quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Os cinquenta anos do Astérix

Na minha adolescência comprava com regularidade a Revista “Tintin”, a tal que tinha como público alvo os jovens dos 7 aos 77 anos.
Esta revista, uma autêntica enciclopédia sobre banda desenhada, com maior incidência sobre a “escola Franco-Belga” tinha como heróis mais significativos o
Lucky Luck, Michel Vaillant, o Buddy Longway, o Luc Orient, o Ric Hochet, o Cort Maltese, o Black e Mortimer, o Tintin e obviamente o Asterix e o Obélix que eram os meus favoritos.
Pois bem, os meus heróis estão crescidinhos e fazem 50 anos.
O Astérix, o Obélix, o Druida Panoramix e os outros amigos da aldeia foram criados em 1959 por Alberto Uderzo e René Goscinny. Após o falecimento de Goscinny, Uderzo deu continuidade ao trabalho, apesar de Uderzo ter afirmado que não queria que ninguém continuasse a série, após a sua morte.
A editora ASA prepara-se para comemorar a data com uma reedição do álbum “Como Obélix Caiu no Caldeirão do Druida Quando Era Pequeno” que foi publicado pela primeira vez no jornal Francês Pilot em 1965.
Por mim, do alto dos meus 57 anos, continuo fiel aos meus heróis.

sábado, 22 de agosto de 2009

O meu papel de Avô

A semana passada fui incumbido de uma espinhosa função e para a desempenhar fui nomeado “babysiter”.
Quero dizer que me desenrasquei na perfeição muito embora o meu neto tenha facilitado a tarefa.

Mas esta tarefa lembrou-me um texto que há uns tempos li num blog e que teria sido escrito por uma menina de 8 anos e publicado no "Jornal O Povo do Cartaxo”.
Não sei se é bem assim mas tudo isto são pormenores, perante a verdadeira delícia que é este texto.

"Uma avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem «Despacha-te!».
Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.
As avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma avó, sobretudo se não tiver televisão."

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Postais das Caldas IV – Cabeleireiros de Lisboa

Os “Cabeleireiros de Lisboa” que no final do século XIX, abriram uma filial nas Caldas da Rainha, foram também responsáveis por 3 edições de Postais Ilustrados.
No postal (em cima) com uma vista sobre o lago do parque D.Carlos I, é bem visível a data de 27-08-1904.
No de baixo, que nos mostra os Pavilhões do Parque, o ano não é legível mas será seguramente de 1905.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mais flores



domingo, 9 de agosto de 2009

Encontro no Arripiado

A Aldeia do Arripiado, ali junto a Tancos e a dois passos do Tramagal, foi o palco escolhido para um encontro de Amigos que fazemos regularmente em Agosto para aproveitar as férias do “Franciú” que faz parte do grupo da Pandilha, uma amizade cimentada desde os tempos de Angola e que os anos não conseguiram apagar.
Conforme se pode ver pelas fotos o local era bonito o restaurante “O Moinante” serviu bem, mas como sempre é a alegria do encontro que nos deixa saudades até ao próximo ano.




terça-feira, 4 de agosto de 2009

A Serra do Montejunto

A Serra do Montejunto é o ponto mais alto da região oeste, com os seus 666 de altitude, estende-se por 7 Km de largo.
Subindo ao cume da Serra desfruta-se da imensidão e beleza desta "varanda da Estremadura", área protegida de âmbito regional.Foi o que eu fiz um dia destes quando precisei de ir ao Cadaval, aproveitei para matar saudades de uma zona que conheço bem.