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domingo, 18 de março de 2007

"O Armador do Caldas"

Hoje quando cumpria o ritual da “bica do almoço” estive na conversa com o António Pedro, e dando sequência à conversa aqui está a minha homenagem a um dos mais brilhantes jogadores que passou pelo Caldas.
A imagem mostra-nos o suplemento Nº 281 do Cavaleiro Andante, do princípio dos anos sessenta, dedicada a António Pedro “O Armador do Caldas”.
“Quer a interior, quer a médio, António Pedro” desempenha quase sempre, na equipa, o papel de “Armador de jogo”, pertencem-lhe regra geral, as iniciativas de ataque. Remata bem e defende a sua própria baliza com mestria."António Pedro nasceu em Vila Franca de Xira, e foi no Operário Vilafranquense que começou a jogar.

domingo, 29 de outubro de 2006

Coisas da bola




















Se houvesse justiça nos jogos de futebol, neste momento o Sporting estava em primeiro lugar, o Porto em segundo e o Benfica em terceiro, mas, felizmente para o futebol, o resultado dos jogos são por vezes completamente imprevisíveis, o que dá uma certa graça à “coisa”.
Embora o Porto nas últimas duas jornadas tenha tido uma sorte incrível, que não disfarça a realidade; sem o Anderson é uma equipa vulgar, presto-lho aqui através destes cromos da década de Cinquenta, os meus parabéns, pois vai à frente e o resto é conversa.

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Cromos da Bola






































Não são propriamente "cromos", mas são uma maravilha estas carteiras de fósforos dos anos sessenta.
Na imagem temos algumas vedetas do Benfica e Sporting, mas a colecção estende-se a outros Clubes muito populares da época tais como o Atlético, o Lusitano de Évora, o Olhanense, a Cuf, o Vitória de Setubal e outros. Além de futebolistas tinha figuras de outras modalidades, nomeadamente Atletismo e Hóquei em Patins.

sábado, 23 de setembro de 2006

Já não se fazem postais como antigamente

Ao ver este Postal Ilustrado vêem-me à memória os tempos em que os meus Pais tinham uma mercearia no Lugar da Sobrena próximo do Cadaval, e onde entre outras coisas se vendia também estes Postais Ilustrados, que estava expostos num armário de madeira e tinha ao alto uma enorme placa com vidrinhos que faziam a respectiva moldura.
Estes Postais que serviam para enviar os parabéns ou mesmo algumas prosas de amor, tinham como motivo normalmente imagens da Família, crianças ou algumas pinturas nalguns casos com alusões patrióticas e eram muito baratos, (metade do preço de uma carta), o que justifica o facto de se tornarem muito populares .

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Caldas de outros tempos - Associação Comercial

Cédulas emitidas pela Associação Comercial em 1921, para colmatar a falta de trocos.
Associação Comercial - Uma História com 100 Anos

Esta Associação foi fundada em 12 de Novembro de 1902, por um grupo de cidadãos, entre os quais figuravam: Angelino Marcelino Garcia, Francisco António Pereira, João Almeida Cardoso, Jacinto da Silva Ribas, José Agostinho da Silva Angelo e Manuel Marques de Oliveira e Rafael Bordalo Pinheiro. No entanto, já em 8 de Julho de 1897, Francisco Gomes de Avelar (na sua publicação: Os Cavacos das Caldas), apelava para que o Comércio e a Indústria Caldenses, dessem as mãos em defesa dos interesses próprios, tendo sido de imediato apoiado por O Círculo das Caldas. Pouco depois, em Abril de 1899, foi organizada uma récita no Teatro dos Bombeiros a favor da Associação Comercial.
Finalmente, a 1ª Direcção (Joaquim da Cruz Ferreira, Joaquim de Almeida, João Pereira de Sousa, Alfredo Perez, José Francisco Enxuto Junior), seria eleita em 10 de Fevereiro de 1901. Em 20 de Novembro de 1902, o Circulo, noticiava que uma Assembleia Geral desta Associação “recentemente fundada”, tinha aprovado os seus estatutos. Esta reunião teve lugar no Hotel da Copa (na actual Rua Miguel Bombarda), onde ficou a sua Sede provisória. Em Janeiro seguinte passou a estar instalada na travessa de Santo António e em Março de 1903, o mesmo jornal relatava a inauguração, em 16 desse mês, da sua nova Sede. A sessão foi dirigida pelo presidente da Assembleia Geral: Rafael Bordalo Pinheiro. O Presidente da Direcção era João de Almeida Cardoso.
Durante a tarde e a noite daquele dia, esteve tocando, num coreto armado em frente da nova casa a Filarmónica Nova Caldense, que executou um hino dedicado àquela Associação composto pelo seu regente de então: Emílio Peres Lopes.

domingo, 27 de agosto de 2006

Caldas de outos tempos - O futebol

Hoje o Jornal Público, na sua revista, traz um artigo sobre as equipas míticas de futebol que participaram na primeira divisão e este artigo deu o mote para este “post”.
O Caldas Sport Clube foi fundado no dia 15 de Maio de 1916, por um grupo de caldenses composto por Eduardo José Valério, António Lopes Júnior e João dos Santos Arenha.
Tal como outras equipas, nomeadamente o Olhanense, o Atlético, o Juventude de Évora, a CUF e muitas mais, também o Caldas teve os seus momentos altos na divisão principal do futebol Nacional. O Caldas estreou-se na primeira divisão no ano de 1955/56 , sob o comando do excelente treinador José Sezabo, onde se manteria até 1959.

terça-feira, 22 de agosto de 2006

O Futebol está aí de novo

ODE AO FUTEBOL

Rectângulo verde
Meio de sombra
Meio de sol
Vinte e dois em cuecas
Jogando futebol
Correndo
Saltando
Ziguezaguiando
Ao som de um apito
De um homem magrito
Também em cuecas
E mais dois carecas
Com uma bandeira
De cá para lá
De lá para cá
Bola ao centro
Bola fora
Fora o árbitro
E a multidão
Lá do peão
Gritava
Berrava
Gesticulava
E a bola coitada
Rolava no verde
Rolava no pé
De cabeça em cabeça
A bola não perde
Um minuto sequer
E o zumbido no ar
Como um bezouro
Toda redonda
Toda bonita
Vestida de couro
O árbitro corre
O árbitro apita
O público grita
Goooooollllllooooo!
Bola nas redes
Laranjadas
Pirolitos
Asneiras
Palavrões
Damas frenéticas
Gordas
Esqueléticas
Esganadiças aos gritos
Todas à uma
Todas ao um
Ao árbitro roubam o apito
Entra a Guarda
Entra a polícia
Os cavalos a correr
Os senhores a esconder
Uma cabeça aqui
Um pé acolá
Ancas
Coxas
Pernas
Cabeças no chão
Cabeças de cavalo
Cavalos sem cabeça
Com os pés no ar
Fez-se em montão
Multidão.
E uma dama excitada
Que era casada
Com um marido
Distraído
No meio da bancada
Que estava à cunha
Tirou-lhe um olho
Com a própria unha!
À unha , à unha!
Ânimos ao alto!
...E no fim
Perdeu-se o campeonato!

Tóssan

Se a memória não me falha ouvi este divertido poema de Tossan pela primeira vez no programa ZIP-ZIP.

sábado, 19 de agosto de 2006

Revistas "cor de rosa"

De volta às minhas colecções aqui está o Nº1 da Revista Plateia.

O primeiro número da Plateia data de 1 de Abril de 1951, tornando-se num sucesso editorial, para o qual contribuiu as imagens sugestivas e meio desnudadas das vedetas de então. A revista que tinha como especialidade o Cinema e o Teatro, era propriedade da Empresa Aguiar e Dias e publicou 1031 números, acabando a sua publicação em 1986.
As suas páginas com imensas fotografias, a preto e branco, das figuras mais populares, tiveram uma grande popularidade com o aparecimente da televisão em Portugal.
Foi esta revista a percursora das separatas, algumas das quais são peças raras e de grande procura nos alfarrabistas.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

A minha boa acção

Em vésperas de um compromisso importante para a entrada do Benfica na “Champions”, quero mostrar a minha solidariedade e para que não digam que não estou de boa fé, vejam só, eu, um Sportinguista de primeira água, trago para este blog uma peça que qualquer Benfiquista gostaria de possuir: trata-se do numero Um do jornal do SLB datado de 1942.
Na terça-feira ganhem lá aos “ceguinhos” .

domingo, 2 de julho de 2006

40 Anos depois

Este bloco filatélico da Polónia recorda-nos a nossa presença no Mundial de 1966 em terras de Sua Majestade.
Quarenta anos depois a Inglaterra ficou pelo caminho e nas meias-finais lá voltamos a encontrar a França, que mandou o Brasil para casa, provando que não basta ter bons jogadores mas é fundamental ter uma equipa.

Como a tradição já não é o que era, a França, mesmo com um Zidane rejuvenescido, vai ter paciência, mas a viagem até Berlim somos nós que a vamos fazer.