

A Escola de Sargentos do Exército comemora no dia 1 de Junho o seu 27º aniversário, mas para nós Caldenses aquele aquartelamento será sempre o R.I.5.
onde figurava um busto de Rafael Bordalo Pinheiro (imagem da direita) da autoria de Avelino Belo, um dos grandes ceramistas das Caldas, e discípulo de Bordalo Pinheiro. Este "post" é o resultado de uma pequena pesquisa sobre este ceramista tão esquecido.
O Sporting venceu hoje a Taça de Portugal ao bater na final o FC Porto por 2-0, no Estádio Nacional, revalidando assim o troféu conquistado na época passada. Tiuí, que entrou já durante o prolongamento, marcou os dois golos dos «leões e lembrou os “tripeiros” que não são os melhores do mundo.
Em 2005 participei pela primeira vez no Encontro dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha, onde fui aluno e completei o meu Curso de Formação Montador Electricista.
Falar do 1º de Maio, é falar de Abril, e este autocolante da Festa da Amizade com o Zeca Afonso, ilustra na perfeição estas comemorações que já tiveram melhores dias.
Hoje trago para o Blog a medalha comemorativa dos “Pimpões” porque estou com a consciência pesada.
Quer se goste ou não o F. C. Porto não tem nada a ver com a desorganização que reina para os lados da segunda circular, onde o meu Sporting hipotecado à banca, continua a “dar tiros no pé” e os Lampiões, com a “história do Apito Dourado” bem tentam disfarçar o insucesso da “equipa maravilha” que “qualquer treinador do mundo gostaria de ter”.
Este cartaz, de grande formato, sobre as comemorações centenárias na província da Estremadura, que tiveram lugar em Caldas da Rainha nos meses de Agosto e Setembro de 1940, é uma das peças da minha colecção, que eu ainda não consegui entender muito bem que tipo de comemorações publicitava e que tipo de festejos é que envolveu.
Cinquenta anos separam estas fotografias, mas a Pérgula do parque contínua com o mesmo encanto de outros anos.
"O arquitecto Berquó de acordo com o que se passava no resto da Europa, concebeu-o num estilo romântico oitocentista, marcadamente cosmopolita que exalta o sentimentalismo e transmite as sensações de unidade e harmonia de quem contempla a natureza. O traçado destes espaços é fluido, desaparecendo a composição axial do Barroco que caracterizava o anterior Passeio da Copa. A topiária entra assim em desuso apreciando-se antes as formas naturais das árvores e arbustos que agora se apresentam não ordenadas mas em maciços vegetais. Mais tarde, já nos anos 40, o arquitecto Paulino Montez vem percorrer o caminho inverso retalhando o espaço, implantando-lhe canteiros de formato metodicamente geométrico e realizando como construção uma pérgula em ferro, situada ao longo de um dos eixos propostos. O Arquitecto Paisagista Francisco Caldeira Cabral vem, nos finais dos anos 40 apresentar uma proposta para o parque onde são projectados amplos espaços vegetalizados numa concepção modernista da paisagem, utilizando espécies vegetais endémicas da região (como por exemplo as urzes) apontando-as como as mais indicadas já que além da sua vertente estética são as mais bem adaptadas às condições do local."
Esta é a apreciação técnica da “coisa”, para mim a pérgula será sempre o local Romântico que esconde nas suas folhagens “juras de amor” que o tempo vai fazendo esquecer.
Eu confesso que para mim os carros são “coisas” com rodas que servem para a gente se deslocar de um lado para o outro e ponto final. Quando a conversa é sobre “máquinas” dou comigo a pensar que estes fulanos são maluquinhos.
“ Ainda se assiste a demasiados casos em que as empresas, através dos seus representantes, parecem esquecer que dependem dos clientes, mais do que os clientes dependem deles. Esta atitude é errada e fatal! Quem nela incorrer, certamente terá os dias contados, pois o mercado, quando funciona, é impiedoso para com aqueles que lhe viram as costas. Uma empresa não existe sem clientes e estes são cada vez mais raros. Por outro lado, é mais difícil e custoso conquistar um novo cliente do que manter os actuais, razão pela qual os clientes são hoje considerados preciosos activos que em geral, devem ser preservados a todo o custo."
Este fim-de-semana a convite de familiares participei num almoço em Fátima, e aproveitei o passeio para visitar o novo “Santuário”.
Hoje um amigo coleccionador ofereceu-me estas vinhetas comemorativas do quinto centenário do Hospital Termal.
Setenta anos é uma bonita idade para uma Associação. “Os Pimpões” estão de parabéns pois no passado dia 19 de Fevereiro atingiram esta meta com o sucesso que se conhece.
Zé
Ao ver estes Postais ilustrados editados por A. Malva nos anos cinquenta/sessenta, dei comigo a pensar como é possível a nossa cidade não dinamizar estes espaços que temos o privilégio de ter na nossa cidade.
Um Blog começa por ser uma forma de comunicar de carácter pessoal que é lido por “meia dúzia” de amigos, com o passar dos tempos acontece por vezes que são os amigos a colaborar neste espaço.
Julgo que este Bloco de Vinhetas foi emitido pela Comissão de Turismo no ano de 1940, aquando das comemorações centenárias da Província da Estremadura.
Se algum dia for feita a história do Comércio Tradicional em Caldas da Rainha, as Mercearias do Tavares Santos e Amaral e do Frias e Gonçalves, terão um lugar de destaque.

“Embora esta cidade se haja desenvolvido, o seu ritmo de crescimento é lento.
A abertura de novas artérias de há muito projectada e que ligaria a Avenida da Independência Nacional, às Ruas Miguel Bombarda e 31 de Janeiro, não se faz, com prejuízo evidente para o Comércio e para a própria cidade.
…. Outro facto a evidenciar é o de estarem a decorrer, auspiciosamente, as negociações entre a Câmara Municipal e administração da Caixa Geral de Depósitos, com vista à demolição dos prédios situados no extremo norte da Praça da República.
…...entretanto, verifica-se não estar ainda solucionado o caso dos terrenos destinados à Piscina e Pavilhão situados junto à Escola Industrial e Comercial.
…. Outro facto que continua a merecer reparo é o trânsito citadino.”
Este artigo publicado no Diário Popular em Abril de 1968, com as devidas adaptações, continua pleno de actualidade, e tal como agora, a autarquia, protestou junto do Jornal, por considerar não serem justos os reparos.
Dias depois o Diário Popular, publicou novo texto cheio de sarcasmo.
Estes recortes fazem parte da “colecção” de preciosidades do meu amigo António Guilherme, que além de ser um Sportinguista dos 5 costados é também um leitor atento dos Blogs plantados na Net.
Hoje apeteceu-me publicar aqui um postal da minha colecção, que retrata a Ponte da Pedra no Entroncamento. E porquê ?
Um dia destes ao passear por Vila Real deparei com a placa (na foto), cravada numa parede, alusiva a uma situação vivida por Camilo Castelo Branco.
Pois é …. A ideia partiu da "Isabel da 107", depois juntou meia dúzia de elementos que constituíram o “braço armado” da iniciativa e ….Bem… vale a pena ver as ruas das Caldas.