domingo, 16 de outubro de 2011
O Lousada
Conheci muito bem o Lousada, aliás Pai de um Grande Amigo que partilhou comigo algumas aventuras de infância.
Recordo-me perfeitamente da sua pequena oficina na Rua 31 de Janeiro, e lembro também dos jogos de futebol do Campo da Mata onde os árbitos tinham o Lousada á perna á primeira escorregadela.
Na sua cadeira de rodas, era homem que por vezes tinha alguns excessos de linguagem que se desculpava até porque a vida não foi um mar de rosas.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Adeus 107, Olá Isabel.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Os Rally Papper
Um dia destes temos que fazer uma coisa destas.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
A paixão pela cidade
O Amigo Mário Lino é uma figura sobejamente conhecida nas Caldas e dispensa qualquer tipo de apresentação.
A sua dedicação à Cidade tem sido bem patente em vários livros que tem publicado e que fez o favor de me oferecer.
No livro “Origens da Volta” Alves Barbosa escreve no prefácio;
“E pelo meio da narrativa, Mário Lino prende a atenção do leitor com aqueles pequenos nadas de sabor discreto que fornecem à obra uma dimensão peculiar”.
O livro “Das Caldas da Rainha a S.Tomé e Príncipe", é um intercalar de memória, de sentimentos, de impressões pessoais, quase íntimas, no discurso histórico, para além de contrariar a tendência académica, é uma particularidade de Mário Lino que ninguém lhe pode levar a mal, tal o grau de entusiasmo e de genuinidade com que o faz. 
domingo, 10 de abril de 2011
O Comércio de Rua
Olá "Zé" Ventura, como és interessado na causa do Comércio de Rua envio este pequeno texto
O que vou escrever a seguir é apenas um desabafo meu e dou-te estas informações apenas para que possas estar ao corrente do que se passa aqui em Montreal, sobre o problema das grandes superfícies, que vão arruinando o comércio tradicional, tal como nas Caldas da Rainha.
Existia aqui uma zona de grande comércio conhecida pela "Rue St Hubert"
Com a prolificação das grandes superfícies, muitas lojas foram obrigadas a fechar por falta de clientes.
Devido a este problema, os comerciantes daquela zona, juntaram-se numa associação e em conjunto com a Câmara Municipal, instalaram um sistema que protege os clientes da chuva e do Sol enquanto andam na rua escolhendo as lojas que lhe interessam.
Segundo ouvi dizer, muitas lojas voltaram a abrir, mas para outras o mal já estava feito.
Pessoalmente, quando vamos a Portugal, apenas compramos os géneros alimentícios nas grandes superfícies, e mesmo assim, também gostamos da mercearia Pena, para certas coisas.
Tudo o resto, adoramos encorajar o comércio tradicional.
A minha filha Diane (33 anos) além dos estabelecimentos da Rua das Montras, também compra muita coisa na Rua da Cova do Onça.
Portanto, depois de ler os teus comentários relativos à imagem recuperada de um Power Point, lembrei-me de ir até a rua Santo Humberto e tirar algumas fotos para te mostar o trabalho que fizeram, mas sinceramente, ando um pouco ocupado, sem tempo para ser fotógrafo.
Lembrei-me então de fazer uma busca no Goggle, e escolhi estas 3 imagens que demonstram o que acima relatei.
Provavelmente, estas imagens foram gravadas no fim do Outono, pois há poucas pessoas na rua, e as árvores estão sem folhas, mas sempre dá uma ideia do que foi feito.
Numa outra ocasião, mando-te um link, para veres o que uns músicos fizeram benevolamente para encorajarem os clientes a fazerem as compras no comércio tradicional, mas numa outra zona de Montreal.
Um grande abraço e até breve.
Faustino do Rosário


sábado, 26 de fevereiro de 2011
Parabéns minha Amiga
Na Póvoa de Varzim decorreu entre 23 a 26 de Fevereiro a 12ª edição do Correntes d’Escritas.
Este evento, além de promover conferências e debates, premeia escritores, editores e livreiros.
Agora adivinhem quem foi galardoada com o prémio Especial Livreiro?
É claro que foi a minha (nossa) amiga Isabel Castanheira.
Muito podia escrever sobre a Isabel, mas não faço porque sou suspeito. Há muitos anos que a Isabel me dá o privilégio da sua amizade, e se por um lado sei que ela trocaria de bom grado este prémio por um aumento substancial de vendas, também sei que é um reconhecimento mais do que merecido de uma grande livreira que tem dado mais à cidade do que a cidade lhe dá.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Uma viagem ao passado
Hoje vou utilizar a mesma fotografia que utilizei no Blog dos Antigos Alunos da Escola, porque esta é a imagem que hoje me fez recuar 40 anos e me levou novamente para a Rua Jacinto Ribeiro ali no Bairro da Ponte onde no sótão do Tomé nasceu e cresceu o “Grupo Académico Estrelas da Juventude” mais tarde, entrando na onda revolucionária o Clube Operário “Os Estrelas”.
Pois o meu amigo Tomé, completou 60 anos, nada de extraordinário, só que neste caso, este Amigo trava uma luta sem quartel com a doença. A coisa não está fácil, mas a sua vontade de viver é um exemplo que nos deixa envergonhados quando pensamos que os nossos problemas são muito importantes.
Falámos dos Estrelas, dos Amigos, da Escola, do Ping-Pong e de tantas outras coisas, e curiosamente quando demos por isso já estávamos a fazer planos para o futuro.
Quando a festa acabou vinha pelo caminho a pensar como nós damos pouco valor às pequenas coisas da vida.
Prometi lá voltar um dia destes, porque faz bem à alma recuar 40 anos e perceber que a vida só faz sentido quando temos amigos. 
sábado, 20 de novembro de 2010
Caldas revisitada
Palavras para quê? Este texto do Fernando Santos leva-nos numa viagem ao passado.
"Um dia a maioria de nós irá separar-se..." Era este o início dum belo texto de Fernando Pessoa que o Maximino enviou há dias para o Blogue da Escola.
Com alguma nostalgia confesso que faço parte dessa maioria. Saí das Caldas em 1961 e ao longo de quase cinquenta anos muita coisa se varreu da minha memória. Todavia alguma coisa ficou.
Na segunda metade dos anos 50 trabalhei no Bairro da Ponte para o Vasco de Oliveira que era agente da Mediator e Siemens, para o Manuel Lourenço agente da Loewe opta, (creio que se escreve assim) para o Gomes da Traviata novo agente da Siemens, para o Campos Fragoeiro e o Luís Piassa que tiveram uma loja na Cova da Onça, e por fim em minha casa. O Luís Girão chegou a convidar-me para trabalhar com ele antes de eu ir para a Siemens, e também me recordo do Albano Antunes na Praça do Peixe com quem nunca trabalhei.
Devo agradecer-lhe os esclarecimentos que me deu sobre a Casa Anselmo pois só me lembro da loja na Rua das Montras, e creio que em 61 ainda tinha a Philips junto com as roupas e tecidos.
As idas a Caldas foram sendo cada vez mais espaçadas. Mais para visitar os meus pais e outros familiares do que os amigos que entretanto foram desaparecendo. Visitas de pouca duração devido ao clima muito húmido e com o qual nunca me dei bem, pois mal lá chegava constipava-me imediatamente. Coisa que não tem acontecido nas últimas estadias.
Muito embora vá à terra uma vez por outra, já não conheço aquela que foi as Caldas do meu tempo. Cinemas Ibéria (onde fui Ajudante de Projeccionista ) Pinheiro Chagas, Bailes do Lisbonense, Verbenas dos Santos Populares no Largo João de Deus e Bairro da Ponte, passeios de barco no lago, Picadeiro no Parque durante o Verão ao som da Banda Comércio e Industria, ou na Praça da Fruta durante o Inverno que aos Domingos se enchia de gente após as Matinées dos cinemas, os convívios entre famílias nos cafés Invicta, Bocage, Central, Lusitano, e Capristanos. As festas de Tornada, do Campo, da Lagoa Parceira, Senhora da Luz (por aquele caminho só de areia) Foz do Arelho, Nadadouro, ( onde o Padre só deixava dançar homens com homens e mulheres com mulheres ) e o Santo Antão. ( Santo Chouriço como lhe chamávamos ) As "viagens" de comboio às praias de Salir e S. Martinho, (alguém o utiliza hoje? ) Para a praia da Foz nas Camionetas ( era assim que se chamavam ) dos Capristanos sempre a abarrotar de gente no Verão, ou de bicicleta alugada no Samagaio. Os acampamentos no Pinhal à entrada da Foz ou na Praia frente ao Lagoa Bar do Zé Felix e da tasca do Robalo, porque ainda não havia Parque de Campismo... Um rol de recordações. Não tínhamos Telemóveis nem Internet mas fomos certamente mais felizes do que os jovens de agora.
Açoteia, Bomtom e montes de casas comerciais que hoje existem nas Caldas só de ler na Gazeta. Por isso as saudades dos velhos tempos levam-me cada vez mais a tentar encontrar os poucos amigos que ainda restam, ou se possível contactar outros mais novos que me dêem notícias do passado. De há tempos para cá, as minhas companhias caldenses são a Gazeta e os blogues da Escola e do ERO.
Tudo o que lhe digo aqui e muito mais, já se encontra escrito nas minhas memórias.
Desejo-lhe um bom fim-de-semana sem frio e muito sol.
Um abraço.
Fernando Santos.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Super Mário, Spectrum e outras tecnologias
A propósito do ultimo post sobre o Super Mário, o meu amigo Justiça puxou da caneta e da sua memória e vá de lembrar aqueles tempos gloriosos daquela máquina espantosa que foi o Spectrum.
O Spectrum
Decorria o ano de 1980. Em meados desse ano passeava os ossos pela Av. da Igreja no Bairro de Alvalade em Lisboa. Frequentei este Bairro durante 25 anos pois trabalhava na Praça de Alvalade no edifício do Centro Comercial dividido por duas Empresas, a IBM e a Profabril e, claro está, o Centro Comercial de Alvalade.
O Bairro era o maior Centro Comercial, ao ar livre, que existia na Capital. Ali encontrava-se de tudo, desde simples oficinas de sapateiro, já raras na cidade, até sofisticados Bancos, cinema, igreja, enfim, tudo.
Num fim de manhã de um qualquer sábado fui com a minha cara-metade ver as montras. Tinha finalmente mudado de casa, de um apartamento T2 na Reboleira de construção J. Pimenta e 10 andares, morava num 8º. Andar de um prédio com 2 elevadores e que tinham a particularidade de, ou funcionavam os dois ou avariavam os dois. Cansado de muitas vezes subir pelas escadas, particularmente ao final de um fim de semana na terrinha, chegava com as batatas, peixe, cebolas, etc., as malas com as roupas de 4 pessoas, já tinha duas filhas, carrinho de bebé, e demais panóplia inerentes e necessárias para um fim de semana e lá tinha de subir e descer, por vezes em duplicado. E porque o espaço já se tornava acanhado resolvi comprar um andar T4 em local mais acolhedor e bonito numa casa de 3º. Andar, sem elevador.
Nesse sábado de ver montras dei de caras com uma montra onde estava um aparelhozinho ligado a uma TV. No ecrã passava uns bonecos que iam mudando conforme se comandava o tal aparelhozinho. Entrei na loja e o dono veio ter comigo, já me conhecia de vista através dos meus passeios de queimar o tempo, na hora do almoço. Perguntei o que era aquilo e ele passou a dizer-me que era um PC. Ri-me, pois os PC’s que á altura conhecia tinham dois braços e duas pernas e a cabeça cheia de ideias revolucionárias e importadas. Após esta brincadeira, passou a explicar-me mais detalhadamente as funcionalidades, até que, ás páginas tantas, lhe referi que isso fazia o computador da Empresa onde trabalhava só que este ocupava um salão enorme. O bichinho ficou a roer-me todo o fim de semana.
Saí da loja, agradecendo o tempo que me foi dispensado e com eram horas de almoço fomos almoçar ao restaurante Pomar de Alvalade na Rua Marquesa de Alorna onde era comensal, isto é, almoçava lá todos os dias e fazia as contas com o Sr. Manuel e a D. Maria, donos da casa, no fim de cada mês, deixando-lhes apenas, todos os dias, o Ticket Restaurante. Saberão com toda a certeza o que é almoçar em restaurantes acompanhado por duas crianças, nem vale a pena a descrição. Primeira dificuldade a “escolha de prato” para elas, depois o comportamento, etc. etc., mas a D. Maria tinha sempre uma solução para este freguês de todos os dias.
Ás tantas entra pelo sala o Paulo, filho o Sr. Manuel e D. Maria, aos “toques” numa bola, não me admirei pois era prática frequente. Era na altura, menino de instrução primária e que demonstrava uma farta paixão pelo futebol. Deixei de frequentar aquela zona em 1998, porque o Governo vendeu a Empresa onde eu trabalhava, para colmatar as suas dívidas á UE, sem se preocupar que atirava para o desemprego mais de 600 técnicos e só voltei a saber do Paulo quando o vi na TV a envergar as cores do Sporting, com o nome de Paulo Bento. Fiquei curioso e satisfeito por saber da sua carreira, tanto no Sporting como na Selecção Nacional e concluí, dadas as recordações do passado recente, que só poderia ser assim, o rapaz estava fadado para ser um grande futebolista. Hoje só poderei dizer, “Paulo, boa sorte com a Selecção”.
Mas voltando ao tal aparelhozinho. Era um computador ZX Spectrum. Claro que na segunda feira seguinte fui comprá-lo. E com ele um gravador/leitor portátil de cassetes que era o meio usado para carregar e gravar programas. Não precisava de aparelho TV porque a da cozinha chegava e servia muito bem.
Ao fim do dia e “em pulgas” para chegar a casa e experimentar o novo brinquedo - não há dúvida que somos crianças toda a vida - lá fui “roubar” a TV da cozinha, perante o olhar reprovador da “dona da casa” mas lá expliquei que antes de comprar nova TV teria de saber se “aquilo” resultava. Ficou mais aliviada pois a ausência do “aparelho dos bonecos” na cozinha afinal era temporária. Se me deitei nessa noite? não me lembro. Mas aquela “coiseca” até escrevia no ecrã da TV, e gravava na fita do gravador. Eureka!
Pela manhã voltei a colocar a TV na cozinha e fui trabalhar. Quer dizer, estive presente no local de trabalho mas com a cabeça noutro local e a leitura do livro de instruções á frente, aberto na secretária, onde fiquei a saber que aquele “bichinho” utilizava uma linguagem que para mim era totalmente nova. Basic. Zeros e uns que colocados adequadamente formavam uma palavra escrita. Então vai de aprender esta escrita para poder “comunicar” com o “bicho”.
O tempo decorreu “de nova em nova” descoberta e um dia fui a Madrid, Espanha, em trabalho, e numa loja de informática dou de caras com um programa de “Desenho Assistido por Computador”. No ecrã da TV passava um programa em que aparecia a planta de uma casa, alçados e cortes, feitos pelo tal PC. Ora isso era a minha área de trabalho. Era uma paixão que já vinha da Escola Comercial e Industrial de Caldas muito por culpa do saudoso Engº. Piriquito.
Chamava-se o programa “TurboCad” e logo ali tinha de ser meu. Custou-me os olhos da cara. Dava para comprar vários computadores. Novamente surgiu aquela ansiedade de chegar ao meu cantinho para experimentar o programa. E “qual criança” de mente aberta para novos experimentos foi quase a primeira coisa que fiz á chegada. Por sinal tinha recebido uma encomenda para projectar uma moradia tipo “duplex” e cujo projecto já tinha delineado á mão. Resolvi, e ainda bem, tentar o tal “Desenho Assistido por Computador”. E não é que me saiu bem. Obrigou-me a adquirir uma impressora, daquelas que faziam um ruído que mais parecia o rasgar de papel, com buraquinhos de cada lado e folhas contínuas. Daí a imprimir a “obra”, e a escrever a Memória Descritiva foi um passo.
O pior estava para vir. A Câmara Municipal aceitar “aquilo” como projecto. Podia lá ser! Um projecto executado por uma máquina! A minha insistência foi forte e cabal em explicações que o caso foi levado ao Presidente para ser ele a anuir ou rejeitar o trabalho. Era nessa altura Presidente da Câmara o Sr. Rui Coelho, outrora colega da Escola. Mente aberta, logo ali ficámos á conversa pois queria saber mais sobre esta nova forma de desenho. Com um comentário final – Se calhar isto é o futuro – o projecto lá ficou para aprovação. A casa ainda está de pé e foi a primeira de muitas outras que ao longo da minha carreira elaborei.
É claro que o Spectrum, com o decorrer do tempo, ficou obsoleto para mim e para gáudio da pequenada cá da casa foi posto de parte e elas ficaram com um brinquedo novo e avançado para a época.
O Amstad já vinha com monitor incorporado, era mais rápido e eficaz mas, como não podia deixar de ser também passou de moda e foi substituído e assim aconteceu com o seguinte e com o seguinte … add eternum.
sábado, 4 de setembro de 2010
O meu amigo Mané
Em todos os lugares existem pessoas que pela sua maneira de ser e estar tornam-se figuras que todos conhecem.
Pois bem o meu amigo Mané, é um destes casos.
Lembro-me do Mané ainda na taberna do Narciso, seu avô, já lá vão uns quarenta anos.
Era muito novo quando ingressou na Mercearia Pena onde esteve mais de 30 anos saindo à cerca de 2 anos, mercê de um despedimento, que pessoalmente julgo que foi muito mal conduzido, mas isso é a minha opinião.
Mas voltando à figura impar do Mané, todos os dias às 9H00 lá está ele a passar à porta da minha loja, para me cumprimentar e falar da sua paixão, que é o Benfica.
…e como ele sofre com os maus resultados, mas não desarma e a prova disso é o livro que traz sempre consigo na sua bolsa como se pode ver na foto, “A Bíblia do Benfica”.
O Mané á agora o porteiro, e não só, da Santa Casa da Misericórdia, rapaz dos seus 56 anos portador de algumas limitações, é porém um amigo que eu gosto muito.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Zé Povinho em Amarante
Minha boa Amiga Isabel Castanheira, tu cuida-te, se a tua Maria Paciência teve o seu momento alto com a apresentação do suplemento de aniversário do Zé, que tu tão bem coordenaste, este Zé Povinho que aqui se retrata, teve o seu momento de glória num dos melhores restaurante em Amarante, o Amarantino.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Uma festa que se recomenda
INATEL , Sábado 7 de Agosto , 20 horas
Pelo 4º ano consecutivo organiza-se este jantar que reúne amigos que partilham memórias de verão na Praia da Foz do Arelho.Estão presentes pessoas que vivem nesta zona e outras que emigraram para sítios distantes mas que regressam nesta altura.
Todos podem participar, a única limitação é o número de lugares livres na sala do restaurante.
Inscrições (18 € por participante) em
Audiomanias
Av 1º de Maio, nº6
2500-081 Caldas da Rainha
Tel.: 262 823 280 / 262 845 539
quinta-feira, 8 de julho de 2010
É pá que calor..
Estes últimos dias de calor, fizeram-me pensar que os Caldenses não têm promovido o turismo devidamente.
Se não vejamos.
De um amigo de Tomar recebi um mail onde me dava conta que eu era um felizardo porque nas Caldas estavam DEZ graus a menos que em Tomar.
Outro Amigo do Norte telefonava-me a dizer que em Amarante estava um calor insuportável, um amigo do Tramagal suava as estopinhas porque o calor era de cair para o lado… ~
E nós aqui (ver imagem) palavras para quêPor isso temos que lançar já uma campanha de promoção com frases deste tipo:
Tem saudades de dormir com um cobertor?
Embirra com os Ar condicionados ?
Não gostava de vestir um casaquinho para poder sair à noite?
Venha às Caldas da Rainha porque aqui o verão passa ao lado.
Pinheiro Chagas definiu bem o clima da nossa zona quando disse que “ se um dia Portugal for feito em torresmos por um Sol de rachar, será nas Caldas da Rainha que escaparão os raros sobreviventes destinados a levar ao futuro a noticia de que existiu n’esse mundo uma raça que se chamou Portuguesa.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Encontro de Amigos
No passado Sábado teve lugar o 17º Encontro dos antigos alunos da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha.
Há quatro anos voluntariei-me para integrar a comissão organizadora, o que tenho feito com muito empenho, porque este é um evento que me dá muito prazer.
Este ano fizemos uma almoçarada com 304 participantes e escolhi esta foto para ilustrar este pequeno apontamento porque o Amigo Vitor Silva é outro dos elementos que também veste a camisola pela causa.
Para o próximo ano lá estaremos de novo…mas é urgente renovar a equipa porque as “pilhas estão a acabar” e são precisas novas ideias e novas gentes.
domingo, 11 de abril de 2010
Amigos sem prazo de validade
Não há pai para esta malta. Então não é que estes “malucos” fizeram mais de 1500 Km para cada lado, só para termos o prazer de uma almoçarada e uma tarde bem passada.
São assim os “furriéis” da CCS do Batalhão de Cavalaria 8322. Estivemos duas dezenas de anos sem nos encontrarmos, mas em 2001, juntámos a “Pandilha”, tomámos o gosto e não queremos outra coisa.
São assim os amigos sem prazo de validade.
Para o registo ficar completo diga-se que o encontro começou com uma visita ao Museu José Malhoa e acabou com um almoço, lanche e jantar na "Casa do João" (Antiga grelha do Nobre).
…e porque levamos estas coisas muito a sério, já ficou marcado para 7 de Agosto em Amarante, nova “reunião de trabalho”.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
As aguarelas da Esmeralda
A Esmeralda no mês passado teve oportunidade de mostrar a sua arte, numa galeria de Leiria, e ficou bem patente, que embora a viver em Setúbal há algum tempo, não esqueceu as Caldas, um exemplo disso são estas magnificas aguarelas dos Pavilhões do Parque e a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo.
sábado, 14 de novembro de 2009
As fotografias dos amigos
Recebo com alguma frequência mails de amigos que visitam o Blog, normalmente por “acidente”, fruto de alguma pesquisa, e se têm alguma ligação às Caldas acabam por lá ficar a “esmiuçar a coisa”.
São muito reconfortantes os elogios, enviam fotos, sugestões, eu sei lá, só coisas boas que fazem bem ao ego.
Hoje peguei nalgum “material enviado” e cá está.
A foto da igreja Nossa Senhora do Pópulo foi enviada do Canadá
Daqui um caldense algures nos USA. Foi quase por acidente que encontrei este trabalho de um "Águas Mornas", Cognome que o Fernandinho (Turco), não gosta de ouvir. Mas talvez goste de ler..
Muito bem Zé Ventura..
Daqui Zé Perlengas!..Gostei de recordar através das fotos e leitura um pouco da nossa bonita cidade.
Com mais tempo irei ler e ver com mais atenção.
Um abraço caldense desde os..USA
A foto do museu chega pela mão do José Santana Marques, Um colega, um pouquinho mais velho, dos tempos escola
Um "canto" dos alunos do meu tempo. Foto tirada, creio à mais de 10 anos.(upa, upa)
O parque dantes não era mais bonito?
acho eu.
Do Canadá o António Abilio que ultimamente tem sido um leitor atento dos Blogs dos Antigos Alunos e do meu, também envia o seu contributo com esta foto dos pavilhões.
...Isto é fantástico estamos tão longe e tão perto ao mesmo tempo.
Eu estive agora mesmo a visitar o teu blog achei muito interessante, tu na realidade tens gosto pelo que fazes, porque tudo isto dá trabalho e leva tempo. Mas já dizia o velho ditado quem corre por gosto não cansa. Deixa que te pergunte isto parte da tua formação profissional ou será só um passatempo?
Pelo teu Blog reparei que és dois anos mais novo do que eu, será que nos conhecemos? Eu tenho uma vaga ideia de um Ventura, puderás avivares-me a memória, onde era o teu bairro em miudo? Talvez assim eu me recorde ou seja, ligue a cara e o nome da pessoa porque eu nasci no bairro do Viola e morei mais tarde no borlão em frente do café Avenida e quando vim para o Canadá vivia na Avenida no prédio que ficou de pé junto do grémio onde agora está o estacionamento...
A foto da praça não me foi enviada mas o meu amigo Pedro Olivença merece o destaque desta foto fabulosa.
Por último de Lisboa chegou este apontamento com uma foto
Nas minhas pesquisas, em busca de memórias das Caldas da Rainha, deparei com o blog Águas Mornas e por ali fiquei, “presa” a todas as fotos a preto e branco, que julgo serem dos meus saudosos anos 60…
Infelizmente, não vou às Caldas há uns anos mas vou sabendo de algumas modernices que, certamente, não vou gostar de ver in loco.
De cinco irmãos, a minha mãe é a única caldense, os meus tios nasceram em Alvorninha.
Nos anos 60, os meus primos e eu passávamos o mês de Agosto em casa do meu avô que, na época, morava na Rua Fonte do Pinheiro. Em frente, um muro alto albergava um macaquinho, salvo erro de nome Chico, que se passeava também, acorrentado, num poste de madeira.
No Parque alugavam-se bicicletas à hora…
As manhãs de praia, na Foz do Arelho, eram quase sempre acompanhadas de neblina e lembro-me de estar a tomar banho e a chuviscar… mas isso, para nós não tinha qualquer importância…
Íamos até às “meninas dos jornais” (em frente aos Capristanos) que nos deixavam ler as revistas aos quadradinhos…
Este mês passado nas Caldas era o ponto alto das nossas férias grandes de Verão.
……..
O meu avô frequentava 2 cafés, o café Central e o dos Capristanos, penso que na altura já era dos Claras.
………..
Fátima Castro ( http://aselhadomar.blogspot.com/ )
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Na Rota das Aldeias de Xisto
Este fim de semana, a convite de um amigo, "meti pés ao caminho" e fui até à zona do Fundão.
Percorri a rota das aldeias de xisto, confesso que conhecia muito mal toda aquela zona, mas achei lindíssimo.
No domingo fui levado à “aventura” de um almoço na aldeia de Açor, mais propriamente à festa de artes e sabores da Maúnça. Fiquei a saber que esta festa se faz todos os anos por alturas do S.Martinho.
Depois ajudamos a digestão com licores originais como o da castanha, a aguardente de medronho e mel e uma caminhada pelas "tasquinhas", na mira de mais uma gulodice ou para apreciar o artesanato local.
domingo, 11 de outubro de 2009
Real Sociedade

Nos anos setenta depois do “25 Abril” o movimento associativo eclodiu com uma dinâmica própria dos períodos revolucionários, esta foi um fase transversal a todo o País e obviamente as Caldas da Rainha não fugiu à regra.Uma destas associações que apareceram foi o Real Sociedade, que teve no Joaquim Marques o seu grande sustentáculo.
Embora o Grupo tenha tido diversas actividades, ténis de mesa, teatro, campismo e pesca, foi no futebol que esta colectividade teve os seus pontos altos.
Fico à espera do próximo encontro.








