Já se tornou num lugar comum, mas não resisto em endereçar daqui os meus parabéns a uma colectividade a que estarei sempre ligado emocionalmente.
“Os Pimpões” comemoram dia 19 de Fevereiro 71 anos.
Esta colectividade, cujo nome foi inspirado do jornal de Rafael Bordalo Pinheiro “O Pimpão”, foi reconhecida como utilidade pública em Agosto de 1994.
Colectividade de grande tradição na Natação, foi também, durante largos anos a única sala de espectáculos da cidade. 
Com o aparecimento de novos equipamentos desportivos e de entretenimento perdeu alguma visibilidade.
O Associativismo já conheceu melhores dias, mas uma instituição com esta dimensão saberá resistir às adversidades, com o esforço de uns quantos “carolas” que tal como eu continuam a acreditar que “os Pimpões” continuam a ter um papel importante no desenvolvimento e formação de Jovens.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
S.I.R.”Os Pimpões”
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
Luísa Amaro nos Pimpões
Hoje venho “postar” para colaborar com os Pimpões na divulgação de um espectáculo que se realiza no próximo dia 17 de Outubro no auditório desta colectividade.
Trata-se de um espectáculo com Luísa Amaro. In –Canto, guitarras precursão e dança oriental.
Mais informação no novo site dos Pimpões
www.pimpoes.pt/
Já agora fiquem a saber que os Pimpões vão retomar a tradição de organizar " BAILES" e o primeiro será no próximo dia 31 de Outubro com o Grupo – Quinteto CASABLANCA.
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
Uma Associação com história
Hoje trago para o Blog a medalha comemorativa dos “Pimpões” porque estou com a consciência pesada.Então não é que eu, um Pimpão da velha guarda, me esqueci por completo de ir à Assembleia Geral.
Já me penitenciei, junto de alguns amigos, mas para reforçar a minha simpatia pela colectividade recomendo uma visita ao Blog da Natação. http://pimpoesnatacao.blogspot.com/
“Os Pimpões” sempre estiveram alguns passos à frente no movimento associativo, ultimamente a gestão não tem sido fácil mas acredito na dinâmica da Direcção, para reinventar novas receitas e novas actividades que sejam dinamizadoras para Colectividade, que já leva sete décadas de história.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
S.I.R.”Os Pimpões”
Setenta anos é uma bonita idade para uma Associação. “Os Pimpões” estão de parabéns pois no passado dia 19 de Fevereiro atingiram esta meta com o sucesso que se conhece.O Caminho não tem sido fácil, numa sociedade que convida cada vez mais ao desenraizamento, onde cada vez mais as pessoas são levadas a viver cada um por si, é, sem dúvida, um acto relevante o papel que assumem os dirigentes associativos que, pelo seu trabalho voluntário, contribuem para manter vivos estes espaços culturais, desportivos e de solidariedade social.
Recupero aqui a fotografia da primeira Sede desta Associação.
Quem conhece as actuais instalações pode constatar a enorme evolução que esta Associação foi sofrendo ao longo destas sete décadas.
Por tudo isto eu continuo a ser um PIMPÃO da velha guarda.
Por tudo isto eu continuo a ser um PIMPÃO da velha guarda.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Falando de comércio tradicional
A ideia das árvores de natal nas ruas veio dar um abanão nas mentalidades mais conservadoras, que continuam à espera de um “D.Sebastião” que resolva todos os problemas, quando a resolução dos mesmos depende de nós próprios.
Sobre este assunto vale a pena ler o editorial do DN, publicado no dia 31-12-2007.
Sobre este assunto vale a pena ler o editorial do DN, publicado no dia 31-12-2007.
Chegando a hora das compras, porque estas não foram as esperadas, telejornais e jornais fazem eco de um chorrilho de queixas dos pequenos comerciantes: “Nunca foi tão mau como este ano.” Há dois problemas com o espírito de Calimero, de queixas permanentes. Um é similar ao do Pedro: de tanto gritar pelo lobo, quando há lobo a sério, ninguém acredita. E, de facto, a crise do pequeno comércio já só colhe indiferença geral, apesar de ser um problema verdadeiro. No ano passado, o sector perdeu cerca de 20 mil empregos; este ano, até Junho, já se tinham atingido esses números. Um mal que, note-se, não é só português: em Espanha, todos os anos fecham cerca de 10 por cento dos pequenos comércios.
O segundo problema com a constante vitimização deriva dela própria, a vitimização. De tanto as pessoas se queixarem como que se interioriza a inevitabilidade de tudo estar mal. Ora as queixas – e o apelo inerente a elas, para que alguém os salve – podem afogar a vontade de quem mais e melhor pode resolver o problema: os próprios pequenos comerciantes. Certamente que há comerciantes que encontraram soluções, comerciantes que pensaram e mudaram, comerciantes que resolveram.
O País teria o maior prazer em ouvi-los.
O segundo problema com a constante vitimização deriva dela própria, a vitimização. De tanto as pessoas se queixarem como que se interioriza a inevitabilidade de tudo estar mal. Ora as queixas – e o apelo inerente a elas, para que alguém os salve – podem afogar a vontade de quem mais e melhor pode resolver o problema: os próprios pequenos comerciantes. Certamente que há comerciantes que encontraram soluções, comerciantes que pensaram e mudaram, comerciantes que resolveram.
O País teria o maior prazer em ouvi-los.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
A equipa do Caldas de 1963/64
Ao desfolhar uma revista que o Mário Duarte me emprestou, deparei com uma fotografia da equipa do Caldas, da época de 63/64, que me trouxe à memória os meus tempos de “garoto”. Nesta altura tinha 11 anos e para ir ao futebol, o Ribas (Guarda-Redes na fila de cima à esquerda), que segundo a minha mãe seria um “primo afastado”, fazia o favor de me levar com ele para o Campo da Mata para assistir aos jogos que normalmente começavam às três da tarde. Claro está, como ele fazia parte da equipa, lá ia eu para o Campo da Mata com duas horas de antecedência, o que era uma grande “seca”, mas tinha algumas vantagens; não pagava bilhete e era uma “pessoa importante”, pois era amigo do Guarda-Redes.Para completar a informação sobre a fotografia, aqui fica o nome dos atletas.
De pé da esquerda para a direita; Ribas, Rogério, Quim, Ramiro, Fiteira, Ramos, Lenine e Victor.
Em primeiro plano; Valter, Américo, Janita, Sena, Óscar e Mário.
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domingo, 18 de novembro de 2007
O Naufrágio do Higland Hope, ou a História de um Piano
O vapor Inglês Highland Hope (2) pertencente à companhia Nelson Line era um navio de 14 000 toneladas que encalhou nos rochedos do Farilhão Grande, a Norte das Berlengas, numa zona conhecida como Bailadeira.
Na noite de 19 de Novembro de 1930, apenas 1 ano após a sua construção, o Highland Hope (2), devido ao denso nevoeiro que se fazia sentir, encalhou de proa naqueles ilhéus não tendo sido possível a sua remoção pelo que viria perder-se.
Das 550 pessoas a bordo não houve vítimas a registar, devido fundamentalmente à assistência pronta dos barcos de Peniche, na sua maioria embarcações que se dedicavam à pesca. Todos os ocupantes do navio foram transportados para Peniche onde lhes foi dada roupa, comida e abrigo.
Na noite de 19 de Novembro de 1930, apenas 1 ano após a sua construção, o Highland Hope (2), devido ao denso nevoeiro que se fazia sentir, encalhou de proa naqueles ilhéus não tendo sido possível a sua remoção pelo que viria perder-se.
Das 550 pessoas a bordo não houve vítimas a registar, devido fundamentalmente à assistência pronta dos barcos de Peniche, na sua maioria embarcações que se dedicavam à pesca. Todos os ocupantes do navio foram transportados para Peniche onde lhes foi dada roupa, comida e abrigo.
Esta Pianola não necessitava de pianista, pois tinha um sistema de cilindros, que para tocar bastava rodar.
Quando o Montepio fez a Casa de Saúde, acabou com os bailes e em 1947 o Piano foi vendido aos “Pimpões” por 1.500 Escudos.
Em 1993 o Piano foi objecto de um restauro, concluído em 1995, e actualmente permite a sua utilização tal como no passado.
O Piano encontra-se presentemente na Biblioteca dos “Pimpões”.
Fontes Bibliográficas
Mariano Calado, Peniche na História e na Lenda, 3ª Edição, Peniche 1984;
Actas da Câmara Municipal de Peniche, 22 de Janeiro de 1931;
José Augusto Pimentel – Gazeta das Caldas 1992
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
"Os Pimpões"
No passado dia 19 de Fevereiro, a Sociedade de Instrução e Recreio "Os Pimpões" fez 69 Anos. Esta colectividade que tem uma importância fundamental na cidade, quer a nível desportivo, quer cultural, mantém uma actividade impressionante e um número de Associados de alguns milhares, o que nos tempos que correm, quando o Associativismo luta pela sua sobrevivência, é notável.
Fundada em 19 de Fevereiro de 1938, por: João Arroja, Joaquim Luís, Boaventura Vitória, Agostinho Alves, António Campoto e Delfim Nogueira, teve os seus primeiros estatutos aprovados por alvará do Governador Civil do Distrito de Leiria em 9 de Abril de 1943.
O nome da associação foi inspirado num jornal de Rafael Bordalo Pinheiro chamado "Pimpão", jornal este de duração curta e que antecedeu "Os Ridículos" . Os fundadores queriam construir um espaço de convívio e divertimento que superasse os bailes até aí realizados pelos mais velhos. Os tempos mudaram e os bailes deram lugar as aulas de dança, que conjuntamente com as actividades da Piscina, continuam a ser o suporte para uma vida que se quer longa.
Fundada em 19 de Fevereiro de 1938, por: João Arroja, Joaquim Luís, Boaventura Vitória, Agostinho Alves, António Campoto e Delfim Nogueira, teve os seus primeiros estatutos aprovados por alvará do Governador Civil do Distrito de Leiria em 9 de Abril de 1943.
O nome da associação foi inspirado num jornal de Rafael Bordalo Pinheiro chamado "Pimpão", jornal este de duração curta e que antecedeu "Os Ridículos" . Os fundadores queriam construir um espaço de convívio e divertimento que superasse os bailes até aí realizados pelos mais velhos. Os tempos mudaram e os bailes deram lugar as aulas de dança, que conjuntamente com as actividades da Piscina, continuam a ser o suporte para uma vida que se quer longa.
Parabéns.
Assina um Pimpão da Velha Guarda.
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quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Caldas de outros tempos - Associação Comercial
Associação Comercial - Uma História com 100 Anos
Esta Associação foi fundada em 12 de Novembro de 1902, por um grupo de cidadãos, entre os quais figuravam: Angelino Marcelino Garcia, Francisco António Pereira, João Almeida Cardoso, Jacinto da Silva Ribas, José Agostinho da Silva Angelo e Manuel Marques de Oliveira e Rafael Bordalo Pinheiro. No entanto, já em 8 de Julho de 1897, Francisco Gomes de Avelar (na sua publicação: Os Cavacos das Caldas), apelava para que o Comércio e a Indústria Caldenses, dessem as mãos em defesa dos interesses próprios, tendo sido de imediato apoiado por O Círculo das Caldas. Pouco depois, em Abril de 1899, foi organizada uma récita no Teatro dos Bombeiros a favor da Associação Comercial.
Finalmente, a 1ª Direcção (Joaquim da Cruz Ferreira, Joaquim de Almeida, João Pereira de Sousa, Alfredo Perez, José Francisco Enxuto Junior), seria eleita em 10 de Fevereiro de 1901. Em 20 de Novembro de 1902, o Circulo, noticiava que uma Assembleia Geral desta Associação “recentemente fundada”, tinha aprovado os seus estatutos. Esta reunião teve lugar no Hotel da Copa (na actual Rua Miguel Bombarda), onde ficou a sua Sede provisória. Em Janeiro seguinte passou a estar instalada na travessa de Santo António e em Março de 1903, o mesmo jornal relatava a inauguração, em 16 desse mês, da sua nova Sede. A sessão foi dirigida pelo presidente da Assembleia Geral: Rafael Bordalo Pinheiro. O Presidente da Direcção era João de Almeida Cardoso.
Durante a tarde e a noite daquele dia, esteve tocando, num coreto armado em frente da nova casa a Filarmónica Nova Caldense, que executou um hino dedicado àquela Associação composto pelo seu regente de então: Emílio Peres Lopes.
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domingo, 27 de agosto de 2006
Caldas de outos tempos - O futebol
Hoje o Jornal Público, na sua revista, traz um artigo sobre as equipas míticas de futebol que participaram na primeira divisão e este artigo deu o mote para este “post”.
O Caldas Sport Clube foi fundado no dia 15 de Maio de 1916, por um grupo de caldenses composto por Eduardo José Valério, António Lopes Júnior e João dos Santos Arenha.
Tal como outras equipas, nomeadamente o Olhanense, o Atlético, o Juventude de Évora, a CUF e muitas mais, também o Caldas teve os seus momentos altos na divisão principal do futebol Nacional. O Caldas estreou-se na primeira divisão no ano de 1955/56 , sob o comando do excelente treinador José Sezabo, onde se manteria até 1959.
O Caldas Sport Clube foi fundado no dia 15 de Maio de 1916, por um grupo de caldenses composto por Eduardo José Valério, António Lopes Júnior e João dos Santos Arenha.
Tal como outras equipas, nomeadamente o Olhanense, o Atlético, o Juventude de Évora, a CUF e muitas mais, também o Caldas teve os seus momentos altos na divisão principal do futebol Nacional. O Caldas estreou-se na primeira divisão no ano de 1955/56 , sob o comando do excelente treinador José Sezabo, onde se manteria até 1959.
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