidade, sua terra natal.”

Titulo:
Roteiro do Museu José Malhoa
Autor:
Direcção Geral Assuntos Culturais
Ano:
1974

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Caldas da Rainha em 1911

Esta preciosidade com mais de 100 anos  tem o  título “Caldas da Rainha” de J. A. Ferreira Madail e foi publicado pela Associação Comercial e Industrial de Caldas da Rainha, em 1911.
Um livro que retrata a vida no princípio do seculo, quando Caldas tinha uma grande importância do panorama termal, diz-nos que por essa altura Caldas tinha 4639 habitantes, e segundo o autor ficamos a saber que “ O clima é delicioso, sobretudo na estação calmosa em que as elevadas temperaturas raramente se fazem sentir, e não são persistentes.
Quanto à importância do comércio diz-nos que
-“ É a villa abastecida, de todos os artigos necessários à vida, por um avultado número de estabelecimentos comerciais.
É uma terra onde se encontram todos os recursos.
Uma Associação commercial e Industrial ocupa-se com afinco dos interesses geraes da classe.”
Referência ainda que “além de várias pensões as Caldas possuíam oito Hotéis e ainda seis estabelecimentos de Trens de Aluguer”.

Titulo:
Caldas da Rainha
Autor:
Associação Comercial  - J.A.Ferreira Madail
Ano:
1911


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

O Fado das Caldas

As coisas que a gente encontra nas velharias pela módica quantia de 1 euro.
Este belíssimo disco de 45 rotações intitulava-se “ Os maiores sucessos de Mário Simões” e tem no lado A o Fado das Caldas que nesta versão “ perde a feição de nostálgica reconstituição do que eram naquele tempo as excursões marialvas para se transformar numa aguarela risonha quase caricatural”

Já agora aqui fica a letra deste Fado de Arnaldo Forte e Raul Ferrão

Fado das Caldas

Calça justa bem 'sticada
Já manchada p'lo selim,
Polainas afiveladas.
Antigamente era assim;
Mantas de cor nas boleias (ai)
P´ras toiradas e pr'a ceias.

De milorde aguisalhada,
À cabeça da manada
Trote largo e para a frente,
Com os seus cavalos baios,
As pilecas eram raios
Fidalgos iam co'a gente.

E p'la ponte de Tornada
Por lá é que era o caminho
Bem conduzindo a manada
A passo, devagarinho,
E quem mandava o campino (ai)
Era o mestre Victorino.

Praça cheia, toca o hino
É dos Gamas, gado matreiro
Victor Morais, o campino,
Anadia, o cavaleiro
Que sortes tão bem mandadas
Haviam nessas toiradas.

Nos tempos que não vivi
Findavam as brincadeiras
Nas barracas do Levi
Com dois tintos das Gaeiras
Entre cartazes, letreiros
Com toiros, cavaleiros
Titulo:
Os Maiores sucessos de Mário Simões –Fado das Caldas
Autor:

Ano:
Anos 70


A minha estante - 7º Concurso de gastronomia


Titulo:
7º Concurso de Gastronomia
Autor:
ACCCRO – Associação Comercial
Ano:
2002

A minha Estante – Noticias interessantes da real Vila das Caldas

O manuscrito “Noticias interessantes da real Vila das Caldas” constitui um documento histórico de inegável importância para o estudo e conhecimento das Caldas da Rainha no final do seculo XVII.  
Um retracto que inclui não apenas uma componente descritiva dos espaços urbanos da vila, mas também preciosas achegas sobre a organização politica e institucional e sobre variados aspectos da vida quotidiana.

Titulo:
Noticias interessantes da real Vila das Caldas
Autor:
PH – Património Histórico
Ano:
2002

domingo, 22 de janeiro de 2017

Caldas – Rainha das Termas

Longe vão os tempos em que livros como este faziam todo o sentido porque na verdade Caldas da Rainha era a Rainha das termas.
Mas devido a várias opções políticas, quer nacionais, quer locais, conseguiram destruir uma das valências mais importantes da cidade.
Assistimos agora a uma tentativa de reavivar as termas. Talvez seja possível, mas sinceramente julgo que vai ser muito difícil ganhar de novo um estatuto termal de relevância.

Titulo:
Caldas da Rainha – Rainha das Termas de Portugal
Autor:
Comissão Municipal de Turismo
Ano:
1927
Anúncios publicados no Livro


A minha Estante – Lagoa de Óbidos

Primeiro Poema do Pescador

…Este é apenas um pequeno lugar do mundo
Um pequeno Lugar onde à noite cintilam luzes
São os barcos que deitam as redes junto à costa
Ou talvez pescadores de robalos com as suas lanternas
Suas pontas de cigarro e as suas amostras florescentes
Talvez o Farol de Peniche com o seu código de sinais
Ou a estrela cadente que deixa um rastro
E nada mais…

Manuel Alegre – Senhora das Tempestades

Titulo:
Lagoa de Óbidos
Autor:
José Parreira
Ano:
1999

sábado, 21 de janeiro de 2017

A minha Estante – Castelo de Óbidos

Deste livro gosto da frase “Óbidos …não é para turistas, é para namorados”

Titulo:
Castelo de Óbidos
Autor:
Comissão das 7 maravilhas
Ano:
2007

A minha Estante – Caldastoon 2015

“O Cartoon é uma forma de expressão artística que tem fortes raízes nas Caldas da Rainha, logo por “culpa” do maior de todos, Rafael Bordalo Pinheiro. Na nossa cidade habituámo-nos a ver a realidade de uma forma sarcástica mas, há uns anos que isto estava adormecido. Até que numa lufada de ar fresco nos surge Bruno Prates.”
Este livro é uma recolha dos cartoons publicados em 2015 pela Gazeta das Caldas.


Titulo:
Caldastoon 2015
Autor:
Bruno Prates
Ano:
2016

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A Minha Estante - Uma Viagem pelas Caldas

“Chegou no dia 25 às Caldas da Rainha a primeira machina do caminho-de-ferro, que brevemente será aberto à exploração. Como amigos dedicados  d’aquella povoação não podemos deixar de registar aqui o fausto acontecimento”
Foi assim que Rafael Bordalo Pinheiro relatou a chegada do primeiro comboio às Caldas, no jornal “Pontos nos II” em 30 de Junho de 1887, e é com este texto que começa a revista publicada pelo Jornal de Noticias dedicada à linha do Oeste.

Titulo:
Uma Viagem pelas Caldas da Rainha
Autor:
Jornal de Noticias
Ano:
2016

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A Minha Estante – O Essencial de Rafael Bordalo Pinheiro

Agora que o frio aperta é uma boa altura para começar a organizar a minha biblioteca de livros e revistas relacionadas com as Caldas, e é sobre estes exemplares que irei de vez em quando dar conta aqui neste espaço.
Este livrinho de José Augusto França sobre o Essencial de Rafael Bordalo Pinheiro, é um óptimo resumo de toda a vida e obra do grande ilustrador que espalhou o seu génio por milhares de páginas de jornais e publicações.
Titulo:
O Essencial sobre Rafael Bordalo Pinheiro
Autor:
José Augusto França
Ano:
2005


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

A minha Estante – 6º Concurso de Gastronomia 2001


Titulo:
6º Concurso de Gastronomia de Caldas da Rainha
Autor:
ACCCRO – Associação Comercial
Ano:
2001

domingo, 15 de janeiro de 2017

As Fotos do Valter Vinagre

Tal como escrevi no blog “Águas Mornas”, na semana passada, falar de fotografia é falar de Valter Vinagre e como tal não podia faltar à inauguração da exposição “Retratos e Outras Histórias” que aconteceu no passado Sábado no Museu do Ciclismo,
È um conjunto de excelentes fotografias de personalidades Caldenses que vale a pena visitar, está em exposição até 19 de Fevereiro.  

domingo, 8 de janeiro de 2017

Uma boa fotografia (digo eu)

O Facebook é uma grande janela por onde entra gente boa mas também alguns imbecis, (como se pode constatar por alguns comentários a propósito da morte de Mário Soares), mas enfim esta é a grande riqueza da democracia, permitir que toda a gente tenha opinião.
Mas o que eu queria mesmo dizer é que o Facebook permite apreciar o melhor que se faz em fotografia, e nesta área estamos muito bem servidos, Luis Dias, Pedro Olivença, João Edgar, Guida Machado, Margarida Araújo, Valter Vinagre, Carlos Barroso, estes são alguns amigos que me lembrei de repente, mas há mais.
Para começar o ano aqui deixo uma foto de Entre-Os-Rios, que modéstia à parte também acho que não está mal.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Boas Entradas


domingo, 18 de dezembro de 2016

Bom Natal

Um bom Natal para todos com votos de muita saúde e já agora uns trocos para os gastos.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Grande Equipa


Esta é a Equipa da ACCCRO – Associação Empresarial de Caldas da Rainha, que pensou o projecto de natal, aliás este é o 3º Natal consecutivo que damos a nossa participação.

Claro que é verdade que as verbas são disponibilizadas pela Autarquia, mediante o projecto que apresentamos, e diga-se em abono da verdade, aprovado por todas as forças politicas representadas, mas também não é menos verdade que todo o trabalho é nosso. Só para se ter uma ideia todo este projecto começou a ser delineado em Maio, mas a nossa actividade não se resume a isto, só que este é o trabalho mais visível.

Valia a pena os nossos Associados conhecerem melhor o trabalho desenvolvido pela Associação em prol da marca “Caldas da Rainha” porque este terá que ser o projecto de todo o tecido empresarial sem o qual os nossos negócios não terão viabilidade, porque como é reconhecido por todos, a oferta comercial da Cidade excede em muito as necessidades da população local, logo, se não conseguirmos trazer às Caldas visitantes das regiões limítrofes…     

Temos indicadores de que esta estratégia está a começar a dar frutos, mas este é um trabalho de todas as forças vivas da Cidade e que se estenderá às próximas gerações.  

domingo, 27 de novembro de 2016

Hotel do Facho

Como se sabe, antigamente, era hábito colar nas malas de viagem os rótulos dos hotéis por onde se passava, era uma espécie de “passaporte”, e um elevado número de rótulos nas malas significava que o portador era pessoa viajada, logo de uma classe social acima da média.
Esta peça aqui reproduzida é um destes rótulos, e foi oferecido pelo meu Amigo “Zé Gordo” que sabe desta minha maluquice por tudo o que diz respeito às Caldas.
Sobre o Hotel do Facho transcrevo uma passagem escrita pelo Dr. João Serra em “Apontamento histórico sobre a Lagoa de Óbidos”

...Grandela deixou-se seduzir pela Lagoa em 1897, após uma viagem de burrico até à Foz. Começou as obras desse vasto conjunto (que hoje integra as instalações do INATEL) logo no ano seguinte. E enquanto povoava a sua propriedade de veados e falcões, punha-se a imaginar empreendimentos na margem da Lagoa, debruando canais como em Veneza ou Amesterdão. O Conde de Almeida Araújo além de um gigantesco palacete chumbado num pequeno promontório de onde a vista domina a Lagoa e o Mar, construiu uma estação telégrafo-postal e um Restaurante, antes de falecer em Novembro de 1909. Junto ao "Restaurant", ainda deu início à construção de um Hotel, o Eden Palace Hotel, que foi inaugurado já em 1910. Luis Grandela, que o arrendou em 1923, chamou-lhe Hotel do Facho...

terça-feira, 22 de novembro de 2016