domingo, 24 de agosto de 2008

Fim de semana desportivo

Os Jogos Olímpicos de Pequim chegam ao fim com uma cerimónia, que tal como a abertura foi de grande efeito visual.
Julgo que todos ficámos com uma ideia diferente do que é a China actualmente, eu pelos menos vou olhar o país do Mao Tsé-tung com outros olhos.
Quanto à nossa presença… bom o Nelson Évora e a Vanessa Fernandes, lá nos vão fazendo esquecer que estamos num pais que não funciona mas tem graça.

A Volta a Portugal também chegou ao fim. O ciclismo já não é o que era mas enfim.
Ganhou um Espanhol julgo que é do Tavira, mas para mim corredores do Tavira era o Jorge Corvo.
Ah o Benfica chegou ao fim, parece que o dono das bicicletas não apareceu.


E o SPORTING começou o Campeonato a ganhar com uma primeira parte de luxo embora o Trofense seja fraquinho.
Para tentar emperrar a coisa, o bandeirinha que só pode ser do Benfica, conseguiu ver um penalti numa falta do Polga cometida a uns 3 metros da grande área.
Eu não acredito em bruxas, mas…

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Não à Barragem do Fridão

Eu confesso que não faço ideia se a rapaziada do Bloco de Esquerda tem razão no seu protesto, mas que eu achei graça ao cartaz que encontrei numa rotunda de Amarante, lá isso achei.

domingo, 10 de agosto de 2008

Companhia, firme…

A Pandilha dos “Furriéis da CCS” voltaram as reunir as tropas. Num restaurante em Amarante sobre o Rio Tâmega, discutimos os grandes temas que assolam o Pais, tais como a validade da equipa espanhola da Luz, a boa carreira do Sporting e o Glorioso FCP, (o organizador do encontro é do norte).
Quando eu fiz seiscentos Quilómetros para passar o dia com estes “coirões” julgo que está tudo dito. Há amigos que são para o resto da vida.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Caldas intemporal VII

A Praça do Rossio, hoje Praça da Republica é um belo exemplo de calçada portuguesa vetada a um abandono que mete dó.Ladeada de vários edifícios carregados de história, continua a ser um ponto de encontro dos passeios ao fim do dia


sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Deolinda - Um projecto com muita pinta

"O seu nome é Deolinda e tem idade suficiente para saber que a vida não é tão fácil como parece, solteira de amores, casada com desamores, natural de Lisboa, habita um rés-do-chão algures nos subúrbios da capital. Compõe as suas canções a olhar por entre as cortinas da janela, inspirada pelos discos de grafonola da avó e pela vida bizarra dos vizinhos. Vive com 2 gatos e um peixinho vermelho..."
Na quinta-feira assisti no Centro Cultural ao espectáculo dos “Deolinda” e gostei do que ouvi. Boa voz, bons músicos, aqui está um projecto que nasceu na Net (My space) e ganhou pernas para andar.Para quem não conhece vale a pena dar uma espreitadela a http://www.deolinda.com.pt/ www.myspace.com/deolindalisboa

terça-feira, 29 de julho de 2008

Porque gosto do amarelo

Quando falha a imaginação nada melhor que uma fotografia de flores para dar um ar alegre ao blog.
Esta fotografia foi obtida no parque e quanto ao nome das flores confesso a minha ignorância, mas não faço a mínima ideia. Serão Lírios?

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Caldas intemporal VI

Retomo a série de fotografias onde se pode comparar alguns locais de Caldas da Rainha, com um século de distância.
Desta vez as imagens levam-nos até ao Parque D.Carlos I, mais propriamente ao espaço do Museu José Malhoa, que não se vê na primeira foto pois só foi inaugurado em 1940 durante as comemorações Centenárias da Província da Estremadura.


sexta-feira, 11 de julho de 2008

Exposição de 1940

Trago para o topo do Blog de novo a fotografia do Poster das Comemorações Centenárias na Província da Estremadura de 1940 que teve lugar em Caldas da Rainha, porque na passada Quarta-feira tive o prazer de assistir no Centro Cultural ao colóquio de Prof. João Serra, sobre o assunto.
Confesso que não sabia muito bem a que se referia esta peça da minha colecção das “coisas” das Caldas, apenas tinha algumas informações de pessoas mais velhas que se lembravam do acontecimento e que o rotulavam de “muito importante, mais ou menos como A EXPO 98”.Pois bem o Professor meteu mãos à obra e fiquei a perceber a importância do certame organizado com a supervisão de António Montês, e fez-se alguma luz do “porquê” da rivalidade com Leiria.


domingo, 6 de julho de 2008

Caldas intemporal V



Mais uma série de imagens que temporalmente distam entre a primeira e a última um século.
Trata-se da Rua Miguel Bombarda, outrora uma das ruas mais importantes da Vila pois era aqui que se encontrava o Hotel da Copa que segundo a documentação da época era o albergue por excelência da classe social mais abastada, quando estas vinham até às Caldas para um período Termal

Esta artéria da cidade cujo nome anterior era Rua Serpa Pinto, aparece referenciada na sessão da Câmara de 24 de Outubro de 1871 que deliberou “que a feira semanal de porcos grandes e pequenos passasse a ser no largo existente com o fim da Rua do Jogo da Bola (Rua das montras) e passasse para a Rua dos monturos, no largo que fica ao fundo do Jogo da Bola”.No final do século dezanove passa a Rua Serpa Pinto e em 8 de Março de 1911, passa a denominar-se Rua Dr. Miguel Bombarda.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Eu assino por baixo

«O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!»
Eu não diria melhor, mas na verdade quem escreveu isto foi Eça de Queiroz no primeiro número das “Farpas” em 1871
(Este texto corre por aí em vários mails e Blogs)

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Caldas Intemporal IV

Mais um grupo de fotografias que tal como as anteriores preenchem um espaço temporal de 100 anos.
A Praça 5 de Outubro foi o local das Caldas que maior transformação sofreu. O nome começou por ser Praça Nova, passando a Praça Hintze Ribeiro, ou Praça do Peixe, como vulgarmente era conhecida. Com o advento da “República” ganhou o nome de dura até aos nossos dias.
O Teatro Pinheiro Chagas foi-se, a venda do peixe também e no local nasceu um dos locais mais agradáveis e de grande animação nocturna.
O estacionamento subterrâneo foi outra inovação na cidade.


sábado, 21 de junho de 2008

Caldas Intemporal III

A Rua Heróis da Grande Guerra, que por volta de 1904, ano da primeira fotografia, chamava-se Rua Conselheiro José Luciano, depois do “5 de Outubro de 1910” passou a chamar-se Rua Machado dos Santos. Em 1936 ganhou a denominação pela qual a conhecemos nos nossos dias. Alguns edifícios resistiram aos tempos e os carros deram lugar a um espaço muito agradável e de grande movimento pedonal, principalmente ao Sábado onde o slogan “centro comercial a céu aberto” tem todo o cabimento.


domingo, 8 de junho de 2008

Caldas intemporal, II

O Largo Dr. José Barbosa ou Terreiro das Gralhas como outrora se chamou é citado pelo autor das Notícias interessantes da Real Villa das Caldas.
...Com alguns mapas curiosos, nos annos de 1797 e 1798, manuscrito em poder do Conde de Almarjão, conf. Nas Memórias das Caldas da Rainha, do Dr. Augusto da Silva Carvalho...No Livro das décimas de 1845 é indicado como Terreiro, mas no documento de Canalizações ao cimo da praça é referido como Largo das Gralhas.
Em 17 de Janeiro de 1898, a sessão do Município, deliberou atribuir o nome ao largo de Dr. José Vitor Caril Barbosa, actualmente Dr. José Barbosa.

1910 - Foto de Autor desconhecido

Anos Sessenta - Foto de Autor desconhecido

2008 - Foto de José Ventura

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Caldas intemporal, parte I

Foto de 1910 - Autor desconhecido

Foto de 1960 - Autor desconhecido

2008 - Foto de José Ventura
Estas fotos foram obtidas num intervalo de 50 anos: 1910, 1960 e 2008
As personagens foram mudando mas o encanto da “Avenida dos Plátanos” em pleno Parque D.Carlos I, continua inalterável.


sexta-feira, 30 de maio de 2008

Regimento de Infantaria Nº5

A Escola de Sargentos do Exército comemora no dia 1 de Junho o seu 27º aniversário, mas para nós Caldenses aquele aquartelamento será sempre o R.I.5.

O Regimento de Infantaria Nº5 foi criado na primeira metade do século XIX e andou por vários quartéis, Porto, Angra do Heroismo, Elvas e Lisboa. Em 1918 foi integrado na 6ª Brigada de Infantaria que tomou parte na Batalha de La Lys ou de Armentiéres, contribuindo para a derrota do “inimigo”.
Em 26 de Maio de 1918, passou a ter como área de guarnição as Caldas da Rainha onde foi instalado nos Pavilhões do Parque passando a ser o orgulho da Vila que tinha pela primeira vez uma unidade militar aquartelada.
O regimento viria a mudar de cidade mas em 1927, com a elevação de Caldas da Rainha a cidade regressou aos Pavilhões do Parque.
Em 1941 embarcava para Cabo Verde o primeiro Batalhão expedicionário do regimento de Infantaria Nº5, seguiu-se depois o envio de tropas para a Índia em 1959. Entretanto em 1961 mobiliza ainda uma Companhia para a Índia, 2 para Angola e 1 pelotão de morteiros para a Guiné.
O regimento aquartelado nos Pavilhões do Parque, mudou-se para o quartel onde hoje funciona a Escola de Sargentos em 5 de Junho de 1953, a inauguração com pompa e circunstância contou com a presença do Presidente da República.
Em 1974 protagonizou o primeiro sinal revolucionário com o “16 de Março” que viria a ser fundamental para a Revolução dos Cravos.

domingo, 25 de maio de 2008

Avelino Belo

Um dias destes vi um catálogo de um leilão onde figurava um busto de Rafael Bordalo Pinheiro (imagem da direita) da autoria de Avelino Belo, um dos grandes ceramistas das Caldas, e discípulo de Bordalo Pinheiro. Este "post" é o resultado de uma pequena pesquisa sobre este ceramista tão esquecido.
Avelino António Soares Belo nasceu., em 19 de Janeiro de 1872, na Murtosa (Aveiro). Oriundo de uma Família de padeiras, de Pardelhas conhecidas como as “Traças”.
Com 11 Anos Juntou-se ao pai, pescador na Foz do Arelho. Aí foram descobertos os seus dotes artísticos, quando o Dr. José Filipe Rebelo teve oportunidade de apreciar os seus desenhos, mostrando depois a mestre Bordalo.
Em consequência, foi trabalhar para a Fábrica de Faianças, com cerca de 13 anos, tornando-se mais tarde um dos operários de confiança de Rafael - juntamente com José Carlos dos Santos e Adelino Moura.
Em 1888 participou na Exposição Industrial de Lisboa como aluno da Escola Industrial das Caldas.
Após breve passagem pelo Atelier do Visconde de Sacavém, fundou a sua própria fábrica em 1899, continuando a imprimir grande imaginação e desenvoltura ao seus trabalhos.

Sempre foi um estudioso das técnicas sobre a indústria que vivia. Entrou em polémica, em Junho de 1926 na Gazeta das Caldas, acerca das chaminés dos fornos de cerâmica, e no seu último artigo, publicado em 29 de Maio de 1927 naquele jornal, defendia a união de todos os fabricantes de cerâmica em redor da Fábrica Bordalo Pinheiro, para se conseguir superar a crise, de então, naquele sector.
Suicidou-se em 24 de Maio de 1927.

domingo, 18 de maio de 2008

E Pronto....Ganhámos a Taça

O Sporting venceu hoje a Taça de Portugal ao bater na final o FC Porto por 2-0, no Estádio Nacional, revalidando assim o troféu conquistado na época passada. Tiuí, que entrou já durante o prolongamento, marcou os dois golos dos «leões e lembrou os “tripeiros” que não são os melhores do mundo.
O meu Sporting acabou a época como começou, com uma vitória sobre os Azuis do Norte, disfarça assim o péssimo campeonato que realizou.
Eu que já tinha “despedido” o Paulo Bento, lá tenho que o aturar mais uma época.
O Sporting ganhou a taça, e o Zeca já não estava cá para ver.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Encontro de Amigos

Em 2005 participei pela primeira vez no Encontro dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha, onde fui aluno e completei o meu Curso de Formação Montador Electricista.
Fiquei cliente de tal maneira que resolvi entrar para o “Staf” da organização dos próximos Encontros e no Sábado, lá estou de novo para participar em mais uma jornada de grande emotividade, que vai reunir cerca de 300 colegas de várias gerações.
A modéstia não é o meu forte, por isso julgo que tenho alguma responsabilidade nesta “explosão” de participantes, pois o Blog http://www.alunosbordalo.blogsopt.com/ entra pelas casas dentro e “desinquieta” as pessoas.
Mas a tecnologia não seria eficaz se a Escola não tivesse deixado em cada um de nós um sentimento de cumplicidade e fraternidade que os anos não conseguiram apagar.

terça-feira, 29 de abril de 2008

De "Abril" a "Maio"

Falar do 1º de Maio, é falar de Abril, e este autocolante da Festa da Amizade com o Zeca Afonso, ilustra na perfeição estas comemorações que já tiveram melhores dias.

É interessante recordar as manifestações do 1º de Maio de 1886, promovidas por um grupo de operários de Chicago, que tinham como luta principal o estabelecimento do regime de 8 horas de trabalho diário. Numa fase de grande pujança a “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhadores a condições desumanas de laboração. A necessidade de se produzir o máximo ao mais baixo custo não respeitava idades nem sexos. As organizações sindicais eram incipientes e perseguidas pelas autoridades policiais.
Mais de 100 anos depois parece que voltou tudo à estaca zero.

...É assim o poder do dinheiro.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Madrugada de esperança








Como o tempo passa.
Trinta e quatro anos já nos separam daquela madrugada inesquecível para a minha geração, que viveu intensamente a “Revolução dos Cravos” bem como o período do PREC.
Quase que respondendo à pergunta “onde estavas no 25 de Abril”, recordo que estava na tropa no Quartel de Paço de Arcos e curiosamente estava de “Sargento de Piquete”.
Fui alertado para o movimento por volta das cinco da manhã e lembro-me que tive perfeita consciência que a vida das pessoas se transformaria a partir daquele dia.
Para ilustrar este post utilizei a primeira página dos jornais “A Capital” e o “Diário de Lisboa”. Os jornais já desapareceram e os ideais de Abril também.....
Ficou uma sociedade cinzenta que acha tudo normal e até o direito à indignação perdeu.

domingo, 20 de abril de 2008

Em Abril águas mil

Pois é, quando não temos ideias para um tema interessante, nada melhor que falar do tempo. E para o “post” não ficar muito “seco” fica muito bem uma foto de flores com algumas gotas desta chuva que teima em cair.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Associação Académica de Coimbra


Se há dias fiz um post dedicado ao FCP, hoje tiro o meu chapéu à AAC.
Aquele resultado na “Catedral” foi uma lição que nos fez lembrar “A Briosa” de outros tempos. É certo que os “vermelhos” deram uma ajudinha porque se esqueceram que as camisolas não correm sozinhas.
Da minha colecção de “Caramelos da Bola” aqui estão alguns artistas de Coimbra de grande categoria, embora nunca tenham dado três “favas” ao Benfica.
....E mais não digo porque na próxima quarta-feira a coisa pode correr mal.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Uma Associação com história

Hoje trago para o Blog a medalha comemorativa dos “Pimpões” porque estou com a consciência pesada.
Então não é que eu, um Pimpão da velha guarda, me esqueci por completo de ir à Assembleia Geral.
Já me penitenciei, junto de alguns amigos, mas para reforçar a minha simpatia pela colectividade recomendo uma visita ao Blog da Natação. http://pimpoesnatacao.blogspot.com/

“Os Pimpões” sempre estiveram alguns passos à frente no movimento associativo, ultimamente a gestão não tem sido fácil mas acredito na dinâmica da Direcção, para reinventar novas receitas e novas actividades que sejam dinamizadoras para Colectividade, que já leva sete décadas de história.

domingo, 6 de abril de 2008

“O Porto é uma Nação, carago”

Quer se goste ou não o F. C. Porto não tem nada a ver com a desorganização que reina para os lados da segunda circular, onde o meu Sporting hipotecado à banca, continua a “dar tiros no pé” e os Lampiões, com a “história do Apito Dourado” bem tentam disfarçar o insucesso da “equipa maravilha” que “qualquer treinador do mundo gostaria de ter”.

Mas voltando ao Porto, presto-lhe aqui a minha homenagem, pela conquista do Campeonato Nacional de Futebol, com a publicação da capa do destacável do Cavaleiro Andante. Julgo que o Porto de hoje tem muito a ver com o espírito de José Maria Pedroto.

Os meus cumprimentos aos meus amigos do FCP, principalmente ao “padeiro de Amarante”, a quem um dia fui apresentado com Sportinguista e recebi dele o comentário “ Bem estes ainda se toleram...”.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Um cartaz de 1940

Este cartaz, de grande formato, sobre as comemorações centenárias na província da Estremadura, que tiveram lugar em Caldas da Rainha nos meses de Agosto e Setembro de 1940, é uma das peças da minha colecção, que eu ainda não consegui entender muito bem que tipo de comemorações publicitava e que tipo de festejos é que envolveu.
Este evento decorre numa altura em que chegam às Caldas refugiados da Guerra.

Com o titulo "Ecos da Guerra - Os emigrados em Caldas da Rainha", A Gazeta das Caldas noticiava que, "Inesperadamente automóveis estrangeiros começaram aparar nas ruas da cidade, enquanto muitos outros, atulhados de bagagens, se dirigiam para o sul. (...) Os hotéis ficaram cheios de estrangeiros: austríacos, ingleses, franceses, americanos, Belgas e Holandeses.(...) Gente estranha, de todos os credos políticos e de todas as religiões recolheram-se ao bom abrigo dum Portugal tranquilo graças ao Estado Novo, a Carmona e Salazar"Segundo uma descrição cronológica do Historiador João Serra, ficamos ainda a saber que em 1940 era inaugurado o novo edifício dos Correios e a cidade tinha 9632 habitantes. António Montez era nomeado director do Museu Malhoa e Júlio Lopes presidia aos destinos da Cidade.
Quanto à exposição, nas minhas pesquisas sobre o assunto, não fui muito bem sucedido.

domingo, 23 de março de 2008

A Pérgula do parque

Cinquenta anos separam estas fotografias, mas a Pérgula do parque contínua com o mesmo encanto de outros anos.
O primeiro postal é o Nº6 da Colecção Passaport Loty, o segundo é da Colecção Dúlia e foi editado com o número 179 e o terceiro é uma fotografia minha.

"O arquitecto Berquó de acordo com o que se passava no resto da Europa, concebeu-o num estilo romântico oitocentista, marcadamente cosmopolita que exalta o sentimentalismo e transmite as sensações de unidade e harmonia de quem contempla a natureza. O traçado destes espaços é fluido, desaparecendo a composição axial do Barroco que caracterizava o anterior Passeio da Copa. A topiária entra assim em desuso apreciando-se antes as formas naturais das árvores e arbustos que agora se apresentam não ordenadas mas em maciços vegetais. Mais tarde, já nos anos 40, o arquitecto Paulino Montez vem percorrer o caminho inverso retalhando o espaço, implantando-lhe canteiros de formato metodicamente geométrico e realizando como construção uma pérgula em ferro, situada ao longo de um dos eixos propostos. O Arquitecto Paisagista Francisco Caldeira Cabral vem, nos finais dos anos 40 apresentar uma proposta para o parque onde são projectados amplos espaços vegetalizados numa concepção modernista da paisagem, utilizando espécies vegetais endémicas da região (como por exemplo as urzes) apontando-as como as mais indicadas já que além da sua vertente estética são as mais bem adaptadas às condições do local."
( Teresa Câmara, in http://www.monumentos.pt/Monumentos)

Esta é a apreciação técnica da “coisa”, para mim a pérgula será sempre o local Romântico que esconde nas suas folhagens “juras de amor” que o tempo vai fazendo esquecer.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Uma imagem sem legendas

domingo, 16 de março de 2008

Do Ford Capri ao Fiat 600

Eu confesso que para mim os carros são “coisas” com rodas que servem para a gente se deslocar de um lado para o outro e ponto final. Quando a conversa é sobre “máquinas” dou comigo a pensar que estes fulanos são maluquinhos.
Mas há carros e carros. Este fim-de-semana encontrei-me com uns camaradas de “Outras Guerras”, e o meu Amigo Joaquim Rodrigues (Barriguinhas para os amigos), que tem a tal “pedrada” por carros antigos, desta vez apresentou-se na reunião com este magnifico exemplar dos anos setenta que se portou lindamente na viagem de Castelo Branco a Pardilhó (Murtosa) e regresso. Em matéria de carros antigos este meu amigo é reincidente, se não vejam este magnifico Fiat 600, outra preciosidade, que ele trouxe noutro encontro.