Pescarias

Reflexos

Árvores
Esta fotografia que um dia destes tirei em Espinho, fez-me lembrar um diálogo que tive com um Algarvio. Às tantas pergunta-me ele porque é que as praias cá para cima tinham casinhas na areia; é claro que se referia às barracas.
Como habitualmente às Quintas -Feiras vou até à Capital por motivos profissionais, e hoje aproveitei e dei uma volta pelo Chiado, uma zona que tradicionalmente sempre foi muito ligada aos intelectuais, e algumas estátuas de figuras literárias no local dão conta disto mesmo.
Em Leiria o Izmailov, resolveu dar cabo da higiene pessoal do Professor. Daqui a duas semanas não sei quem vai usar a escova, mas para já os dentes brancos estão na nossa boca.
Aqui está o meu contributo para o “Portugal no seu melhor”.
Esta foto foi tirada em Montechoro, e pelos vistos os “Is” estavam em promoção, ou então os “Es” estavam esgotados.
Ontem e hoje o calor chegou finalmente à zona Oeste.
No final dos anos cinquenta o Caldas S.C. disputou a 1º Divisão, onde se manteve por quatro épocas.


Este postal editado por A. Malva no princípio do século XX, ilustra bem como eram os tempos áureos desta cidade termal, onde o Parque era local obrigatório para passeio.
A propósito de uma fotografia do Teatro Pinheiro Chagas, (julgo que é da autoria de José Neto Pereira de 1939 após as obras de restauro), que o meu amigo Vitor Pessa me enviou, vale a pena escrever duas linhas sobre este edifício que se tornaria no nosso “Monumental”, quer na grandeza quer na derrocada.
Esta modalidade que já não desperta paixões como noutros tempos, teve os primeiros vestígios nos anos 1850-1875. É no condado de Kent na Inglaterra que encontra-se a origem deste desporto. As primeiras regras do jogo foram escritas em 1875 por the Men hockey association de Londres.
Nos anos setenta o “NAC – Núcleo de Acção Cultural” de “Os Pimpões”, organizavam os festejos dos Santos Populares com o desfile da respectiva marcha, conforme se pode ver pelo autocolante da época.
Os CTT no dia 31 de Maio lançaram uma colecção de Selos sobre a Arquitectura Portuguesa.
Um dia destes na Feira do Livro, comprei um exemplar de “grande recorte literário”.

Quando andava de volta dos caixotes para encontrar umas quantas fotos da Escola para publicação no Blog dos Antigos Alunos, o meu amigo Guilherme, descobriu esta fotografia que é uma preciosidade.
Julgo que não há muitas fotos que mostrem o interior desta sala de cinema que marcou a nossa geração, (estou a falar para os cinquentões). A plateia, com as suas cadeiras de pau, porque as almofadadas eram as do balcão, e estavam reservadas à classe mais abastada, estava repleta de assistentes. Curiosamente na fila da frente lá estão os meus sogros, no lado esquerdo, de óculos e engravatado, o Orlando Carteiro, um companheiro de Escola que já não vejo há anos, (dá notícias) e de camisola aos quadrados outro amigo, o Tomé Borges, a quem mando um abraço.
No dia 15 de Maio a Cidade de Caldas da Rainha, veste o seu melhor fato para comemorar o seu dia.
Este Postal ilustrado editado por Typ. José da Silva Dias, mostra-nos a Rua Miguel Bombarda. Por volta dos anos trinta.
Este Postal ilustrado da Foz do Arelho foi editado no princípio do século por Fernando Daniel de Sousa, uma figura ilustre desta cidade (julgo que tinha uma "Drogaria" onde hoje funciona as análises do Freitas, virada para a Praça).
No dia 24 de Abril de 1974, enquanto Otelo Saraiva de Carvalho, Garcia dos Santos, Vitor Crespo, Vitor Alves e Jaime Neves, ultimavam as instruções finais para que o “Movimento dos Capitães” tivesse sucesso, o Jornal “A República”, publicava um pequeno texto que de casual não tinha nada, chamando a atenção para o programa de Rádio “Limite” na Rádio Renascença. Nesse Programa seria emitida a senha que confirmava o início das operações militares.
“ Entre os bens e propried. Q. a Rª D. Leonor deixou a este Hosp. forão huas casas sitas na praça iunto ao Hosp. Dos Peregrinos as quais fundou de novo húa Leanor annes a quem Diº. Aluz Aloxª de Óbidos qº lhe deu a charnequa de sesmaria iunto ao Cano de Água fria …e outo chão para acrescentar as casas .” 
Mas quem a conhece, também pensa como eu, que não era justo ela não partilhar connosco o seu notável trabalho de pesquisa sobre a Cidade que adoptou Rafael Bordalo Pinheiro (a sua grande paixão).
Agora que tanto se fala do Hotel Lisbonense e do que está planeado para aquele local, aqui está um Postal Ilustrado, editado por Dias & Paramos, que retrata a Sala de Jantar do Grande Hotel Lisbonense, um edifício que em minha opinião não é relevante arquitectonicamente, mas encerra nas suas paredes um grande significado histórico.
Hoje quando cumpria o ritual da “bica do almoço” estive na conversa com o António Pedro, e dando sequência à conversa aqui está a minha homenagem a um dos mais brilhantes jogadores que passou pelo Caldas.