quinta-feira, 19 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
As fotografias dos amigos
Recebo com alguma frequência mails de amigos que visitam o Blog, normalmente por “acidente”, fruto de alguma pesquisa, e se têm alguma ligação às Caldas acabam por lá ficar a “esmiuçar a coisa”.
São muito reconfortantes os elogios, enviam fotos, sugestões, eu sei lá, só coisas boas que fazem bem ao ego.
Hoje peguei nalgum “material enviado” e cá está.
A foto da igreja Nossa Senhora do Pópulo foi enviada do Canadá
Daqui um caldense algures nos USA. Foi quase por acidente que encontrei este trabalho de um "Águas Mornas", Cognome que o Fernandinho (Turco), não gosta de ouvir. Mas talvez goste de ler..
Muito bem Zé Ventura..
Daqui Zé Perlengas!..Gostei de recordar através das fotos e leitura um pouco da nossa bonita cidade.
Com mais tempo irei ler e ver com mais atenção.
Um abraço caldense desde os..USA
A foto do museu chega pela mão do José Santana Marques, Um colega, um pouquinho mais velho, dos tempos escola
Um "canto" dos alunos do meu tempo. Foto tirada, creio à mais de 10 anos.(upa, upa)
O parque dantes não era mais bonito?
acho eu.
Do Canadá o António Abilio que ultimamente tem sido um leitor atento dos Blogs dos Antigos Alunos e do meu, também envia o seu contributo com esta foto dos pavilhões.
...Isto é fantástico estamos tão longe e tão perto ao mesmo tempo.
Eu estive agora mesmo a visitar o teu blog achei muito interessante, tu na realidade tens gosto pelo que fazes, porque tudo isto dá trabalho e leva tempo. Mas já dizia o velho ditado quem corre por gosto não cansa. Deixa que te pergunte isto parte da tua formação profissional ou será só um passatempo?
Pelo teu Blog reparei que és dois anos mais novo do que eu, será que nos conhecemos? Eu tenho uma vaga ideia de um Ventura, puderás avivares-me a memória, onde era o teu bairro em miudo? Talvez assim eu me recorde ou seja, ligue a cara e o nome da pessoa porque eu nasci no bairro do Viola e morei mais tarde no borlão em frente do café Avenida e quando vim para o Canadá vivia na Avenida no prédio que ficou de pé junto do grémio onde agora está o estacionamento...
A foto da praça não me foi enviada mas o meu amigo Pedro Olivença merece o destaque desta foto fabulosa.
Por último de Lisboa chegou este apontamento com uma foto
Nas minhas pesquisas, em busca de memórias das Caldas da Rainha, deparei com o blog Águas Mornas e por ali fiquei, “presa” a todas as fotos a preto e branco, que julgo serem dos meus saudosos anos 60…
Infelizmente, não vou às Caldas há uns anos mas vou sabendo de algumas modernices que, certamente, não vou gostar de ver in loco.
De cinco irmãos, a minha mãe é a única caldense, os meus tios nasceram em Alvorninha.
Nos anos 60, os meus primos e eu passávamos o mês de Agosto em casa do meu avô que, na época, morava na Rua Fonte do Pinheiro. Em frente, um muro alto albergava um macaquinho, salvo erro de nome Chico, que se passeava também, acorrentado, num poste de madeira.
No Parque alugavam-se bicicletas à hora…
As manhãs de praia, na Foz do Arelho, eram quase sempre acompanhadas de neblina e lembro-me de estar a tomar banho e a chuviscar… mas isso, para nós não tinha qualquer importância…
Íamos até às “meninas dos jornais” (em frente aos Capristanos) que nos deixavam ler as revistas aos quadradinhos…
Este mês passado nas Caldas era o ponto alto das nossas férias grandes de Verão.
……..
O meu avô frequentava 2 cafés, o café Central e o dos Capristanos, penso que na altura já era dos Claras.
………..
Fátima Castro ( http://aselhadomar.blogspot.com/ )
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Na Rota das Aldeias de Xisto
Este fim de semana, a convite de um amigo, "meti pés ao caminho" e fui até à zona do Fundão.
Percorri a rota das aldeias de xisto, confesso que conhecia muito mal toda aquela zona, mas achei lindíssimo.
No domingo fui levado à “aventura” de um almoço na aldeia de Açor, mais propriamente à festa de artes e sabores da Maúnça. Fiquei a saber que esta festa se faz todos os anos por alturas do S.Martinho.
Depois ajudamos a digestão com licores originais como o da castanha, a aguardente de medronho e mel e uma caminhada pelas "tasquinhas", na mira de mais uma gulodice ou para apreciar o artesanato local.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Foz do Arelho
Ainda da colecção do Manuel Vasconcelos, estes postais da Foz do Arelho, fazem-nos recuar aos anos sessenta.
Na lagoa faziam-se passeios de Bateira. No Mar as barracas são as mesmas mas a “Aberta estava fechada”, parece uma contradição mas efectivamente como se pode ver a ligação Entre o Mar e a Lagoa não existia. Como bem se recordam isto acontecia em períodos de tempo bastante largos, e eram as populações, com meios rudimentares que abriam um canal para permitir a circulação da água.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Elas andam aí


Culturalmente esta foi sempre uma data que nos passou ao lado, mas mesmo assim a “malta” do Comércio das Caldas, no sentido de dar alguma animação à cidade, meteu mãos à obra e como se pode ver pelas fotos, imaginação é coisa que não falta.
Pessoalmente tenho apoiado estes projectos de corpo e alma porque defendo que esta é única saída para revitalizar o comércio de rua, não sei se isto se vai traduzir em aumento de vendas, mas que é uma mais valia para a cidade, disto não restam dúvidas.
A “Exposição” irá estar na rua até ao próximo Sábado, venham ao centro da cidade dar uma espreitadela.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Terra das Malandrices
Com organização da Confraria do Priapo, teve inicio esta quinta feira a 1º mostra erótica-paródica da Caldas da Rainha subordinada ao tema “Terra das Malandrices”. O evento que abriu com uma exposição de várias peças no “Caldas Shopping”, vai continuar com diversas actividades durante todo o mês.
Prometo voltar ao tema mostrando aqui algumas fotos. Na falta delas recorro a uma que circula na Net e que me foi enviada do outro lado do Atlântico pelo amigo Faustino do Rosário.
Sugere ele que seria a
“Decoração ideal para colocar nas Caldas da Rainha na ponte que liga a rua Sebastião de Lima com o bairro da ponte.
Até já estou a imaginar os comentários dos críticos de meia tigela como eu;
"É pá, aquilo agora é um espectáculo com a nova decoração... Com o Sol das 10 da manhã, a natureza mostra o verdadeiro brasão da cidade !"
domingo, 18 de outubro de 2009
Confraria do Príapo
Hoje faço minhas as palavras do Confrade Mor - José Nascimento
Caros Confrades,
Inicia-se na próxima 5ª Feira, dia 22, a primeira inciativa da nossa Confraria. A 1ª Mostra Erótica-Paródica de Caldas da Rainha - Terra das Malandrices terá a duração de um mês e compreenderá exposições, animação, palestras e gastronomia, podendo o Programa (em anexo) ser consultado em http://terradasmalandrices.blogspot.com/.
A preparação tem sido árdua, não isenta de erros e defeitos, mas feita com dedicação por toda a equipa envolvida. Nem todas as opções são fáceis e enfrentam-se alguns riscos, mas esperamos que corra tudo da melhor maneira.
Não obstante o enorme interesse público que esta 1ª Mostra tem despertado, importa que todos os Confrades apoiem e compareçam assiduamente às diversas actividades previstas, empenhando-se também em divulgá-las nos seus círculos sociais.
Esta semana, decorrerá a inauguração do evento (5ª Feira, dia 22, às 18h, no Caldas Shopping), para a qual estão convidados todos os Confrades, assim como a 1ª palestra (6ª Feira, dia 23, às 21h, na Passagem do Céu de Vidro - Parque D. Carlos I), a qual terá por tema "O Culto do Falo - da antiguidade à actualidade" e por orador o Professor Doutor Nuno Monteiro Pereira, médico urologista e sexólogo.
Contamos com a presença e participação activa de todos vós, fazendo votos de que este seja a primeira de muitas iniciativas que dignifiquem a nossa Confraria e a nossa Cidade.
Saudações Priapianas
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O Bairro da Ponte
Em Abril deste ano publiquei aqui umas fotos do Largo Frederico Pinto Basto, e dizia a propósito:
O largo fica no Bairro da Ponte, junto à Farmácia Perdigão, antes Correia Mendes.
Este Largo faz parte da minha infância, pois o Bairro da Ponte foi a minha “casa” durante largos anos e obviamente acompanhei a evolução urbana deste espaço aqui bem documentada nesta foto.
Deste largo tenho a recordação do “café do Diamantino”, da sede dos Pimpões, dos bailes dos Santos Populares e das noites de conversa passadas no muro do Chafariz.
Nos anos sessenta e setenta, o Bairro da Ponte era um bairro eminentemente operário, aliás, para a cidade, este foi sempre o bairro do “outro lado da linha”.
Claro que com a deslocalização das pessoas, este sentimento já não faz sentido; além disso, o Largo está lindo e tem o “Café Creme” onde servem uma bica quase tão boa como a simpatia do Abílio e do Vitor que são os responsáveis por eu atravessar a cidade diariamente para a bica da noite.
Esta semana o amigo José Brás dos Santos teceu um comentário, sobre aquele espaço e como achei muito interessante recuperei para a “cabeça do Blog” o texto que me chegou.
...Curiosamente é um largo que faz parte da minha infância, adolescência e idade adulta. Para mim, o «Café do Diamantino» nunca foi o café do Diamantino. Foi sim, o café da Ema (a esposa do Sr. Diamantino), onde muito brinquei, comia as sombrinhas Regina e os gelados da Rajá. Curiosamente o nome do Café é Rafael Bordalo Pinheiro e entre distintos frequentadores teve o saudoso Zeca Afonso, com qual tive o prazer de conversar por diversas vezes.
A farmácia Correia Mendes, agora Perdigão, sempre foi para mim a farmácia do Sr. Humberto. Antes do novo edifício, no primeiro andar havia um alfaiate e na Rua Dr. Augusto Saudade e Silva, onde está hoje o estacionamento da farmácia, lembro-me bem de existir um sapateiro conhecido, se não me falha a memória, por «Pila».
Passei bons tempos de estudo Universitário, aos fins-de-semana, no Café Creme na década de 80, na época o dono era um sobrinho do Sr. Diamantino.
Longe vão os tempos em que os moradores da Rua Dr. Augusto Saudade e Silva e do Largo Frederico Pinto Basto se conheciam bem uns aos outros. Eram os tempos dos meus avós e da geração da minha mãe.
Hoje quando lá chego, é uma tristeza. Mataram a alma do Bairro da Ponte dos meus tempos de infância. Dos tempos em que passava pela vivenda do Dr. Costa e Silva e a sua esposa – que sempre tratei e conheci por a Madame, sem saber o seu nome – me oferecia algumas das deliciosas framboesas por ela cuidadas.

























