terça-feira, 27 de outubro de 2009

Elas andam aí

Halloween é o nome que os países anglo-saxónicos dão ao Dia das Bruxas.
Culturalmente esta foi sempre uma data que nos passou ao lado, mas mesmo assim a “malta” do Comércio das Caldas, no sentido de dar alguma animação à cidade, meteu mãos à obra e como se pode ver pelas fotos, imaginação é coisa que não falta.
Pessoalmente tenho apoiado estes projectos de corpo e alma porque defendo que esta é única saída para revitalizar o comércio de rua, não sei se isto se vai traduzir em aumento de vendas, mas que é uma mais valia para a cidade, disto não restam dúvidas.
A “Exposição” irá estar na rua até ao próximo Sábado, venham ao centro da cidade dar uma espreitadela.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Terra das Malandrices

Com organização da Confraria do Priapo, teve inicio esta quinta feira a 1º mostra erótica-paródica da Caldas da Rainha subordinada ao tema “Terra das Malandrices”. O evento que abriu com uma exposição de várias peças no “Caldas Shopping”, vai continuar com diversas actividades durante todo o mês.
Prometo voltar ao tema mostrando aqui algumas fotos. Na falta delas recorro a uma que circula na Net e que me foi enviada do outro lado do Atlântico pelo amigo Faustino do Rosário.
Sugere ele que seria a
“Decoração ideal para colocar nas Caldas da Rainha na ponte que liga a rua Sebastião de Lima com o bairro da ponte.
Até já estou a imaginar os comentários dos críticos de meia tigela como eu;
"É pá, aquilo agora é um espectáculo com a nova decoração... Com o Sol das 10 da manhã, a natureza mostra o verdadeiro brasão da cidade !"

domingo, 18 de outubro de 2009

Confraria do Príapo

Hoje faço minhas as palavras do Confrade Mor - José Nascimento

Caros Confrades,

Inicia-se na próxima 5ª Feira, dia 22, a primeira inciativa da nossa Confraria. A 1ª Mostra Erótica-Paródica de Caldas da Rainha - Terra das Malandrices terá a duração de um mês e compreenderá exposições, animação, palestras e gastronomia, podendo o Programa (em anexo) ser consultado em
http://terradasmalandrices.blogspot.com/.

A preparação tem sido árdua, não isenta de erros e defeitos, mas feita com dedicação por toda a equipa envolvida. Nem todas as opções são fáceis e enfrentam-se alguns riscos, mas esperamos que corra tudo da melhor maneira.

Não obstante o enorme interesse público que esta 1ª Mostra tem despertado, importa que todos os Confrades apoiem e compareçam assiduamente às diversas actividades previstas, empenhando-se também em divulgá-las nos seus círculos sociais.

Esta semana, decorrerá a inauguração do evento (5ª Feira, dia 22, às 18h, no Caldas Shopping), para a qual estão convidados todos os Confrades, assim como a 1ª palestra (6ª Feira, dia 23, às 21h, na Passagem do Céu de Vidro - Parque D. Carlos I), a qual terá por tema "O Culto do Falo - da antiguidade à actualidade" e por orador o Professor Doutor Nuno Monteiro Pereira, médico urologista e sexólogo.

Contamos com a presença e participação activa de todos vós, fazendo votos de que este seja a primeira de muitas iniciativas que dignifiquem a nossa Confraria e a nossa Cidade.

Saudações Priapianas

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O Bairro da Ponte

Em Abril deste ano publiquei aqui umas fotos do Largo Frederico Pinto Basto, e dizia a propósito:
O largo fica no Bairro da Ponte, junto à Farmácia Perdigão, antes Correia Mendes.
Este Largo faz parte da minha infância, pois o Bairro da Ponte foi a minha “casa” durante largos anos e obviamente acompanhei a evolução urbana deste espaço aqui bem documentada nesta foto.
Deste largo tenho a recordação do “café do Diamantino”, da sede dos Pimpões, dos bailes dos Santos Populares e das noites de conversa passadas no muro do Chafariz.
Nos anos sessenta e setenta, o Bairro da Ponte era um bairro eminentemente operário, aliás, para a cidade, este foi sempre o bairro do “outro lado da linha”.
Claro que com a deslocalização das pessoas, este sentimento já não faz sentido; além disso, o Largo está lindo e tem o “Café Creme” onde servem uma bica quase tão boa como a simpatia do Abílio e do Vitor que são os responsáveis por eu atravessar a cidade diariamente para a bica da noite.


Esta semana o amigo José Brás dos Santos teceu um comentário, sobre aquele espaço e como achei muito interessante recuperei para a “cabeça do Blog” o texto que me chegou.
...Curiosamente é um largo que faz parte da minha infância, adolescência e idade adulta. Para mim, o «Café do Diamantino» nunca foi o café do Diamantino. Foi sim, o café da Ema (a esposa do Sr. Diamantino), onde muito brinquei, comia as sombrinhas Regina e os gelados da Rajá. Curiosamente o nome do Café é Rafael Bordalo Pinheiro e entre distintos frequentadores teve o saudoso Zeca Afonso, com qual tive o prazer de conversar por diversas vezes.
A farmácia Correia Mendes, agora Perdigão, sempre foi para mim a farmácia do Sr. Humberto. Antes do novo edifício, no primeiro andar havia um alfaiate e na Rua Dr. Augusto Saudade e Silva, onde está hoje o estacionamento da farmácia, lembro-me bem de existir um sapateiro conhecido, se não me falha a memória, por «Pila».
Passei bons tempos de estudo Universitário, aos fins-de-semana, no Café Creme na década de 80, na época o dono era um sobrinho do Sr. Diamantino.

Longe vão os tempos em que os moradores da Rua Dr. Augusto Saudade e Silva e do Largo Frederico Pinto Basto se conheciam bem uns aos outros. Eram os tempos dos meus avós e da geração da minha mãe.
Hoje quando lá chego, é uma tristeza. Mataram a alma do Bairro da Ponte dos meus tempos de infância. Dos tempos em que passava pela vivenda do Dr. Costa e Silva e a sua esposa – que sempre tratei e conheci por a Madame, sem saber o seu nome – me oferecia algumas das deliciosas framboesas por ela cuidadas.

domingo, 11 de outubro de 2009

Real Sociedade



Nos anos setenta depois do “25 Abril” o movimento associativo eclodiu com uma dinâmica própria dos períodos revolucionários, esta foi um fase transversal a todo o País e obviamente as Caldas da Rainha não fugiu à regra.
Uma destas associações que apareceram foi o Real Sociedade, que teve no Joaquim Marques o seu grande sustentáculo.

Vem a propósito esta introdução, porque no Sábado participei num Jantar, (estas coisas para terem êxito tem que haver comida), onde estiveram presentes meia centena de ex-associados.
Embora o Grupo tenha tido diversas actividades, ténis de mesa, teatro, campismo e pesca, foi no futebol que esta colectividade teve os seus pontos altos.

Guardo do Real Sociedade, alguns objectos, nomeadamente uma “minúscula taça” prémio do 1º Raly Paper que ganhei com meu, “co-piloto” Zé Fernando.

A festa foi óptima, e a companhia do melhor. Algumas fotos projectadas fizeram as delícias dos participantes.
Fico à espera do próximo encontro.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vamos a votos

No dia 11 lá vamos de novo colocar o voto na urna, e este é um direito do qual não abdico, porque além der ser a “arma do povo” ainda não inventaram coisa melhor para decidir quem nos vem “lixar”.
Eu confesso que todas as minhas esperanças e perspectivas de Abril já se esfumaram neste mar de incompetências e políticos de pacotilha.

Estas são umas eleições que nos tocam mais de perto porque está em causa o poder local, e neste caso também julgo que vamos ter mais do mesmo, mais quatro anos a assistir ao esvaziamento da importância que Caldas da Rainha já teve na zona Oeste, é o preço que temos que pagar quando as pessoas resolvem perpetuar a sua presença em lugares de decisão…mas o voto é que manda.

A curiosidade destas eleições, é a presença de uma lista fora do âmbito dos partidos, liderada pela minha amiga Teresa Serrenho e que se candidata à Junta de freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, espero que seja uma lufada de ar fresco.

domingo, 4 de outubro de 2009

Fluviário de Mora

Este Sábado os “Encontros da tropa” levaram-me até Mora, sendo o Fluviário o ponto de encontro. Curiosamente já por várias vezes tinha agendado uma visita a este local mas nunca se tinha concretizado.
Gostei do que vi sem uma grandeza megalómana, mas muito interessante e “limpinho”, não só o edifício como o espaço envolvente.
Situado em Mora, junto ao Parque Ecológico do Gameiro, este parque foi inaugurado em 21 de Março de 2007.
Constituído por um conjunto de aquários onde se pode ver várias espécies de rio, mostra-nos também diversas espécies exóticas sendo as Piranhas Vermelhas as mais afamadas, habitando entre tantas outras como pimpões, achigãs, tainhas, chanchitos, enguias ou trutas, entre as Portuguesas, ou outras como as rãs-seta-venenosas, peixes-gatos, peixes-azuis-cauda-de-lira, peixes-facas, pacus-negros, aruanãs-prateados ou mesmo lontras asiáticas.

A visita foi só o aperitivo, o Encontro que se seguiu foi a festa do costume, um abraço de centena e meia de Amigos a quem os anos não esfriam a amizade.




domingo, 27 de setembro de 2009

O Comércio saiu à rua

No passado Sábado, o Comércio de rua das Caldas, levou a cabo mais uma iniciativa no sentido de dar força ao slogan “Centro Comercial a céu aberto”.
Aproveitando uma ideia do Paulo (Zelu), pegámos nos nossos “tarecos” e à boa maneira de outros tempos trouxemos a banca para a rua.
Tradicionalmente as Caldas tem uma grande apetência para o comércio tradicional, (pessoalmente não gosto nada deste termo), e julgo que este tipo de iniciativas é mais uma achega para manter e estimular esta tendência e tentar animar as vendas numa altura particularmente difícil.
Em jeito de brincadeira costumo dizer que provavelmente vamos todos falir, mas pelo menos será uma falência com estilo.


terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Oliva chegou ao fim

A Oliva apresentou um pedido formal de insolvência. Chega assim ao fim uma Industria emblemática dos anos 50/60.

Fundada em 1925 como "Oliveira, Filhos e Cia. Lda", esta empresa de S. João da Madeira começou por dedicar-se à indústria de fundição, serralharia, serração e carpintaria mecânica.

Em 1934 chegavam à Oliva os fogões de cozinha, ferros de engomar, radiadores e tornos de bancada e em 1948 era inaugurada a fábrica das máquinas de costura que lideraram o mercado nacional durante mais de 30 anos.

Oliva - Uma verdadeira máquina em coser, chulear e até em trabalhar com duas agulhas!

Era Assim a publicidade dos anos Sessenta.

Da Oliva resta os imóveis que são considerados exemplos maiores da arquitectura industrial portuguesa dos anos 50 e 60, e tanto quanto se sabe irão ser aproveitados para um pólo de desenvolvimento Industrial.

Nota: Esta foto é de uma parede algures no Porto e publicada no Blog "Bonecada de Alexis"

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Um Postal do Amilcar de Figueiredo

Em Julho deste ano publiquei aqui no Blog alguns postais que o Amilcar de Figueiredo, proprietário da Foto Articor, editou.
Num deles, o que hoje publico de novo, tinha como legenda que se tratava de uns moinhos no alto do Nadadouro, o que está errado.
O meu amigo Amilcar de Figueiredo fez o favor de me corrigir pois esta paisagem é na Serra nos Mangues, entre S.Martinho do Porto e Nazaré.
Este jovem “aposentado” que tem como hobby “Escrever poesia. Crítica política quando isso é oportuno e Fotografia” tem um espaço na internet que pode visitar em:
http://amilcardefigueiredo.spaces.live.com/

domingo, 13 de setembro de 2009

Uma Associação com 114 anos

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha completou este Sábado 114 anos.
Por iniciativa de Ernesto Botelho Moniz, Eduardo Barbosa, Eduardo Gonçalves Neves, Artur Ferreira Neto e Henrique Sales Henriques, esta associação viu os seus estatutos aprovados em 14 de Setembro de 1895 pelo Visconde de S.Sebastião, ao tempo Governador Civil do Distrito de Leiria.

Não conheço particularmente como tem sido a vida desta associação, mas imagino que a exemplo de outras também não seja fácil, pese embora o facto de ser um tipo de colectividade onde a angariação de fundos encontra maior receptividade por parte das populações e do poder local.
Muito se tem falado na profissionalização ou não deste tipo de actividade.
Pessoalmente julgo que este é um passo fundamental, embora o voluntariado tenha o seu espaço. De uma maneira ou de outra e quer se goste ou não de alguns exageros, como as ambulâncias a circular pelo centro da cidade, quando outras opções tornariam mais rápido a sua deslocação, ou a sirene que já não é tão eficaz no chamamento como outros meios de comunicações, os Bombeiros continuam a ser uma importante força social de Socorro.


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A Licença de Isqueiro

Esta tarde um amigo entrou na minha loja para me pedir um Isqueiro para acender o seu cigarro, eu tentando fazer alguma graça respondi-lhe que não tinha, porque não tinha renovado a licença.

Estava um grupo de jovens que ficou a olhar para mim a pensar “o gajo não joga com o baralho todo”.

Expliquei que no tempo do “Botas” a licença de Isqueiro era uma obrigatoriedade de qualquer cidadão exemplar…nem queriam acreditar.

Lembrei-me que a minha amiga Lurdes Peça há uns tempos enviou-me uma imagem deste documento e prometi aos jovens que hoje poria no Blog.

Cá está, a promessa está cumprida.

domingo, 6 de setembro de 2009

Quando chega Setembro

Provavelmente alguém terá uma explicação “científica” para estas coisas, eu não, o que é certo é que todos os anos em Setembro me lembro do Salvador Allende.

Em 1973 estava na tropa em Paço de Arcos. Na unidade havia um jornal de Parede que fazia a glorificação do ditador Augusto Pinochet, depois do golpe brutal que derrubou o primeiro Presidente Marxista a ser eleito democraticamente na América Latina.

Vivia-se nesta altura uma intensa “Guerra Fria” com os Estados Unidos envolvidos no Vietname, e o aparecimento de um regime Comunista na sua área de influência era a última coisa que os Americanos queriam, já bastava o êxito da revolução de Fidel.

Assim em Setembro de 73, aproveitando algumas convulsões sociais que as revoluções são peritas em criar o Ditador deitou por terra o sonho Chileno, Allende foi assinado no Palácio de La Moneda.

Em Setembro de 1974, continuava em Paço de Arcos, nesta altura já tinha-mos tomado de assalto a “redacção” do Jornal de Parede e obviamente o conteúdo mudou radicalmente.

Tinha 21 anos, o Che Guevara o meu ídolo, MRPP, FEC(ml) estavam muito à direita e no “meu jornal de parede” lá estava a última frase de Salvador Allende.

"¡Viva Chile! ¡Viva el pueblo! ¡Vivan los trabajadores!"

Uns tempos depois emocionei-me com o filme “Chove em Santiago.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Caldas intemporal XXVIII – Praça 25 de Abril

A Praça 25 de Abril ou como se diz a Praça dos três poderes, pois em volta da rotunda está o Tribunal, a Câmara e a Igreja, é um espaço que não sendo muito antigo tem algumas histórias que fazem parte da vida da cidade.

O Borlão, como esta praça era denominada nos anos sessenta, chegou a ser o palco da tradicional feira do 15 de Agosto.

A estátua do Marechal Carmona “plantada” na Rotunda originou uma “epopeia” revolucionária que acabou com a sua retirada, coisas do PREC.

O café Maratona, instalado nas arcadas, com a sua “pista de carrinhos” marcou uma geração.
Mais tarde a pista de carrinhos deu lugar aos bilhares e agora uma magnífica remodelação, dotou aquele espaço de nova vida.



quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Os cinquenta anos do Astérix

Na minha adolescência comprava com regularidade a Revista “Tintin”, a tal que tinha como público alvo os jovens dos 7 aos 77 anos.
Esta revista, uma autêntica enciclopédia sobre banda desenhada, com maior incidência sobre a “escola Franco-Belga” tinha como heróis mais significativos o
Lucky Luck, Michel Vaillant, o Buddy Longway, o Luc Orient, o Ric Hochet, o Cort Maltese, o Black e Mortimer, o Tintin e obviamente o Asterix e o Obélix que eram os meus favoritos.
Pois bem, os meus heróis estão crescidinhos e fazem 50 anos.
O Astérix, o Obélix, o Druida Panoramix e os outros amigos da aldeia foram criados em 1959 por Alberto Uderzo e René Goscinny. Após o falecimento de Goscinny, Uderzo deu continuidade ao trabalho, apesar de Uderzo ter afirmado que não queria que ninguém continuasse a série, após a sua morte.
A editora ASA prepara-se para comemorar a data com uma reedição do álbum “Como Obélix Caiu no Caldeirão do Druida Quando Era Pequeno” que foi publicado pela primeira vez no jornal Francês Pilot em 1965.
Por mim, do alto dos meus 57 anos, continuo fiel aos meus heróis.

sábado, 22 de agosto de 2009

O meu papel de Avô

A semana passada fui incumbido de uma espinhosa função e para a desempenhar fui nomeado “babysiter”.
Quero dizer que me desenrasquei na perfeição muito embora o meu neto tenha facilitado a tarefa.

Mas esta tarefa lembrou-me um texto que há uns tempos li num blog e que teria sido escrito por uma menina de 8 anos e publicado no "Jornal O Povo do Cartaxo”.
Não sei se é bem assim mas tudo isto são pormenores, perante a verdadeira delícia que é este texto.

"Uma avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem «Despacha-te!».
Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.
As avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma avó, sobretudo se não tiver televisão."

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Postais das Caldas IV – Cabeleireiros de Lisboa

Os “Cabeleireiros de Lisboa” que no final do século XIX, abriram uma filial nas Caldas da Rainha, foram também responsáveis por 3 edições de Postais Ilustrados.
No postal (em cima) com uma vista sobre o lago do parque D.Carlos I, é bem visível a data de 27-08-1904.
No de baixo, que nos mostra os Pavilhões do Parque, o ano não é legível mas será seguramente de 1905.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mais flores



domingo, 9 de agosto de 2009

Encontro no Arripiado

A Aldeia do Arripiado, ali junto a Tancos e a dois passos do Tramagal, foi o palco escolhido para um encontro de Amigos que fazemos regularmente em Agosto para aproveitar as férias do “Franciú” que faz parte do grupo da Pandilha, uma amizade cimentada desde os tempos de Angola e que os anos não conseguiram apagar.
Conforme se pode ver pelas fotos o local era bonito o restaurante “O Moinante” serviu bem, mas como sempre é a alegria do encontro que nos deixa saudades até ao próximo ano.