Mais um grupo de fotografias que tal como as anteriores preenchem um espaço temporal de 100 anos.
A Praça 5 de Outubro foi o local das Caldas que maior transformação sofreu. O nome começou por ser Praça Nova, passando a Praça Hintze Ribeiro, ou Praça do Peixe, como vulgarmente era conhecida. Com o advento da “República” ganhou o nome de dura até aos nossos dias.
O Teatro Pinheiro Chagas foi-se, a venda do peixe também e no local nasceu um dos locais mais agradáveis e de grande animação nocturna.
O estacionamento subterrâneo foi outra inovação na cidade.
A Praça 5 de Outubro foi o local das Caldas que maior transformação sofreu. O nome começou por ser Praça Nova, passando a Praça Hintze Ribeiro, ou Praça do Peixe, como vulgarmente era conhecida. Com o advento da “República” ganhou o nome de dura até aos nossos dias.
O Teatro Pinheiro Chagas foi-se, a venda do peixe também e no local nasceu um dos locais mais agradáveis e de grande animação nocturna.
O estacionamento subterrâneo foi outra inovação na cidade.













onde figurava um busto de Rafael Bordalo Pinheiro (imagem da direita) da autoria de Avelino Belo, um dos grandes ceramistas das Caldas, e discípulo de Bordalo Pinheiro. Este "post" é o resultado de uma pequena pesquisa sobre este ceramista tão esquecido.

Em 2005 participei pela primeira vez no Encontro dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha, onde fui aluno e completei o meu Curso de Formação Montador Electricista.










"O arquitecto Berquó de acordo com o que se passava no resto da Europa, concebeu-o num estilo romântico oitocentista, marcadamente cosmopolita que exalta o sentimentalismo e transmite as sensações de unidade e harmonia de quem contempla a natureza. O traçado destes espaços é fluido, desaparecendo a composição axial do Barroco que caracterizava o anterior Passeio da Copa. A topiária entra assim em desuso apreciando-se antes as formas naturais das árvores e arbustos que agora se apresentam não ordenadas mas em maciços vegetais. Mais tarde, já nos anos 40, o arquitecto Paulino Montez vem percorrer o caminho inverso retalhando o espaço, implantando-lhe canteiros de formato metodicamente geométrico e realizando como construção uma pérgula em ferro, situada ao longo de um dos eixos propostos. O Arquitecto Paisagista Francisco Caldeira Cabral vem, nos finais dos anos 40 apresentar uma proposta para o parque onde são projectados amplos espaços vegetalizados numa concepção modernista da paisagem, utilizando espécies vegetais endémicas da região (como por exemplo as urzes) apontando-as como as mais indicadas já que além da sua vertente estética são as mais bem adaptadas às condições do local."
Esta é a apreciação técnica da “coisa”, para mim a pérgula será sempre o local Romântico que esconde nas suas folhagens “juras de amor” que o tempo vai fazendo esquecer. 

















