domingo, 17 de maio de 2009

O Olhanense aí está de novo

O Olhanense tal como a CUF, Lusitano de Évora, e outras fazem parte do meu imaginário.
Cromos como estes, do Reina, Alfredo ou Parra fazem parte das minhas colecções de “caramelos da Bola”.
Vem isto a propósito porque, 34 anos depois, o Olhanense volta à 1ª Divisão do Futebol Nacional.
A esta hora Olhão já se vestiu de vermelho e preto para a festa Algarvia, e certamente lá estará o “Olhanense”, um colega de tropa que nunca cheguei a saber o seu nome pois a sua paixão pelo clube era de tal ordem que era assim mesmo que era conhecido “O Olhanense”,
Para ele um grande abraço e parabéns pela subida, carimbada em Gondomar.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Lembranças

O dia 14 de Maio marca a mudança da linha abaixo do cabeçalho do meu blog. É neste dia que o “Caldense e bom Rapaz” soma mais um ano.

Nos últimos tempos a data tem sido marcada por coisas boas e más mas a vida é feita disto e não há volta a dar.
No ano passado, precisamente neste dia foi o funeral do meu Pai, obviamente hoje lembrei-me dele muitas vezes.
Nos meus tempos de menino nunca tive uma ligação muito próxima com o meu Pai, talvez porque o “ganha pão” nem sempre está ao pé da porta e é preciso procurar noutros lugares, foi o que aconteceu com ele que durante anos esteve em Sacavém, primeiro na Camionagem Silmar e depois na Boa Viagem.
Recuperei esta foto daqueles tempos porque me lembra uma viagem que fiz a Barcelos nesta camioneta (ou parecida).
Na altura (princípios dos anos sessenta) não havia auto-estradas e os luxos da camioneta deixavam muito a desejar, por isso estou a falar de uma viagem de mais ou menos 7 horas, com paragem para almoço em Leiria. Ainda me lembo do restaurante onde comemos o bacalhau com grão.

Aquilo que a gente se lembra …a vida é feita destas pequenas coisas.

domingo, 10 de maio de 2009

Regresso à Escola

Em 2005 participei pela primeira vez no Encontro de Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha.
Entusiasmei-me com a ideia de tal forma que acabei por me envolver com a organização do evento.
Tem sido muito gratificante esta envolvência, e este ano num “regresso à Escola” eu e os meus amigos Carlos Dias e Luis Franco repetimos uma foto tirada há 42 anos.
…Parece que foi ontem.
É incrível como a vida nos empurra para vários lugares mas quando toca a reunir os amigos lá estão para continuar as conversas que interrompemos há 42 anos como se isso fosse a coisa mais natural deste mundo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Feira do Livro

Todos os anos por esta altura cumpro religiosamente um ritual. Vou passear à Feira do Livro.
Este ano não fugiu à regra e no domingo passado, sob um calor de fazer inveja ao verão, lá fui eu ver as novidades literárias e não só.
Confesso que este ano não fui grande comprador, porque a crise não é só para os outros, mas achei piada a uns baralhos de cartas do Fernando Pessoa, e a um livro infantil da Alice Vieira, que comprei para o meu neto, não que ele saiba ler, mas dá sempre jeito para daqui a uns meses ele arrancar as páginas.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Caldas intemporal XXV – Edifício da Convalescença




“Da década de 1940, o edifício da Casa da Convalescença foi reformado, acrescentou-se um piso mansarda, o seu interior remodelado, dotando-o de uma imponente escadaria ao gosto monumental do Estado Novo. Depois desta reforma arquitectónica não houve nenhuma outra intervenção a nível de volumetrias construídas, mesmo a ligação entres os edifícios do Hospital e da antiga Casa da Convalescença é uma discreta, e bem conseguida construção envidraçada da década de 1990 No que respeita a espaços interiores as grandes mudanças são dos espaços de tratamentos ORL que passou para a Casa da Convalescença, libertando outros espaços no Hospital Termal.”http://www.aguas.ics.ul.pt/leiria_htermal.html

sábado, 25 de abril de 2009

Confraria do Príapo

Um grupo de cidadãos desta cidade resolveu meter mãos à obra e pôr de pé a ideia de criar a Confraria do Príapo.

Para os menos atentos, Priapo era o Deus Grego da Fertilidade. Filho de Dionísio e Afrodite, a sua imagem é apresentada como um homem idoso, mostrando grandes órgãos genitais.

Pegando nessa ideia chegou a altura de dar alguma dignidade ao “Pirilau das Caldas”, transformando a peça de loiça numa mais valia para a Cidade.
E é isto que a Confraria do Príapo se propõe, “…defender, valorizar e promover, com identidade própria, a cerâmica erótica das Caldas da Rainha, de que o falo é a principal peça e símbolo.”
Eu por mim acredito no projecto, daí ser um subscritor desde a primeira hora.

Nota: A imagem é de uma garrafa em forma de Falo, comercializada por uma marca de ginga.

domingo, 19 de abril de 2009

Cravos de Abril

Já são muitos os anos que nos separam da “Revolução dos Cravos”, mas eu tal como o Sr. Antão, que “incompreensivelmente”, aos meus olhos de então, comemorava a República, também eu continuo a “pôr o meu cravo na lapela”.
...E por favor não culpem o 25 de Abril por esta crise profunda que vivemos. Tal como também não pode ser responsabilizado pela imbecilidade da classe política que nos tem governado, nem tão pouco pelo facto de nos termos demitido de participar na “coisa pública” defendendo os nossos ideais.

Por tudo isto deixo aqui o meu cravo com este magnifico poema de José Fanha.

CRAVOS

Para os meninos que queiram recordar o que não viveram

Tinha um cravo na lapela
tinha outro cravo na mão
pus um cravo na janela
e mais um no coração.

Dei cravos a tanta gente
tanta gente os deu a mim
nesse dia de repente
tudo em volta era um jardim.

Dei um cravo ao soldadinho
outro cravo ao capitão
liberdade pão e vinho
e que viva a revolução.

Cravo em verso cravo em prosa
cravo nosso meu e teu
em Maio que é mês da rosa
choveram cravos do céu.

Muito tempo já passou
no que passou desde então
mas o cravo esse ficou
dentro do meu coração.

Passa o tempo e não demora
no que passou desde então
mas o cravo inda cá mora
dentro do meu coração.

José Fanha (Abril 2006)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Caldas intemporal XXIV – Pavilhões do Parque e salão Ibéria


Agora que surgem notícias de projectos que contemplam a recuperação dos Pavilhões, vem a propósito a publicação destas fotos daquela zona do Parque, onde além dos pavilhões é visível também o Salão Ibéria, uma sala de cinema que segundo o jornal Circulo das Caldas de 8 de Agosto de 1917, “as sessões de cinema já vinham funcionando há algum tempo. Nos anos cinquenta a sua arquitectura inicial foi reformulada, permitindo a exibição de filmes em “cinemascope”.
Após longos anos de actividade o edifício ruiu na noite de 9 de Outubro de 1978.

sábado, 11 de abril de 2009

C.C.C. ou o teatro nas Caldas

Falar de Teatro nas Caldas é falar do CCC - Conjunto Cénico Caldense, mas também não é justo esquecer todos os movimentos, e foram muitos, que surgiram até aos anos sessenta, com destaque para “os Pimpões” que chegaram a ter representações notáveis com grande envolvimento dos Caldenses.
Se a memória não me falha julgo que foi em Setembro de 1968 que eu vi " O Vagabundo das mãos de Ouro" do Romeu Correia, e foi a primeira vez que eu vi teatro com“olhos de ver.
Lembrei-me de tudo isto porque esta semana desapareceu do nosso convívio um homem que teve sempre uma ligação grande a este grupo de teatro, bem como a outros núcleos da “Resistência”: o Renato Mendonça.

As imagens publicadas são do arquivo do Jorge Sobral e têm a particularidade de ter na 1º página um linóleo do Armando Correia.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Caldas intemporal XXIII – Largo Frederico Pinto Basto

Provavelmente se perguntarmos aos Caldenses onde fica o Largo Frederico Pinto Basto, uma grande maioria não saberá a resposta.
O largo fica no Bairro da Ponte, junto à Farmácia Perdigão, antes Correia Mendes.
Este Largo faz parte da minha infância, pois o Bairro da Ponte foi a minha “casa” durante largos anos e obviamente acompanhei a evolução urbana deste espaço aqui bem documentada nestas fotos, uma dos anos sessenta e outra recente.
Deste largo tenho a recordação do “café do Diamantino”, da sede dos Pimpões, dos bailes dos Santos Populares e das noites de conversa passadas no muro do Chafariz.
Nos anos sessenta e setenta, o Bairro da Ponte era um bairro eminentemente operário, aliás, para a cidade, este foi sempre o bairro do “outro lado da linha”.
Claro que com a deslocalização das pessoas, este sentimento já não faz sentido; além disso, o Largo está lindo e tem o “Café Creme” onde servem uma bica quase tão boa como a simpatia do Abílio e do Vitor que são responsáveis por atravessar a cidade diariamente para a bica da noite.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A Foz do Arelho no seu melhor




Palavras para quê? A Foz do Arelho tem um encanto que não se explica, sente-se.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Histórias de Vida

No início da semana fui visitado na minha loja por um cliente que pretendia umas pilhas. Inicialmente não me apercebi que o cliente era um antigo colega da Escola Primária, embora este amigo tenha a sua morada nos arredores, talvez porque ele trabalhava numa fábrica, há vários anos que não nos cruzávamos.
Fiquei espantado porque este amigo lembra-se dos nomes, quase completos, da maior parte dos colegas que como eu iniciaram as lides escolares em 1959/60, já lá vão 50 anos.
Conversa puxa conversa, mostrei-lhe as fotografias da primária, que tenho digitalizadas no computador.
Foi comovente a emoção que o meu amigo sentiu. Contou que nunca tinha visto estas fotos, pois dizia ele, “naquele tempo não tinha dinheiro para comer quanto mais para fotografias”.
Falou-me nos pés descalços, nas idas à cantina escolar, para uma refeição quente, muitas vezes a única do dia e de muitas dificuldades por que passou.
Quando agora se fala em crises, fico a pensar que temos a memória curta.
Felizmente o meu amigo foi à luta e ultrapassou estes tempos difíceis, e eu faço questão de lhe oferecer as fotos que ele nunca teve.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Caldas intemporal XXII – Lago do parque

O Parque D.Carlos I, ou simplesmente o Parque como é conhecido, é um lugar de vários encantos.
Criado em 1889, num projecto assinado pelo arquitecto Rodrigo Berquó foi posteriormente remodelado em 1948, num novo projecto paisagístico de Francisco Caldeira Cabral.
Esta refrescante zona verde, tem no Lago um dos locais de maior beleza e tem o condão de me transportar alguns anos atrás quando os passeios de barco faziam as delícias da “malta” da Escola…. Coisas de ontem.


quinta-feira, 19 de março de 2009

Caldas intemporal XXI – Hotel Rosa






Situado na Rua Diário de Noticias, quase em frente ao Chafariz das Cinco Bicas, o Hotel Rosa foi fundado em 1846. Até 1916 denominava-se “Pensão Rosa”. Desde esta data, o seu proprietário Manuel Gomes Cardoso foi introduzindo sucessivas reformas e melhoramentos, até aos anos sessenta, altura em que este edifício foi transformado para acolher o posto dos Serviços Médicos da Caixa de Previdência, situação que se prolongou até aos anos oitenta.


domingo, 15 de março de 2009

16 de Março de 1974

Uma coluna militar proveniente do Regimento de Infantaria 5, das Caldas da Rainha, marchou sobre Lisboa naquela que seria uma insurreição abortada. O movimento que eclodiu em 16 de Março de 1974, ficou conhecido como o Pronunciamento das Caldas, e viria a se um ensaio para o vitorioso 25 de Abril - que restituiu a Liberdade ao Povo Português.
O ano passado, por esta altura aqui no blog, reproduzi um texto que o Diário de Noticias publicou para noticiar os acontecimentos. Posteriormente o José M.G., que eu não tenho o prazer de conhecer, teve o seguinte comentário que certamente passou despercebido mas que agora tomo a liberdade de o trazer de novo.
Pensava que passados estes anos sobre o 16Mar74, já se quisesse dizer mais qualquer coisa sobre o que se passou. Lamento que não tenham pedido à Dra. Joana Tornada para informar o Águas Mornas sobre o que se passou e quem tomou parte no Movimento. Como aqui foi referido além de só referir uma parte do problema, transformando desse modo a realidade, procura esquecer o que a outra corrente, não Spinolista, pretendia. O RI5 esteve desde o início com o Movimento de Capitães, tomou posição significativa na realização da reunião de Óbidos, onde pela primeira vez se falou em derrubar a ditadura, sempre cumpriu com a sua palavra, sempre assumiu a responsabilidade dos seus actos, muito embora houvesse duas correntes ideológicas opostas dentro da Unidade. Deixo aqui bem claro que no 16 de Março as Forças saíram, porque tinham antecipadamente informado o seu Comandante que se algo acontecesse aos Generais Costa Gomes e Spínola, que tomariam uma posição de força (de acordo com o que tinha sido acordado com a Coordenadora do Movimento) e não porque o grupo do Varela o comandasse as forças, mas porque houve realmente confirmação de Lisboa que a ordem de marcha era dada pela Comissão Coordenadora do Movimento de Capitães, conforme o afirmou telefonicamente o Major José Maria Azevedo, embora no dia anterior Salgueiro Maia dissesse que não podia sair porque não tinha munições além das de Instrução. Depois aproveitou-se a situação como um balão de ensaio, para o 25 de Abril, como o referiu Otelo.

José M.G.

Nota: não sei quem é o autor da foto que ilustra o texto e já não me lembro onde a "roubei".

quarta-feira, 11 de março de 2009

Uma volta pela Cidade

Rua Herois da Grande Guerra
Rua Almirante Cândido Reis (Rua das Montras)Praça da República (Praça da Fruta)
Linha do Oeste
Igreja Nossa Senhora do Pópulo

sexta-feira, 6 de março de 2009

Jantar dos Bloggers

No mês passado eu e a Isabel Castanheira lançámos a ideia de um encontro dos bloggers. Desde logo a ideia teve alguns entusiastas que manifestaram a intenção de estar presentes, houve até quem sugerisse a hipótese de transformar o encontro num acontecimento de maior envergadura. Julgo que não faz sentido, pelos menos por agora; a ideia é só de um divertido jantar no Zé do Barrete.

Data: 21 de Março 2009 (Sábado) 20HLocal : Restaurante Zé do Barrete, na Cova da Onça em Caldas da Rainha

Mas mesmo nas coisas simples é necessário alguma coordenação, por isso chegou a hora de confirmar a presença.
zeventura@netvisao.pt
loja107@sapo.pt
Estes mails estão à vossa disposição para confirmação do número de pessoas (importante também o número do telemóvel).

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Caldas intemporal XX – Chafariz das Cinco Bicas

Este monumento datado de 1748, é um chafariz que se destaca de outros existentes na cidade, por ser de grandes dimensões, pelas suas formas espirais e pelas grandes bacias por onde corre a água em cascata.
O chafariz das Cinco Bicas, na sua inscrição em Latim: coeli beneficio salubriu regis munificiencia prereniu plieadum que aliae quinque, sat unde bibas (e estas as outras cinco Plêiades, de onde beberás quando quiseres, saudáveis por benefício do céu, sempre correndo por mercê do Rei), faz o reconhecimento da personalidade magnânima do Rei João V, cujo reinado foi fértil em exemplos de planos de abastecimento de água às cidades.

Nas minhas recordações de infância, o Chafariz ficará sempre associado ás praxes da Escola Industrial e Comercial, que funcionava nas traseiras do monumento. (onde hoje se encontra a secretaria e serviços de aprovisionamento do Hospital).

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Carnaval

O Carnaval mais do que uma festa com data marcada no calendário, é um estado de alma.
No meu caso, sem ser um folião dos quatro dias, não dispensava uma boa animação como os bailes que aconteciam nos Pimpões ou Bombeiros, mas era no Lisbonense que a animação tinha o seu ponto mais alto.
Todos os anos tinha um ritual que recordo com frequência. No fim do baile, que acabava por volta das sete da manhã, era altura de ir até ao “Café Marinto” comer uma torradinha.
Esta não era uma torrada normal, era a torrada do fim do baile... e que bem que sabia.

No Bairro da Ponte organizávamos grupos para participar nas festas e desfiles que tinham a particularidade de sermos nós a confeccionar os nossos próprios fatos,
Na altura não tínhamos a Merche Romero a ganhar 7.000 Euros para mostrar as pernas, mas era muito mais divertido.
... Sinais dos tempos.
Nota: Não que eu tenha nada contra as pernas da Merche Romero.

O Fernando Pacheco, um Caldense a viver em Lisboa, leu o "post" e lembra-se bem das farras de Carnaval aqui descritas e fez questão, e muito bem, de o ilustrar enviando uma fotografia com o seguinte texto:

...Mando-te esta foto do Carnaval de 1972, tinha chegado do Ultramar (Moçambique) um mês antes, passei um "briol" que andei a semana seguinte com os pés frios.
Eu "Fernando Pacheco" sou o de Azul ao lado do meu cunhado Zé Gomes, que está de blusa branca, actualmente vive na Florida.
Bom Carnaval, um Abraço!... chau


Nota: Estas pernas não se comparam em nada ás da Merche Romero, mas é o que se pode arranjar.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

S.I.R.”Os Pimpões”

Já se tornou num lugar comum, mas não resisto em endereçar daqui os meus parabéns a uma colectividade a que estarei sempre ligado emocionalmente.
“Os Pimpões” comemoram dia 19 de Fevereiro 71 anos.
Esta colectividade, cujo nome foi inspirado do jornal de Rafael Bordalo Pinheiro “O Pimpão”, foi reconhecida como utilidade pública em Agosto de 1994.
Colectividade de grande tradição na Natação, foi também, durante largos anos a única sala de espectáculos da cidade.
Com o aparecimento de novos equipamentos desportivos e de entretenimento perdeu alguma visibilidade.
O Associativismo já conheceu melhores dias, mas uma instituição com esta dimensão saberá resistir às adversidades, com o esforço de uns quantos “carolas” que tal como eu continuam a acreditar que “os Pimpões” continuam a ter um papel importante no desenvolvimento e formação de Jovens.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Caldas intemporal XIX – Praça Cinco de Outubro



Já num “post” anterior referi que a Praça 5 de Outubro foi dos locais das Caldas que maiores transformações sofreu.
Da velha Praça do Peixe já nada resta. Esta conta agora com um parque de estacionamento subterrâneo de 2 pisos enquanto à superfície, alguns bares enchem a noite de animação. Durante o dia é um ponto de encontro principalmente para os alunos da ESAD – Escola de Artes.
O que se mantém são os lindíssimos edifícios no topo - pena que o que outrora serviu de Escola primária esteja num estado de abandono que mete dó.
Este friso de azulejos com dragões, encontra-se no topo do edifício, que foi a Escola Primária, e que é revestido em grande parte por azulejos rectangulares de vidrado verde, com origem da Fábrica de Sacavém.